Contos Eróticos Sexo Livre

Erotismo em forma de Série

Publicado o Episódio 15 da Terceira Temporada

Prazer sem Limites

Episódio 15

Sara descobre o prazer em se exibir e o casal vive uma experiência excitante movida pelo prazer do proibido.

Aprendi a gostar de me exibir e sempre me excita pensar que alguém está observando meu tesão e meu prazer.  Nas redes sociais de swing postamos clipes, porém sem expor nossos rostos, já com Janine a exibição foi ao vivo e nos mínimos detalhes, despertando em mim um forte desejo de ir além.

Pesquisando sobre exibicionismo, me deparei com o “dogging”, termo utilizado para a exibição e prática sexual em locais públicos, com intenção de ser observado.  Identifiquei alguns lugares na cidade onde existe a prática, que apesar de ilegal, possui muitos adeptos.

 Entusiasmados e ao mesmo tempo temerosos, combinamos de passar de carro à noite para ver o que acontecia no local.  Era uma praça com muitas árvores, na rua vimos alguns carros estacionados, sendo que um deles, estava com as luzes internas acessas e alguns homens bem próximos observando o que acontecia.  A rua era pouco iluminada, mas dava para perceber que havia movimentações no meio das árvores, indicando alguma atividade suspeita.

Demos uma volta no quarteirão e passamos bem devagar ao lado do carro com as luzes acesas.  O motorista estava com o banco reclinado, calças abaixadas e as mãos acariciando os peitos de uma mulher sentada sobre ele com a saia levantada.  Os movimentos indicavam que ela estava no controle, em uma frenética cavalgada, enquanto batia com a palma da mão no rosto do homem que parecia gostar de sua atitude.

Depois de dar mais uma volta, estacionamos do outro lado da rua, um pouco atrás do outro carro, para continuarmos a assistir a cena.  Um homem bem-vestido, de terno e gravata, se aproximou da janela de nosso carro e esperou por alguma reação de nossa parte.  Não resistindo à tentação, levantei meu vestido até mostrar minha calcinha de renda branca, que discretamente exibia minha buceta já molhada de tesão.  O homem sorriu e permaneceu por mais algum tempo, até perceber que nos encontrávamos no local só para observar.

Em certo momento, o homem acelerou o movimento dos quadris, até interromper e completar com umas quatro levantadas fortes, nos levando a deduzir que havia gozado.  A mulher reagiu batendo em seu rosto e rapidamente passou para o banco do passageiro.  Após levantar o encosto do banco, o homem vestiu suas calças e ameaçou ligar o carro para irem embora.  Pensamos até que o show terminaria por ali, porém a mulher de forma decidida o impediu e segurando sua cabeça o trouxe para perto de seu rosto para um ardente beijo. 

Paulo me masturbava com os dedos, quando vimos que a ação continuaria no outro carro.  Interrompendo o beijo, a mulher direcionou a boca do parceiro para seu colo o fazendo chupar sua buceta.  Pensei em fazer o mesmo com Paulo, porém sabendo que meu pervertido marido é vidrado nesse tipo de cena, deixei que continuasse a assistir.

Dava para perceber que a mulher gemia extasiada, enquanto segurava a cabeça entre suas pernas.  Entorpecida pelo tesão, abriu a janela e logo o homem de terno, que já se masturbava assistindo a cena, se aproximou e lhe ofereceu seu pau para que chupasse.  Como nosso carro se encontrava um pouco atrás, deu para ver o pau duro sendo engolido pela boca sedenta da mulher.  Gulosa, chupou e lambeu com desejo, enquanto era devorada pelo companheiro que não se importou com a participação do terceiro.

Tive de segurar os dedos habilidosos de Paulo que massageavam meu clitóris, estava prestes a gozar, mas queria assistir primeiro o desfecho da performance do casal.  Percebemos quando o homem de terno gozou e a mulher manteve seu pau na boca.  Engolindo e sugando cada gota até gozar também,  retirou devagar se deliciando com a cabeça lambuzada em seus lábios, enquanto uma mistura de saliva e porra escorria no canto de sua boca.

Paulo já havia retomado a ação dos seus dedos e me fez gozar assistindo ao vivo uma cena de sexo protagonizada por desconhecidos.  Logo o homem de terno se afastou do carro e guardando seu pau, foi embora em um carro de luxo que estava estacionado um pouco a frente.  O casal também se recompôs e foi embora.

Muito excitado, Paulo queria me foder ali mesmo, porém preferimos nos exibir em outra ocasião no meio das árvores.  De forma imprudente, chupei seu pau enquanto dirigia de volta pela avenida marginal, conseguindo fazê-lo gozar antes de entrarmos para o centro da cidade.   Fiquei com seu pau na boca até sugar cada gota, para que pudesse vestir a calça sem que algum vizinho percebesse quando entrássemos no condomínio.  Por coincidência, encontramos Yuri e Hana que moram na mesma torre e acabamos contando o acontecido e nosso plano de voltar muito em breve no local.  

O desejo era grande e planejamos voltar dois dias depois.  Vesti um vestido verde bem provocante e uma calcinha preta de renda, enquanto Paulo uma calça de malha fácil de ser retirada.  No caminho conversamos sobre o que faríamos, a ansiedade já deixou meu coração acelerado e a minha buceta queimando de tesão.

Na rua já se encontravam alguns carros estacionados, porém nenhum com luzes acesas.  Paramos ao lado do pequeno parque que existia na praça e entramos por um caminho entre as árvores.  Percebi que alguns homens que se encontravam na rua e também ocupantes de um carro nos seguiam. 

