Contos Eróticos Sexo Livre

Erotismo em forma de Série

Publicado o Episódio 01 da Terceira Temporada

Publicada a ilustração do Episódio 01

Swing no Caribe

Episódio 14

Depois de uma tarde de sexo grupal, os casais se encontram no bar e entusiasmados pela bebida revelam seus sentimentos à respeito das experiências compartilhadas. Seria só o principio de uma noite de despedida, que ainda reserva muitas emoções.

“Concluiu que além de tudo, Sara havia se saído muito bem como o segundo homem dentro de dela, fazendo com que perceber que o que realmente queria não era necessariamente ser penetrada por dois paus de verdade, mas duas pessoas cheias de tesão por ela.

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Sob o impacto de toda a loucura daquela tarde, Sara não propôs tomarmos banho juntos, precisava de um tempo sozinha para processar tudo aquilo.  Aguardei na cama dando uma olhada no celular e aproveitando para transferir os vídeos para uma “pasta segura” que só poderia ser acessada com uma senha, que somente eu conhecia.  Fiquei impressionado com as cenas, muito melhores e mais eróticas do que qualquer filme pornô que já tinha assistido.  Só não era fácil nos ver como protagonistas. 

Imaginei como seria excitante fazer a edição, provavelmente sozinho, me masturbaria a cada cena.  Rafael e Nádia iriam embora na manhã do dia seguinte, mas já sentia saudades daquele casal maravilhoso, que havia nos proporcionado momentos inesquecíveis.  Essa seria nossa noite de despedida.

Enquanto nos vestíamos para o jantar, combinamos de propor a noite de despedida na boate do hotel.  Sara vestia sem sutiã, o mesmo vestido branco que usou em uma praia da Bahia, na noite em que quase fizemos uma loucura.  Foi quando tirou a calcinha no meio da escada e descemos para a piscina quase deserta.  Sentados em uma espreguiçadeira, enfiei minha mão entre suas pernas e a masturbei com meus dedos em sua buceta molhada.  

Não havia hóspedes na piscina e não vimos ninguém nas janelas dos apartamentos, apenas ao longe ouvíamos o barulho dos funcionários que faziam a limpeza dos bares.  Me deu um desejo enorme de chupar sua buceta ali mesmo.  Cheguei a enfiar minha cabeça por baixo de seu vestido, mas fiquei só em uma lambida.  De qualquer forma valeu a pena, estávamos a caminho do quarto e a excitação da aventura rendeu uma noite de muitas loucuras.

Encontramos o casal nos esperando no restaurante para o jantar, que como de costume chegaram primeiro.  Nádia estava deslumbrante em um vestido curto, vermelho e rodado.  Na parte de cima tinha alças que desciam para os pequenos bojos, deixando quase à mostra seus maravilhosos peitos morenos.  Não sei qual dos dois ficaram mais excitados, cumprimentei Nádia com um beijo no rosto, mas Sara aproveitou para abraçá-la.  Rafael, com sua bermuda branca e camisa de mangas curtas, também chamou a atenção de Sara, que o cumprimentou com um beijo no rosto.

Durante o jantar a conversa fluiu descontraída, conversamos sobre o hotel e a volta ao Brasil, mas sem falar sobre o que rolou durante a tarde.  Combinamos de ir para o bar e depois para boate dançar e nos divertir.  Rafael apenas perguntou o que eu havia feito com os vídeos.  Respondi que estavam guardados no celular, protegidos por senha e que se todos concordassem faria uma edição ao retornar ao Brasil.  Porém se preferissem, com muito pesar, deletaria todos do meu celular. 

Para minha alegria, concordaram com que eu fizesse a edição e depois enviasse para eles, contanto que não demorasse, já que estavam ansiosos para assistir.  

Após o jantar fomos para o bar e logo pedimos os drinques favoritos.  Sara logo avisou que naquela noite não haveria restrições, qualquer coisa Rafael deveria levá-la para o quarto em seus braços fortes.  Para descontrair ainda mais, Nádia perguntou para qual quarto deveria ser levada.  O assunto rendeu muitas risadas e comentários insinuantes, mas depois daquela tarde, dificilmente teríamos disposição para outra maratona sexual.

