Contos Eróticos Sexo Livre

Erotismo em forma de Série

Publicado o Episódio 01 da Terceira Temporada

Publicada a ilustração do Episódio 01

Swing no Caribe

Episódio 13

Novas surpresas estavam programadas para aquele encontro.  Pela primeira vez Nádia experimentaria uma dupla penetração, uma fantasia que enfim seria realizada.  Sara novamente narra cada detalhe da parte final daquela tarde excitante, cheia de emoções para todos.

Quando senti que tinha os dois dentro de mim, pedi para ficassem quietos.  Queria sentir de novo a sensação de quando Rafael enfiou tudo em meu rabinho, só que agora era melhor ainda, tinha também o de Paulo bem no fundo de minha buceta. “

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Exaustos, acho que praticamente desmaiados, nos deitamos juntos.  A cama era grande e coube os quatro, eu e Nádia ocupamos o centro, deixando os rapazes nas laterais.  Ofegantes, ficamos por alguns minutos olhando para o teto, tentando recuperar o fôlego. 

Quando me recuperei, ainda segurava o celular que continha o registro de tudo que aconteceu.  Olhei para o lado e vi que Rafael segurava seu pau já amolecido, mas ainda grande, que pingava em sua barriga, escorrendo até o lençol.  Paulo e Nádia não tiveram forças para ir ao banheiro se lavar, mantinham seus rostos sujos do banho de porra que receberam de Rafael.  Senti em minha perna o lençol molhado pelo gozo de Paulo.  O quarto cheirava a suor e sexo.  Em condições normais, acharia tudo nojento, mas parecia que a excitação ainda corria em minhas veias e todo aquele clima era muito erótico.

Fiquei pensando, se ao recobrar a consciência, Paulo se sentiria constrangido, afinal, se encontrava com o rosto todo lambuzado de porra, além de ter sido filmado dando o rabo para um homem com um pau de vinte e três centímetros.  Olhei seu rosto e vi somente satisfação, afinal havia realizado uma de suas maiores fantasias.  Sorri pensando que não havia motivos para constrangimento, já estávamos todos muito íntimos.  Eu já sabia de suas fantasias, Nádia já havia fodido seu rabo chamando de sua putinha e Rafael comido a buceta e o rabinho de sua esposa.

Recobrando as forças, percebi que todos estávamos à vontade com a situação.  Ainda deitados, conversávamos sobre tudo o que aconteceu e sobre o filme produzido.  Cada um falou livremente do que sentiu e de seus melhores momentos.  Até Rafael ficou mais à vontade para dizer que o rabo de Paulo era muito gostoso e que ele chupava muito bem.  Não resistindo, Nádia e eu tivemos de rir do comentário de Rafael, fazendo com que Paulo completasse que tinha mais experiência com bucetas.  Olhei para Nádia e juntas concordamos.

Como sempre, Paulo leva nas viagens algum dispositivo para assistir a filmes e séries, podendo colocar a imagem do celular na TV do quarto.  Depois de todos irem ao banheiro, servimos algumas doses das bebidas disponíveis no frigobar e sentados na cama começamos a assistir as gravações.

Ficamos excitados logo nas primeiras cenas, ver Nádia e eu fazendo um 69 foi um deleite para todos.  Paulo elogiou a beleza e a performance de nós duas, comentando que seríamos um sucesso nos sites só de mulheres que ele conhecia.  Brinquei que ele era viciado nesses sites, mas que ultimamente andava bisbilhotando outros, com cenas bissexuais.  Paulo explicou que até gostava das cenas de uma mulher e dois homens que também se pegavam, porém não lhe agradava ver os beijos entre eles.  Rafael concordou, que até gostou de foder seu rabo enquanto me fazia gozar, mas nada de beijos.  Nádia retrucou, lembrando que já que gostam de ver duas mulheres se beijando, porque não podem se beijar para que elas assistam.

A conversa tomou um rumo perigoso.  Nádia, que estava ao meu lado, me deu um beijo bem molhado e falou que queria ver um igual entre Rafael e Paulo.   Obviamente não concordaram, mas como Nádia era muito sacana, fez uma proposta que os deixou sem saída:

– Se vocês se beijarem, topo fazer uma DP com os dois.

