Contos Eróticos Sexo Livre

Erotismo em forma de Série

Publicado o Episódio 02 da Terceira Temporada

Swing no Caribe

Episódio 16

Paulo e Rafael também se despediram na toalete da boate, porém não ocorreu da mesma forma que a despedida de Sara e Nádia.  Acompanhe Paulo contar a Sara a excitante e ao mesmo tempo dolorosa experiência.

Doeu bastante só para entrar a cabeça. Assim que entrou, não tirou e colocou novamente algumas vezes para que o rabo relaxasse.  Eu não era sua garota, mas sua putinha safada.”

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Acordamos com o despertador do celular tocando, estava com muito sono, acho que apertei o botão soneca umas duas vezes.  Sara só acordou quando a chamei, levantou-se apressada e foi direto para o banheiro tomar um banho rápido e sozinha para evitar qualquer atraso.

Desta vez chegamos praticamente juntos com Rafael e Nádia.  Durante o café aproveitamos para trocar os contatos telefônicos e e-mails.  Como se fôssemos amigos a muitos anos, pedimos que nos enviasse uma mensagem quando chegassem em casa para sabermos que tudo havia corrido bem na viagem de volta.  Como é comum entre as mulheres, ambas haviam comprado para a outra alguma lembrança local.

Após o café, só nos despedimos na saída do elevador que dava acesso a nossos quartos.  Deu para perceber lágrimas nos olhos de Sara e de Nádia, não sabia se era a despedida de grandes amigas ou amantes, já que em todos os aspectos a conexão entre elas foi muito forte.

Despedi de Rafael com um forte abraço, além de dividirmos nossas esposas, nos tornamos grandes amigos.  Sara também se despediu dele com um abraço e somente um beijo no rosto.  Já Nádia me beijou carinhosamente dizendo: “Cuida bem de Sara.  Ela é especial.”.

Sara é realmente especial, não é a toa que estamos juntos a trinta e cinco anos.  Temos uma relação muito sólida, como as palavras de Rafael, baseada no amor, respeito, confiança e honestidade.  Mas além disso tudo somos companheiros, sempre fizemos praticamente tudo juntos, até mesmo embarcar nessa perigosa aventura com Rafael e Nádia nestes quatro dias.

Voltamos abraçados para nosso quarto, estávamos com sono, mas decidimos deixar para tirar um cochilo no fim da tarde.  Sara pediu para que eu colocasse na TV os vídeos que gravamos, estava curiosa para ver se ficaram bons.  Porém antes quis saber o que havia acontecido entre Rafael e eu na toalete da boate.

Fiquei envergonhado e meu primeiro impulso era reagir questionando sua demora com Nádia na toalete, mas antes de qualquer reação minha, Sara me tranquilizou dizendo que não iria me censurar nem me julgar.  Lembrou-me que já havia me dito que eu poderia experimentar o sexo com outro homem, caso quisesse.  

Sorrindo, reafirmou que realmente acredita que eu não sinta atração por homens e que não tem dúvidas sobre meu interesse por mulheres, mas entende que Rafael é pura sedução e que eu nunca escondi meu desejo de ser passivo.  

Completou dizendo que depois iria me contar tudinho o que aconteceu entre ela e Nádia na toalete da boate e que certamente iria me deixar com muito tesão.  Mais tranquilo resolvi então me abrir e contar todos os detalhes.

Quando Nádia e Sara começaram a demorar na toalete, desconfiei que alguma coisa acontecia.  Apesar de Sara ainda não ter me contato, sabia por Rafael que elas haviam transado no quarto naquela tarde e certamente estavam se curtindo novamente.  Comentei com Rafael, que concordou, já que a química entre elas era muito forte.  

Passado um tempo, Rafael resolveu ir a toalete e sem segundas intenções resolvi ir também.  Ao entrar e encontrar o local vazio, olhei para o belo corpo de Rafael e senti o desejo de me entregar a ele como Sara se entregou.  O álcool dos drinques me ajudou a criar a coragem necessária para entrar em uma das cabines fechadas da toalete e chamar Rafael para entrar comigo.

