Prazer sem Limites
Episódio 20
A noite com Júlia reservava surpresas. Inexperiente, porém criativa e consumidora de pornografia, levou Sara a um inesperado e extremo prazer.
Não esperei que Júlia relaxasse, me agachei com seu corpo entre as pernas e aproximando de seu rosto, ofereci minha buceta completamente melada, para que sentisse o sabor do tesão que seu corpo era capaz de provocar em uma mulher.
Sob o efeito de uma enxurrada de hormônios e alta dose de adrenalina, reagiu imediatamente. Ao toque de seus lábios macios em meu clitóris, suspirei e fechei os olhos na expectativa de que Júlia retribuísse o prazer que havia lhe proporcionado. Para minha decepção, a garota tinha muito o que aprender, sua língua eufórica e sua boca gulosa, pareciam querer me devorar.
Faltava a experiência de Paulo e teria de mostrar cada passo, para que eu pudesse aproveitar aquele momento único. Acostumada a se masturbar com cenas de pornô lésbico, onde os closes são comuns, era perceptível seu deslumbre ao se deparar com a visão de uma buceta real, completamente exposta diante de seus olhos. Para despertar seus sentidos, comecei gemendo e sussurrando para ir devagar, que seria guiada no caminho de sensações extremamente prazerosas para nós duas.
Júlia entendeu bem o que eu queria dizer e interrompendo o ímpeto de sua boca, se manteve a poucos milímetros, aguardando atentamente minhas orientações. Por alguns instantes, senti em minha buceta apenas o ar quente de sua respiração ofegante e falando baixinho, a incentivei dizendo que aquela simples sensação já era excitante para mim e que imaginasse como seria ao gozar em sua boca.
Meu desejo é que repetisse sem pressa as ações que a levaram ao gozo, me apoiei com as mãos da parede atrás da cama e mandei que primeiro explorasse minha virilha, passando a língua no espaço entre os grandes lábios e as coxas. Com os olhos fechados, aproveitei por alguns minutos sua língua quente e macia.
Sugeri que colocasse os grandes lábios na boca e os chupasse, deslizando delicadamente, sentindo o contraste entre a parte externa e a interna, que além de uma textura diferente, possui o sabor dos fluídos que se espalham como orvalho pela região.
Júlia parecia entorpecida pelo prazer de explorar meus segredos, chegando a fechar os olhos para captar cada detalhe de minha intimidade. Ansiosa, passou a percorrer o espaço entre os grandes e pequenos lábios, desde a entrada da buceta, sentindo mais intensamente o sabor e a viscosidade da lubrificação natural. Sendo o clitóris protegido por um prepúcio, sua língua não o tocava diretamente, apenas sentia sua rigidez na parte superior dos pequenos lábios. Acostumada a se masturbar com os dedos e vibradores, não precisei dizer que sentiria um prazer intenso ao ter esta região massageada pela ponta de sua língua se movimentando de um lado para outro.
Meus gemidos se intensificaram e percebeu que caso continuasse me faria gozar, sem que aproveitasse de todos os prazeres que minha buceta poderia lhe proporcionar. Para evitar meu gozo, alternava colocando na boca os pequenos lábios, os chupando delicadamente me deixando sempre muito próxima do ápice. Quando percebi que estava prestes a gozar, pedi que parasse, para que antes sentisse sua língua em um lugar muito íntimo e especial. Movimentando os quadris para frente, fiz com que sua boca encontrasse meu rabo.
Nem precisei dizer o que deveria fazer, instintivamente lambeu delicadamente as pregas de meu rabo, me fazendo gemer de tesão e desejo de ser penetrada. Depois de várias passadas e algumas chupadas, lhe pedi que o deixasse lambuzado de saliva e lentamente o penetrasse com um ou dois dedos. Júlia não perdeu tempo e foi logo enfiando dois dedos, nos fazendo suspirar juntas.
Agora sim, me encontrava pronta para gozar. Sussurrei para que deslizasse a língua por entre os pequenos lábios, começando pela entrada da buceta, até encontrar o clitóris e com a ponta da língua, aproveitar a provocante sensação de sua rigidez. Antes de seguir em frente, com um terceiro dedo, penetrou minha buceta simulando uma dupla penetração. Eufórica com a iniciativa, me chamou de vadia e que queria me foder como Paulo e Thomaz. Sua ousadia me deixou ainda mais excitada e rebolando em seus dedos, gemi alto enquanto pedia para me foder cada vez com mais vigor.
Somente quando se cansou, colocou sua língua em ação. Segurei para não gozar logo na primeira passada e a privasse do prazer da experiência, mas não aguentei muito tempo e depois de perder completamente o controle, gozei alucinadamente em seus dedos, com contrações intensas e duradouras.
Durante o tesão e o êxtase não sentimos dor, cansaço ou exaustão, porém gozar era como se retornasse à realidade, daí percebi que a posição exigiu de meus músculos e quis logo me deitar. Ao seu lado fui recebida com um gostoso beijo sabor buceta.