Depois de algumas doses, Nádia e Sara foram à toalete e voltaram com um sorriso muito suspeito que me deixou curioso.  Já um pouco alterada, Sara começou a falar da saudade que iríamos sentir com a partida deles e que os três dias que ainda ficaríamos no hotel não seriam os mesmos, mas que não era para ninguém chorar naquela noite que deveria ser só de alegria. 

A surpresa estava por vir, abrindo sua bolsa, Nádia tirou uma minúscula calcinha vermelha fio-dental e me entregou explicando: “Na toalete esfreguei bem em minha buceta molhada, para que fique alguns dias com meu cheiro e possa se lembrar de mim quando sentir saudades.  Se preferir, Sara pode vestir e transarem imaginando um ménage.  Afinal de contas, pulamos o ménage e fomos direto para o sexo grupal.”.

Da mesma forma, Sara entregou para Rafael uma calcinha branca, também fio-dental, fazendo que como eu, ficasse sem palavras.  Sob efeito dos drinques, já me encontrava eufórico o suficiente para que antes de guardar, de olhos fechados, desse uma boa cheirada e sentisse a umidade daquela peça minúscula.  O cheiro da buceta de Nádia fez com que meu coração acelerasse e meu pau imediatamente ficasse duro de tesão.  Me chamando de safado, Sara me beliscou, descontraindo o ambiente que por um instante havia ficado tenso.  Rafael apenas agradeceu, dizendo que foi muito bom ter nos conhecido e quem sabe nos encontraríamos novamente ou até poderíamos programar uma viagem juntos, afinal de contas, todos gostávamos muito de viajar.

Mais algumas doses e propus falarmos sobre nossas impressões sobre o que aconteceu naqueles dias, principalmente naquela tarde.  Estávamos sentados em um canto do bar, sem ninguém nas mesas próximas e provavelmente não seríamos ouvidos.  

Nádia foi quem tomou a iniciativa de começar dizendo que desde que se iniciaram na prática do swing, nunca haviam tido uma experiência como aquela e que na verdade, nunca tinham transado com os dois casais juntos no mesmo quarto.  

Sempre fizeram tudo de comum acordo, desde a escolha dos casais, o local e os limites que deveriam respeitar.  Nada de BDSM ou qualquer prática fora daquilo que conheciam e concordavam em praticar.  

Completou dizendo, que como havia me falado, já haviam feito ménage com duas mulheres, mas nunca com dois homens e que sentia mais atração pelo corpo feminino, mas adorando um pau na buceta e no rabo.  

Nádia foi interrompida pelo garçom, que veio nos perguntar se queríamos mais drinques e algum tira-gosto.  Aceitamos e assim que ele se retirou, Nádia pode continuar me elogiando, dizendo que eu era diferente de todos os homens com quem já havia transado, que faziam questão de exibir uma masculinidade muitas vezes falsa.  

Destacou que eu era autêntico, não tinha nenhuma pretensão de ser o modelo de homem que as mulheres se sentem atraídas, mas se preocupando apenas em proporcionar prazer a elas e que me considerava um homem de verdade, que não tem vergonha de revelar seu lado feminino, carinhoso e atencioso, mas vigoroso no momento certo.  E para completar acrescentou que que além de tudo chupava muito bem uma buceta.

Após ser interrompida por nossos risos discretos, continuou contando que comigo se sentiu à vontade para realizar duas fantasias que sempre teve.  Primeiro que na inversão de papéis, pode sentir um pouco do que os homens sentem fodendo uma mulher e que gostou muito, principalmente porque eu havia assumido para valer o papel feminino, fazendo com que a experiência além de prazerosa se tornasse divertida.  Completou olhando para Sara e dizendo que ela deveria aproveitar mais esse meu desejo.  

A segunda foi ser penetrada por dois homens.  Já havia visto cenas em vídeos pornô, mas apesar de despertarem seu desejo, a maneira como aconteciam a deixavam com receio, já que na maioria das vezes, a mulher era praticamente violentada.

Se já não tivéssemos tanta intimidade, eu teria ficado bem envergonhado, mas no final, me senti até bem com seu depoimento.

Com um olhar provocante, que certamente a deixou excitada, se dirigiu a Sara dizendo que além de muito gostosa, seu jeito reservado a tornava misteriosa, mas que se revelou uma mulher muito quente e sedutora e que ficava com tesão só de imaginar seus corpos juntos.  Concluiu que além de tudo, Sara havia se saído muito bem como o segundo homem dentro de dela, fazendo com que perceber que o que realmente queria não era necessariamente ser penetrada por dois paus de verdade, mas duas pessoas cheias de tesão por ela.