No caminho, até chegarmos a uma distância da rua que não  pudéssemos ser vistos por quem passava, senti uma mistura de tesão, ansiedade e medo.  Não sei o que me provocou mais medo, sermos violentados ou a polícia aparecer por lá.  O que me tranquilizava, foi ter lido que havia um código de conduta das pessoas que participavam desse tipo de atividade e que raramente a polícia intervia.

Encontramos um local onde já não era possível ver a rua e uma árvore com um tronco bem propício.  Apoiada de costas, iniciamos um beijo bem molhado e sem perder tempo Paulo retirou a camiseta e baixou a calça.  Sem cueca, seu pau logo saltou e o segurei em minha mão.  Já se encontrava bem rígido, me deixando ainda mais entusiasmada com a aventura.  Ao enfiar sua mão dentro de minha calcinha, pôde perceber pela lubrificação que escorria de minha buceta, o quanto me encontrava excitada.

Vários vultos já eram vistos no escuro e dava para perceber que alguns se masturbavam.  Seria a plateia de nosso show e não pretendia decepcioná-los, quem sabe até deixar que algum participasse.  Meu desejo era uma orgia onde seria fodida por todos eles, mas estava sóbria o suficiente para não chegar a esse ponto.

Me virei e apoiando as mãos na árvore me ofereci completamente para o deleite de meu marido e da audiência excitada.  Levantando meu vestido, inicialmente desceu parcialmente minha calcinha e dobrando o corpo me lambeu do clitóris até o rabo.  Com um gemido alto, procurei animar os que assistiam.  Provavelmente alguns se excitaram com a bunda de Paulo, que parecia se oferecer naquela posição, porém logo se levantou e encaixou seu pau em minha buceta, que o alojou completamente no interior do meu corpo.

Como nos filmes, abri minha bunda para apreciarem melhor a lenta penetração de um pau bem duro em uma buceta completamente molhada.  Alguns homens se aproximaram para ver melhor e um deles despertou em mim um forte desejo.  Era moreno, tinha um pau negro, grande em bem grosso como o de Pedro e se encontrava completamente ereto.  Virei a mão de forma a ficar com a palma virada para cima e ele entendeu que era  para se aproximar.

Seu pau era realmente grande e não conseguia segurá-lo inteiro em minha mão.  Senti um desejo insano de ser abraçada por ele, sentir na minha pele o suor que brotava de seu corpo e ser fodida por ele, mas me contentei em masturbá-lo.  Excitado com minha atitude, Paulo passou a me foder com mais intensidade e a me chamar de puta.  

Molhando minha mão com bastante saliva, tentei fazer daquela masturbação uma punheta inesquecível para aquele homem, que apesar de uma aparência rude tinha um olhar que inspirava carinho.  Quando seu pau passou a deslizar entre meus dedos e na palma de minha mão, vi que fechou os olhos e até suspirar de tesão.

Já me encontrava a ponto de não resistir e pedir para que seu pau substituísse o de Paulo, mas antes que isso acontecesse ele gozou.  Foi um gozo muito intenso e jatos fortes alcançaram minhas costas e minha bunda.  Pude ver que outros aceleraram para gozar e Paulo, que pretendia foder meu rabo, acabou por gozar também lambuzando ainda mais minha bunda.

Senti uma imensa e pervertida satisfação em provocar prazer e gozo para aqueles homens, mas faltava gozar também para completar a exibição.  Me encostei na árvore, abri as pernas e com a voz bem sensual disse ao homem que masturbei: Me chupa que quero gozar também.

Se agachando, segurou com suas mãos calejadas minha bunda e me chupou com uma maestria que me surpreendeu.  Atônito, Paulo assistiu sem sair do lugar, seu pau ficou duro novamente, entregando o tesão que sentiu ao ver aquele homem me levando à loucura com sua língua habilidosa.  Os outros que ainda se encontravam próximos também se excitaram com a cena e alguns se masturbavam novamente.  Vi que um deles se agachou e passou a chupar o pau do que estava próximo a ele, que aceitou sem reclamar.

Não demorei a gozar e fiz questão de uma reação bem escandalosa.   Demorei um tempo para me recuperar e quando me dei por mim, Paulo já me abraçava e levantava minha calcinha.  O homem que me fez gozar se afastou discretamente, enquanto o que havia se agachado continuou por lá chupando o colega, que por fim gozou em sua boca e discretamente foram embora.

Nos recompomos e voltamos para o carro pelo mesmo caminho.  Retornamos para casa e ao chegarmos na garagem, Paulo constatou que meu vestido estava sujo na parte de trás e foi necessário sair com um casaco para disfarçar.  Fomos juntos para o chuveiro e ao me despir, Paulo pôde ver em minha bunda marcas de porra ressecada do seu gozo e do outro homem.  Excitado, me encostou na pia do banheiro e falando em meu ouvido que eu era sua puta safada, foi lambuzando minha bunda com lubrificante.  Finalizou nossa aventura fodendo meu rabo, até saciar seu desejo selvagem e gozar do lado de fora.  Para não me deixar na mão, se abaixou e chupou minha buceta toda lambuzada, até que eu gozasse em sua boca.

No final, concluímos que a experiência havia sido muito excitante e prazerosa, nos levando a desejar participar de uma orgia, porém em condições bem mais seguras.  Por diversas razões, creio que dificilmente seremos adeptos ao “dogging”.