– Boa ideia! Quem sabe eu também topo. – Completei sem pensar no que significava.

Paulo percebeu logo que Sara queria ter os dois penetrando seu rabo e sua buceta ao mesmo tempo e aproveitou para tirar proveito da situação.  Quanto a mim, achou que estava blefando, já que falei “Quem sabe”.  

Como estava no lado oposto da cama, Paulo se levantou para ir até Rafael conversar sobre a proposta.  Resolveram fazer uma contraproposta para ver se desistíamos do beijo.   Topariam, se “as duas” se comprometessem a fazer.  

Nádia olhou para mim, que para meu próprio espanto, fiz sinal com a cabeça concordando.  Nádia disse que concordávamos, porém o beijo deveria ser de língua e teria de durar pelo menos cinco minutos.  Como visto, a conversa realmente havia tomado um rumo perigoso.   Paulo, apesar de ter gostado de dar o rabo, não apreciava a ideia de beijar um homem, e segundo Nádia, Rafael já havia experimentado, detestando a experiência.

A dupla penetração, é uma fantasia sempre presente na imaginação dos homens e comum de ser ver nos sites pornô.  Nádia havia me contado, que mesmo praticando swing a mais de três anos, nunca tinha topado, mas que estava muito interessada em experimentar.  Certa vez, brinquei com Paulo com um plug anal, mas nunca havia pensado em fazer com outro homem.  

Surpresos, porém entusiasmados, barganharam o tempo do beijo para dois minutos, considerando que cinco minutos eram demais para ficarem se beijando.  Nádia concordou, já que seria ela quem controlaria o tempo e na verdade tinha outros planos.  

Estávamos todos nus, mas com a descontração, a nudez já não era combustível para a excitação.  Já o filme e a conversa reacendeu o clima erótico do encontro, sendo perceptível nos homens, que não têm como disfarçar.  Rafael e Paulo ficaram de pé, enquanto Nádia e eu, ajoelhadas na cama nos preparamos para além de assistir, filmar tudo.  Achei divertido perceber o constrangimento dos dois se olhando sem saber o que fazer,  com o convívio com Nádia, descobri que também poderia gostar de uma boa sacanagem.  Comecei a filmar e Nádia logo apontou para seus membros, mostrando que estavam excitados mesmo antes de começarem o beijo.  Com a voz sensual, porém irônica, os incentivou dizendo que não precisavam ficar com vergonha, era só um beijinho.

De olhos fechados, começaram o beijo, deixando Nádia eufórica:

– De olhinhos fechados.  Que romântico!

– Nossa! Me deixou com tesão!

– Vamos lá!  Sei que sabem usar a língua, tem de ser bem molhado.  

A torcida de Nádia, fez com que a cena ficasse bem divertida, porém filmando, me deixou muito excitada.  Passaram-se os dois minutos, mas Nádia não avisou, esperou que os dois ficassem com o pau bem duro.  Por mais que não gostassem da ideia, o beijo os deixou excitados e era exatamente isso que ela queria.  Quando ficou satisfeita com o resultado, avisou que havia terminado o tempo.  Percebi a vergonha em seus rostos, principalmente por estarem excitados.  Paulo me confessou depois, que realmente ficara excitado, mas que não gostou da experiência, concluindo que realmente não sentia atração natural por homens.

Antes que reclamasse do tempo, Nádia mandou que Rafael se deitasse na cama e pegando o celular pediu para que eu o mantivesse com o pau bem duro.  Rafael se deitou, enquanto Paulo continuou de pé assistindo.  Já excitada, vi que eu seria a primeira e sem perder tempo me posicionei sobre Rafael, com minha buceta em seu rosto.  Coloquei minha boca e minha habilidosa língua para trabalhar, enquanto sua língua lambia minha buceta e meu rabinho, nos preparando para a prometida DP.