Discretamente batemos palmas para ela e brindamos a nossos maravilhosos momentos juntos.  

Descontraída por três margaritas, Sara resolveu se abrir dizendo que como Nádia havia dito ela era reservada, mas que já estava em condições de falar.  Começou dizendo que na verdade, sua expectativa era de aproveitar comigo a viagem, já que o clima era propício e com a ajuda das margaritas poderíamos viver momentos bem eróticos, com muitas fantasias.  Lembrou que eu a incentivava a experimentar o sexo com outro homem em algum lugar distante, onde não houvesse possibilidade de qualquer envolvimento ou que alguém conhecido pudesse vir a saber, inclusive brincando que nesta viagem poderíamos conhecer algum homem ou até mesmo um casal para fazermos um swing.  

Continuou contando que mal chegamos e transamos antes de dormir e que eu a fizera gozar na manhã seguinte assim que acordou.  Que o clima já era propício e conhecer Rafael e Nádia era o que faltava para seu corpo erótico se acendesse e que primeiro momento, foi Rafael quem atraiu seus olhares e fez com que sua buceta ficasse molhada.  

Confessou que ficou verdadeiramente eufórica quando surgiu a possibilidade de transar com ele, mas que foi realmente difícil aceitar a ideia de que eu ficasse com Nádia, porém ao concordar em ficar na mão, eu havia provado o quanto a amava e como também me ama, teria de confiar e vencer sua personalidade possessiva.  

Quanto à noite com Rafael, disse que havia sido maravilhosa, que naquele corpo forte e másculo, morava um homem carinhoso e sensível, que foi perfeito para a realização de sua fantasia, mas que não poderia comparar com o sexo comigo, já que a situação era diferente, existia a emoção do novo, do inesperado.  Que se fizéssemos outra vez, certamente seria novamente gostoso, mas provavelmente não contaria com a mesma emoção.  

Concluiu que que algum dia, de comum acordo, ela até tope transar com outro, mas já não será a mesma coisa, sem contar que com Rafael o padrão havia sido alto, ficando mais difícil se satisfazer da mesma forma com qualquer outro homem.

Rafael sorriu envergonhado, mas Nádia ajudou dizendo que realmente o padrão era alto, forte e tesudo.  Concordei também e deixamos com que Sara continuasse, após o garçom trazer mais uma rodada de drinques, que cada vez mais nos deixavam a vontade.

Entusiasmada, desta fez foi Sara quem olhou para Nádia com um olhar quase que apaixonado dizendo que ela havia sido sua grande descoberta.  Que apesar de minhas sugestões, nunca havia se interessado em ficar com mulheres e que não tinha ideia de como seria bom e prazeroso.  

Em tom emotivo disse a Nádia que ela era sensacional, que além de linda e sensual, tinha uma alegria e um fogo que a conquistou e que não dava para descrever com palavras tudo que sentiu por ela.  Completou que além de amante, ela havia sido uma amiga, que cuidou dela em cada momento e que quem sabe até passaria a se interessar mais por mulheres, já que não podia negar que havia aprendido a sentir tesão pelo corpo feminino, mas que de qualquer forma, assim como Rafael, o padrão havia sido muito alto.

Sob o efeito da bebida e me sentido íntimo do casal, interrompi dizendo que era obrigado a concordar com Sara em relação aos dois, já que não podia negar que Rafael também havia me proporcionado momentos de intenso tesão e prazer. 

Para completar, Sara não deixou de falar sobre nossa aventura de sexo grupal.  Sua conclusão é que havia sido sensacional, porém como Nádia, achava que seria difícil encontrar um homem em quem confie, para fazer novamente uma DP.   Quem sabe em um ménage, comigo e outra mulher, ela até queira ser penetrada pelos dois, afinal de contas, Nádia havia dito que foi muito bom quando ela fodeu sua buceta junto com Rafael.  Finalizou olhando para mim de forma bem sacana, dizendo que quem sabe um dia desses, faria de mim uma putinha bem safada.