Achei que Rafael não aceitaria, mas para minha surpresa entrou e fechou a porta.  Impulsionado pelo desejo, tirei sua camisa e acaricie seu peito forte e malhado.  Tirei rapidamente a minha e sem perda de tempo desabotoei sua bermuda abrindo o zíper para logo em seguida deixá-lo só de cueca.

Minha ousadia deixou Rafael excitado e ver seu pau quase pulando para fora da cueca me deixou louco de tesão.  Meu coração acelerou mais ainda quando tirei a cueca e peguei em minha mão aquele pau negro, enorme, quase duro.  Naquela tarde louca, estive com ele em minhas mãos junto com Nádia, mas agora era diferente, erámos só nos dois e seu pau era somente meu.

Fiz com ele exatamente como gosto que Sara faça comigo.  Comecei chupando a cabeça fazendo com que completasse sua ereção.  Segurando seus testículos, lambia toda a sua extensão, desde o períneo até a cabeça.  Alternava as lambidas com vigorosas chupadas enfiando até minha garganta, quase me engasgando.  Segurando o pau com a mão, coloquei suas bolas dentro de minha boca enquanto Rafael de olhos fechados segurava em meus cabelos.  

Também sob o efeito dos drinques e muito excitado, segurou minha cabeça e começou a foder minha boca como se fosse uma buceta, dizendo que eu era sua putinha safada.  Não sei se realmente gostei desta parte, mas a sensação de ser sua putinha aumentou o meu tesão.  Meu desejo era que ele gozasse em minha boca, mas meu rabo também o desejava e antes que gozasse o deixei bem lambuzado com minha saliva e me levantei.  Tirei juntas a cueca e a bermuda encontrando meu pau também duro.  De pé, apoiei-me com as mãos na parede e de pernas semiabertas esperei que Rafael tomasse a iniciativa de foder meu rabo.

Num instante de sobriedade, lembrei que não tínhamos nenhum lubrificante e logo pensei que ficaria de novo esfolado, já que seu pau era maior e mais grosso que o de borracha que Nádia usou.  Mesmo o deixando bem lambuzado, precisaria de lubrificante em meu rabo para que entrasse com mais facilidade, principalmente no início.  Mas o tesão era tanto que logo me esqueci desse problema, principalmente quanto Rafael molhou meu rabo com bastante saliva e começou a forçar a entrada.

Doeu bastante só para entrar a cabeça. Assim que entrou, não tirou e colocou novamente algumas vezes para que o rabo relaxasse.  Eu não era sua garota, mas sua putinha safada.  Segurando minha bunda, continuou até o fundo, passando a me foder com fortes e profundas enfiadas.  Doeu bastante e meu pau amoleceu, enfim meu rabo relaxou e voltei a sentir prazer, porém não consegui que meu pau ficasse novamente duro.  Percebendo que entrava mais fácil, passou a segurar minhas mãos contra a parece e continuou selvagemente a me foder.  

Por um tempo foi gostoso, quase gozei, mas à medida que a lubrificação foi diminuindo se tornou novamente incomodo e dolorido e resolvi o incentivar a gozar:

– Fode a sua putinha safada!

– Goza no meu rabo e me enche de porra!

Para meu desespero, me pressionou ainda mais contra a parede e acelerando seu movimento, me fez sentir mais dor ainda.   Para meu alívio, logo gozou como uma fera fodendo sua fêmea, me chamando de sua puta.  Durante o gozo enfiava com força, repetindo com movimentos curtos até despejar uma grande quantidade de porra no fundo de meu rabo.  Foi um misto de prazer e dor que não sei se gostaria de experimentar novamente.

Ficou um tempo com seu pau no fundo de meu rabo até que se acalmou e tirou lentamente.  A saída foi mais fácil e logo senti sua porra escorrer por minhas pernas.  Sem dizer nenhuma palavra, vestiu suas roupas que estavam jogadas no chão e saiu da cabine para a toalete vazia.