Enquanto filmava, Nádia abraçou Paulo por trás,  segurando seu pau, o incentivou em voz alta para todos ouvirmos:

– Olha só como ela chupa gostoso!

– Vai receber aquele pau enorme no seu rabinho apertado.

– Rafael é mestre em preparar um rabinho, veja como lambe direitinho.

– Fique tranquilo que a buceta dela vai ser sua.

Pegou a mão de Paulo e apertou em sua buceta dizendo que ela também seria dele, que a deixasse bem molhadinha.  Vi que Paulo estava bem excitado, seu pau, que apontava para mim, já não cabia na mão de Nádia. Não sei dizer o que mais me excitava, se a língua de Rafael percorrendo minha buceta e meu rabinho, se seu pau enorme em minha boca ou ver Paulo excitado se preparando para me foder junto com Rafael.

Quando não aguentei mais de tesão, me movimentei para frente e levantei meu corpo.  Nádia pegou logo o tubo de lubrificante e foi me ajudar lambuzando meu rabinho com gel, evitando assim que eu o deixasse entrar sem a devida lubrificação.  Foi gostoso sentir meu rabinho se contrair ao contato com o gel frio, mas ao mesmo tempo fiquei preocupada com o tamanho do pau que iria entrar ali.  Lambuzando o pau de Rafael o posicionou bem na entrada de meu rabinho, me pedindo para que fosse me sentando devagar, rebolando para facilitar a entrada.  

Foi mais fácil que imaginei, naquela posição ficou mais fácil relaxar, além de ter o controle da penetração.  Logo pude sentir os vinte e três centímetros de Rafael dentro de mim.  Tive até de parar um pouco, para aproveitar aquela deliciosa sensação.  Rafael quase gemia quando eu contraia meu rabinho, apertando seu pau dentro de mim.  A vontade era ficar com ele só no fundo, mas o tesão era grande e logo comecei a cavalgar.   Enquanto isso, louco de tesão, Paulo filmava minha performance.  Ficou melhor ainda, quando Rafael me segurou pela cintura e passou a movimentar seus quadris para cima, fazendo com entrasse ainda mais fundo.

Nádia abraçou Paulo novamente, segurando seu pau, mandou que esperasse um pouco e aproveitasse o show.  Além do prazer que sentia no meu rabinho, a cada entrada sentia a pressão no interior de minha buceta que me deixava ainda mais excitada.  Vendo o pau duro de Paulo, senti o desejo de tê-lo em minha buceta.  Instintivamente deitei meu corpo, me apoiando na cama, oferecendo a Paulo minha buceta toda encharcada.  

Rafael era forte e conseguiu me segurar, desta forma aliviou o peso de meu corpo, antes suportado apenas por meus braços.  Vi depois na gravação, que minha buceta ficou linda, se abrindo como uma flor.  Segundo Paulo, a imagem ao vivo, foi a mais excitante que já presenciara.  Nádia não resistiu e se antecipou a Paulo, que já se preparava para fazer sua parte.  Olhando em meus olhos, lambeu várias vezes minha buceta. Começava pelo pau de Rafael, que naquela posição em que me encontrava não ficava totalmente enfiado no rabo.  Ao passar pelo buraquinho dilatado de minha buceta, enfiava a língua lambendo por dentro para só depois continuar pelo interior dos pequenos lábios.  Ao encontrar meu clitóris, lambia várias vezes com a ponta da língua me fazendo gemer e contrair meu rabinho, apertando o pau de Rafael.  Meu clitóris estava inchado e sensível, saltando para fora de minha buceta.  Não se tratava da sensibilidade que ocorre após o gozo, que faz com que o toque seja incomodo, mas uma intensa excitação, que ao menor contato dispara uma maravilhosa sensação de prazer que percorre todo o corpo. 

Repetiu várias vezes, percebi em seus olhos negros o forte desejo que sentia, mas vendo o desespero de Paulo, deixou que ele assumisse em seu lugar. Louca de tesão, passou a se masturbar, enquanto continuava a gravação.  