Entusiasmados, rimos e batemos palmas para Sara que agradeceu balançando a cabeça.  Ficamos em silêncio enquanto Nádia e Sara nos olhavam, esperando que algum de nós tomasse a iniciativa.  Por natureza, as mulheres têm mais facilidade para falar, as vezes até demais.  Quando pensei em falar, Rafael resolveu se manifestar.

Começou perguntando se havíamos percebido que não era de muitas palavras, mas antes que respondêssemos continuou dizendo que a ocasião pedia que ele se manifestasse e que achava que depois das doses de whisky que tomou, conseguiria dizer alguma coisa.

Beijando seu rosto, Nádia o interrompeu chamando de “meu amor” e dizendo que tinha certeza disso.

Rafael continuou comentando que desde que nos viram, ficaram interessados em nos conhecer.  Que eu parecia ser um cara legal e ambos se sentiram atraídos pela bonita e misteriosa Sara.  Disse que me pedia desculpas, mas que normalmente quem chama a atenção é a mulher, e que nunca haviam se interessado por um casal por conta da beleza do homem.  Claro que, mesmo que a mulher fosse muito atraente, não escolheriam um casal em que o homem parecesse ser rude, idiota ou imaturo.  

Completou que o interesse havia ficado ainda maior, depois que nos conheceram melhor, viram que éramos um casal maduro e com muita coisa em comum com eles, além do fato de estarmos casados a tanto tempo e que tudo aconteceu naturalmente, nada foi forçado, somente quando Sara não concordou com que Nádia ficasse com Paulo é que complicou um pouco. 

Rafael fez então questão de frisar, que apesar de ter concordado, tinha certeza de que Nádia não estava satisfeita, não por ficar na mão, mas por estarem deixando de lado as regras com que pautavam sua relação, que sempre foi baseada no amor, no respeito, na confiança e na honestidade.  Completou dizendo que caso Sara não mudasse de ideia ele mesmo cancelaria o encontro.

Rafael já havia conversado comigo e explicado que algumas pessoas confundem a prática do swing com um casamento aberto, mas não é a mesma coisa.  Que o swing é uma troca baseada em consentimento e prazer mútuo, diferente do casamento aberto, que apesar de existirem regras, cada um tem a liberdade de sair, quando e com que quiser.  Contou que Nádia só havia concordado com a restrição imposta por Sara porque sabia que ele estava interessado nela e não queria que ele ficasse decepcionado, mas sabia que tudo daria errado, que Nádia e eu consideraríamos que não existia confiança por parte de Sara, enquanto Sara e ele ficariam se sentindo culpados, como se tivéssem sido infiéis.  Na ocasião pensei comigo que ficaria ainda pior se a decepção e a tentação fizessem com que rolasse alguma coisa entre mim e Nádia.

Com a chegada de novos drinques trazidos pelo atencioso garçom, Rafael deu uma pausa.  Já meio altos, brindamos e ele pôde continuar seu depoimento após Sara pedir desculpas, dizendo que realmente no primeiro momento havia sido egoísta e só pensado no seu prazer, mas que felizmente caiu na real e mudou de ideia.

Segurando com carinho sua mão, Nádia a corrigiu dizendo que não teria de se desculpar de nada, que tudo havia sido muito para sua cabeça, afinal de contas era trinta e cinco anos de casamento, mas que no final tudo deu certo e que além dos momentos de prazer vivenciados juntos, havia agora uma relação de amizade e confiança.  

Após bebericar seu drinque para molhar a boca, Rafael voltou-se para Sara e continuou dizendo como ela era uma mulher maravilhosa e que havia sido ótimo descobrir seus mistérios.  Destacou que como Nádia havia dito, por trás do visual reservado e discreto existia uma mulher sensual e fogosa, e que bastava alguém acender esse fogo e que as três horas que passaram juntos foram de muito tesão e prazer.  Meio sem graça, completou que nem conseguiu acreditar, quando ao final ela o presenteou no chuveiro com um sensacional boquete.

Se estivesse um pouco mais sóbria, Sara teria corado de vergonha, mas no estado em que se encontrava foi capaz de olhar para Rafael e passar sensualmente a língua nos lábios enquanto passava as mãos em suas pernas para ver se ele estava excitado.  Sara novamente nos surpreendeu, provavelmente deixou Rafael excitado, tanto que teve dificuldade para continuar, tendo de bebeu mais um pouco do whisky para finalizar.