Exausta, me esqueci que Júlia era uma garota de vinte e cinco anos em estado de êxtase. Após o beijo, depositou sua perna sobre a minha, encaixando minha coxa entre as suas, sendo possível sentir quão molhada se encontrava sua buceta. Sua boca logo encontrou meu mamilo e delicadamente passou a acariciá-lo e a chupá-lo carinhosamente, enquanto se esfregava em minha coxa.
Fechei os olhos e me entreguei aos desejos de Júlia, que já estimulava minha buceta com os dedos, acendendo o fogo que pensei já ter se apagado. Com à farta lubrificação, três dedos se atreveram a me penetrar, sendo aceitos com facilidade, me proporcionando prazer e o desejo de receber um pau grosso e grande como o de Pedro.
Gemi forte e empinando meus peitos, indiquei que era para não os abandonar, que apreciava os dois estímulos simultâneos. Era perceptível o prazer que Júlia sentia ao me foder, agora com três dedos a dilatar meu orifício e massagear o interior de meu corpo, enquanto esfregava freneticamente sua buceta em minha coxa.
Júlia tinha as mãos pequenas, dedos finos e delicados. Empolgada, juntou o quarto dedo e começou a forçar a entrada dilatada, com movimentos que facilitavam a penetração. Percebendo sua intenção, segurei sua mão, avisando que seria necessária muita lubrificação, mesmo com sua mão pequena. Não imaginava, que da mente de uma jovem tímida, sem experiência, poderia surgir a ideia de um “fisting”, mesmo sendo ela uma consumidora de pornô lésbico, já que esta não é uma prática frequente.
Interrompendo seus trabalhos em meus mamilos, com um olhar decepcionado me disse que havia trazido alguns acessórios, mas não tinha lubrificante. No primeiro momento achei melhor não arriscar, mas não resisti à tentação. Contei que seria minha primeira vez, que já havia tentado com uma parceira, porém sua mão era grande e desisti no meio do caminho. Olhei para o lado, vi que havia deixado minha bolsa na mesinha e sendo prevenida havia nela um tubo de lubrificante.
Esticando o braço, consegui pegar a bolsa e de posse do lubrificante, lambuzei minha buceta e sua mão. Pedi que fosse bem devagar e que continuasse a chupar meus peitos, que toda excitação seria necessária. Recomeçou com três dedos, penetrando bem no fundo e explorando minhas entranhas. A garota era habilidosa e logo senti um desejo intenso de ter sua mão inteira dentro do meu corpo. Com lentos rebolados, permiti que continuasse
Suas mãos pequenas, aliadas a abundante lubrificação, facilitaram e a penetração aconteceu de forma semelhante e prazerosa, como ser fodida por Pedro. Quando por fim senti sua mão completamente no meu interior, percebi que seu punho não era muito grosso e Júlia se revelava uma garota habilidosa na prática de foder outra mulher.
A sensação, que já era indescritível se tornou ainda melhor. Repetidamente, retirava lentamente sua mão e a colocava novamente até o punho. Cada penetração era mais fácil e prazerosa, provocando um êxtase pervertido e alucinante.
Júlia sentia um prazer embriagante ao ver sua mão me penetrando e minha buceta se dilatando, continuando a esfregar euforicamente sua buceta em minha perna. Quando percebeu que iria gozar, sufocou seus gemidos com a boca em meus mamilos e gozou apertando minha perna com suas coxas.
Mesmo durante o gozo, não interrompeu a penetração, muito pelo contrário, aproveitando a dilatação fodeu com energia me deixando enlouquecida. Assim que se recuperou, se posicionou entre minhas pernas e após apreciar um pouco mais sua mão alargando minha buceta, decidiu me fazer gozar novamente.
Não foi difícil atingir o objetivo, bastou algumas lambidas no clitóris durante o movimento de entrar e sair que gozei desesperadamente, com sua mão dentro de minha buceta. As fortes contrações com a buceta completamente preenchida e a musculatura da entrada fazendo força no pulso de Júlia, me propiciaram o que foi provavelmente o gozo mais desvairado que havia experimentado. Segurando sua cabeça entre as pernas e não permitindo que retirasse a mão, compartilhei com Júlia toda minha vibração e prazer, até que meu corpo entrasse no modo relaxamento, que demorou alguns minutos a acontecer.
Agora sim, Júlia estava satisfeita e como eu, exausta. Deitou-se ao meu lado e dobrando as pernas, pediu para que a abraçasse fazendo conchinha. Dormimos sem perceber e só acordei de madrugada. No celular diversas mensagens de Paulo, que a partir de certa hora desistiu e Thomas acabou dormindo com ele em nossa cabine.
Depois que Júlia acordou, ficamos por mais de uma hora conversando sobre tudo que havia acontecido. Concluímos que Júlia realmente sentia muito mais prazer com mulheres, principalmente ao assumir o papel ativo, como Nádia e Rosana. Imaginando o que teria acontecido entre Paulo e Thomas, me vesti com a calcinha de Júlia e voltei para nossa cabine.