Nos filmes parece mais fácil que na realidade, Paulo encontrava dificuldades em achar uma posição e tive que ajeitar meu corpo para facilitar.  Com o pau de Rafael em meu rabinho, minha buceta ficou mais apertada, dificultando ainda mais.  Mesmo tomando Viagra, estas situações fazem com que Paulo fique tenso e as vezes seu pau perde a rigidez.  No caso até ajudou, facilitando a entrada em curva em minha buceta, ficando novamente duro, já que ao entrar, Paulo relaxou.  Quando senti que tinha os dois dentro de mim, pedi para ficassem quietos.  Queria sentir de novo a sensação de quando Rafael enfiou tudo em meu rabinho, só que agora era melhor ainda, tinha também o de Paulo bem no fundo de minha buceta.  Da mesma forma contraí várias vezes meu rabinho e consequentemente minha buceta, deixando os dois enlouquecidos.

Com o movimento dos meus quadris, fiz com que entendessem que poderiam me foder direito.  Os movimentos eram praticamente sincronizados, quando um entrava o outro saía.  Antes que perdêssemos o controle, avisei que era para não se empolgarem demais, não queria que aquela sensação deliciosa se tornasse incomoda ou até dolorida.  Foi realmente delicioso, tinha o controle da situação, me sentindo poderosa com dois homens loucos de tesão me possuindo.  A vontade era que ambos gozassem dentro de mim, mas não poderia deixar Nádia na mão.  Mesmo empolgados, enfiavam em um ritmo gostoso, respeitando os limites de meu corpo.  Se fossem seguir o script dos filmes pornô, me deixariam esfolada nos dois buraquinhos.

Com o tempo, fui eu que perdi o controle e passei a me movimentar, sugerindo que aumentassem o ritmo.  Nádia era sacana, gostava de se divertir, mas ao mesmo tempo era cuidadosa.  Quando percebeu a situação, usou seus dedos para massagear meu clitóris, me fazendo gemer loucamente e gozar.  Acho que foi o gozo mais intenso de toda a minha vida.  Percorreu todo o meu corpo, como se estivesse em choque.  As contrações envolveram toda a minha região pélvica.  Apertei tão forte os dois dentro de mim que Rafael e Paulo até gemeram.  Não sei quanto tempo durou, só sei que mesmo após as contrações fortes, fiquei por algum tempo sentindo contrações espaçadas.  Boquiabertos, os três ficaram quietos por mais de uns cinco minutos esperando que eu me recuperasse.

Quando gozei, Paulo teve de segurar para não gozar junto.  O tempo de espera ajudou para que se acalmasse e com jeito tirou seu pau todo lambuzado, de dentro de minha buceta.  Achou até que tinha gozado, mas viu logo que era somente minha abundante lubrificação.  Com a ajuda de Rafael fui me levantando, enquanto seu pau saía de meu rabinho.  Levantei-me bem devagar.  Que delícia foi sentir ele saindo, meu rabinho contraído apertava seu pau ainda duro, me fazendo sentir um enorme prazer, inclusive quando a cabeça saiu deixando meu rabinho se fechar.  Nunca vou me esquecer dessa sensação.

Nádia se encontrava excitadíssima, quase gozando também.  Sem perda de tempo, entregou o celular para Paulo para que continuasse a filmar.  Passou lubrificante e enfiou desesperadamente o pau de Rafael em seu rabo na mesma posição em que eu estava.  Quando entrou todo, respirou aliviada, ficando quieta por um bom tempo.  Nos contou depois, que ao me ver com os dois, um desejo tão intenso tomou conta de seu corpo que passou a sofrer, só aliviando quando sentiu o pau de Rafael inteiro em seu rabo.

Aliviada, passou a cavalgar seu marido em um ritmo que surpreendeu Rafael, que segurando sua bunda a ajudava a subir e descer.  Paulo, ajoelhado na cama, filmava como um profissional, acho que seu desejo era ser diretor de filmes pornográficos.  Excitado, seu pau estava duro, pronto para completar a cena.  Aproveitei para dar umas lambidas e chupadas, deixando bem lambuzado com minha saliva para entrasse mais fácil na buceta da Nádia que já o esperava.