Finalizou falando sobre como a loucura da tarde foi excepcional, que a conexão que existiu entre nós foi realmente uma experiência inesquecível e que até o beijo que teve que me dar não foi tão ruim assim, mas o mais difícil foi aguentar por tanto tempo sem gozar, afinal de contas, nas duas vezes havia ficado por último.

Ironicamente Nádia comentou que dessa maneira ele pode aproveitar muito mais que nós, mas corrigi apoiando o amigo dizendo que ela não sabia como é difícil para um homem segurar o gozo.

Para nossa surpresa Rafael fechou o assunto com uma expressão bem sacana: “Se é assim, realmente aproveitei bastante, fodi o rabo de todos e ninguém fodeu o meu”.  

Caímos todos na risada, felizmente ele falou baixo e ninguém mais ouviu, apenas observaram que em nossa mesa pareciam todos embriagados, coisa normal em um hotel all inclusive como aquele.

 Só faltava o meu depoimento.  Não sei se ficou mais fácil ou mais difícil estando embriagado, mas consegui me virar.  Comecei dizendo que não tinha muito mais que dizer, que já haviam dito tudo, mas não concordaram dizendo que teria de falar de minhas conclusões pessoais.  Por fim soltei a língua, fazendo com que todos rissem de minha colocação inicial: “Primeiramente gostaria de dizer que os três são um tesão!”.

Continuei falando primeiro de Rafael:

– Rafael, apesar de não me interessar por homens, desde o início senti muita atração por você, ninguém falou, mas tenho certeza de que existe um consenso que você é muito bonito e gostoso.  Realmente, o beijo não foi tão ruim assim, nem sua porra em minha boca, mas o melhor de tudo foi gozar com seu pau no meu rabo enquanto chupava a buceta de Nádia, além da buceta dela, seus vinte e três centímetros são uma delícia.  Deu para entender por que Sara ficou tão satisfeita com as três horas que passou com você.  Nádia, você é uma mulher de sorte, além de tudo isso tem um marido muito educado e carinhoso.

Apesar de estarem também embriagados, ficaram assustados com minhas palavras curtas e diretas, ficando apenas me ouvindo continuar:

– Sara, tampe os ouvidos que vou falar de Nádia e não quero que fique com ciúmes, seja de mim ou dela.  Nádia, você é uma mulher simplesmente maravilhosa, se não fossemos casados queria te levar para viver comigo.  Além de ser sacana, alegre e divertida é espetacularmente bela.  Seus peitos e sua bunda são lindos, sua buceta e seu rabo são deliciosos, seria capaz de ficar um dia inteiro só te lambendo e chupando.  Além de tudo isso, quando quer, faz muito bem o papel de homem, adorei dar meu rabo para você, enquanto me chamava de sua putinha, acho que Rafael deveria experimentar também.  Mas o melhor de tudo foi ver você e Sara juntas, por mim seriam amantes.

Só faltava falar de Sara, que me olhou atentamente para ouvir o que iria dizer:

– Quanto a Sara, vocês já a conheceram e disseram tudo sobre ela.  Você sempre foi o amor da minha vida, sempre te achei linda e gostosa, principalmente seu delicioso rabinho.  Talvez não seja o homem bonito e másculo de seus sonhos, mas serei sempre o que te fará sentir prazer e gozar.  Senti muito prazer com os detalhes de sua noite com Rafael e sua transa com Nádia, que ainda não me contou direito, afinal de contas seu prazer é sempre meu maior prazer.  Seu gozo com meu pau e o de Rafael foi o momento mais incrível que já vivi com você.  

Emocionada, Sara me beijou e todos me aplaudiram.  Apesar de embriagados, nossas palavras foram muito sinceras.  Para finalizar meu depoimento resolvi complementar:

– Quanto ao sexo grupal de hoje a tarde, foi simplesmente sensacional, vou gozar muito ao editar os vídeos, parabéns a Nádia e Sara que escreveram o roteiro.Estávamos todos tão embriagados que chamávamos a atenção dos casais que estavam no bar.  Sem imaginar o que conversávamos, o garçom que nos atendia e de certa forma foi o responsável por nossa embriagues, havia entrado no clima e quando batíamos palmas nos acompanhava alegre.