Com certo pesar, me entregou o celular e com a habilidade conquistada na primeira vez, fez com que Nádia sentisse tudo o que senti.  Da mesma forma que eu, quis aproveitar a sensação dos dois enfiados bem lá no fundo de seu rabo e sua buceta, para depois sentir todo êxtase da penetração simultânea.  Ao registrar a cena, senti inveja de Rafael, aprendi a desejar o corpo de Nádia e queria ser eu a foder sua buceta e compartilhar seu gozo, que logo aconteceria.

Desesperada de tesão, aumentou o ritmo, fazendo com que Paulo não aguentasse e gozasse loucamente, enfiando com força seu pau no fundo de sua buceta e despejando em jatos fortes sua porra. Nádia gostou de sentir o gozo louco de Paulo e sua porra inundando sua buceta, porém queria mais.  O pau de Paulo começou a escorregar para fora, tanto por amolecer quanto pela porra que se encontrava dentro da buceta de Nádia.

Era minha oportunidade.  Largando o celular na cama, meio desajeitada, vesti a calcinha com o pau de borracha.  Com seu Pau na mão, todo lambuzado e pingando, Paulo pegou o celular para continuar a registrar aquela cena, que nunca tinha visto, nem parecida, nos filmes pornô.  Como “meu pau” estava seco, antes de penetrar, esfreguei por entre os lábios da buceta toda lambuzada, incluindo inclusive seu clitóris.

Nádia quase gozou com o pau esfregando em seu clitóris, mas logo penetrei até o fundo e juntamente com Rafael começamos sincronizados a entrar e sair.  Era mais grosso que o de Paulo e no começo Nádia não conseguiu o ritmo acelerado que gostava, mas logo se acostumou e a penetração se tornou selvagem. Bem mais magra que Paulo, consegui deitar meu corpo sobre o de Nádia, permitindo chupar seus maravilhosos peitos.  Consegui que “meu pau” de vinte centímetros estimulasse seu clitóris e não demorou muito para ela gozar.  Não deu para sentir as contrações de sua buceta, mas senti em meu corpo toda a energia de seu gozo.  Foi maravilhoso!  Me contou depois o que sentiu, de certa forma, foi um gozo alucinante como o meu.

Rafael conseguia se controlar, mas já estava desesperado.  Assim que tirei o pau de dentro de sua buceta, Nádia esticou as pernas deitando seu corpo sobre o peito de Rafael para relaxar.  Rafael fechou suas pernas e inverteu com as Nádia, que passou a ficar de pernas abertas com o pau de Rafael ainda enfiado em seu rabo.

Em um único movimento, Rafael virou os dois, colocando Nádia de bruços, ficando sobre ela com o pau enfiado em seu rabo.  Paulo, que estava ajoelhado na cama filmando, quase foi derrubado naquela manobra que só um homem forte como Rafael conseguiria fazer.  De pé, observei abismada aquela cena, que continuou com Nádia arrebitando sua bunda para que Rafael a penetrasse bem fundo.

Pareciam dois animais selvagens, seus corpos se movimentavam de maneira inversa, enquanto a bunda de Nádia descia, Rafael levantava seus quadris, fazendo com seu pau quase saísse para fora.  No movimento inverso o pau de Rafael penetrava bem fundo e com força, fazendo Nádia gemer de dor e de tesão.  Anestesiada pelo tesão, ela nem sentia a dor, queria apenas satisfazer seu macho que logo gozou rugindo de prazer.

Aquela cena me deixou excitada, mas definitivamente concluí que Paulo e eu não estávamos preparados para um sexo selvagem como aquele.  Além de corpos fortes, Rafael e Nádia tinham todo vigor da juventude. Já haviam se passado quase quatro horas, desde que fomos para o quarto.  Rafael sugeriu que fossem para seu quarto tomar um banho para nos encontrar no jantar.  Rafael era mais reservado e percebi que ficaram um pouco constrangidos com aquela performance final.  De certa forma eu e Paulo também ficamos e concordamos imediatamente com a proposta.