Meu rabo doía, mas o pior foi a sensação de humilhação que senti.  Nádia me chamou de putinha, mas foi de modo erótico e até carinhoso.  Já Rafael me fodeu com se fosse realmente uma puta e isso ficou mais evidente quando ao gozar não me chamou de putinha, mas de “puta safada”.  Me sentindo violentado, limpei minhas pernas e vi que meu rabo havia sangrado.  Ao sair encontrei Rafael com as mãos apoiadas na bancada da pia olhando para o espelho.  Seu olhar era triste e seu rosto estampava a sensação de culpa.  

Olhou para mim e disse que não sabia o que me dizer para se desculpar e que nunca havia acontecido algo semelhante com ele.  Nunca achou que seria capaz de fazer isso, nem com uma puta de verdade que o provocasse e que sob o efeito do tesão e do álcool havia ficado totalmente fora de si.  Completou pedindo que o perdoasse.

Respondi que perdoava e que também era culpado pelo que aconteceu.  Afinal de contas, a iniciativa havia sido minha e umas das regras que ele nos ensinou é que tudo deveria ser feito em sã consciência, sem o efeito de álcool ou qualquer outra droga.  Completei dizendo que ficasse tranquilo que isso não iria abalar nossa amizade.

Voltamos para a boate e vi que Sara e Nádia não haviam retornado da toalete.  Achei melhor assim, já que não precisaria explicar a nossa demora, já que não é comum os homens irem juntos à toalete e muito menos ficarem por lá conversando.  Apesar de não revelar a Sara todas as minhas fantasias, não costumo guardar segredo das coisas que faço, mas senti vergonha do que aconteceu e preferia não contar para ela.

O tempo de espera foi importante para que eu pudesse refletir sobre tudo o que havia acontecido.  O que mais me incomodava, era o fato de que parte de mim havia gostado.  Apesar da dor, foi um momento de intensa excitação e até de prazer, quem sabe pelo sentimento de ser desejado e se entregar para satisfazer o desejo do outro.  Sara diz que é muito bom e excitante se sentir desejada, principalmente quando enfio meu pau com vigor e empolgação e gozo loucamente.   Sou muito cuidadoso com Sara, sabendo que costuma sentir um pouco de dor na entrada inicial, procuro me certificar que esteja bem lubrificada e começo bem devagar deixando com que ela controle o ritmo.  Mas realmente nos momentos finais fico mais selvagem e enfio profundamente e com mais força.  

Gosto de deixá-la bem excitada antes foder sua buceta, porém percebi que é melhor que seja antes dela gozar, já que com o gozo sua buceta se contrai, ficando mais apertada.  Não teria problemas em chupar sua buceta junto com minha porra, mas sempre pensei que ela acharia estranho e só recentemente tive coragem de experimentar.  Na verdade, gostei bastante, e para minha surpresa ela reagiu naturalmente e gozou intensamente nesse dia.

Talvez tenha sido esse meu sentimento, mas tanto o desenrolar, como o desfecho, foi desagradável e decepcionante.  Sei que existem pessoas que curtem a dor e a humilhação, mas são relações consentidas e acertadas previamente, além de fazerem parte de um fetiche que não acredito ter.  Gosto de ser passivo, me entregar e sentir desejado, porém não preciso da dor para sentir prazer e decididamente não me senti bem sendo humilhado.

Imagino que essa reação selvagem não seja por desejar a parceira ou o parceiro, mas pelo instinto de se satisfazer e gozar.  Minha opinião é que o maior desejo ocorra nas preliminares, onde podemos apreciar o corpo e sentir o prazer em cada toque ou lambida e até em cada gemido que é ouvido. 

Lembrei-me de quanto estávamos os quatro na cama.  Completamente sóbrios, conseguimos criar um clima de êxtase onde todos se desejavam, não houve excessos e ninguém sentiu dor ou humilhação, mas uma incrível sintonia entre os corpos.  Mesmo no final, quando Rafael fodeu o rabo de Nádia de forma selvagem, havia um consentimento e o prazer foi mútuo.  Será que o que sentimos é o prazer de ser desejado ou o de satisfazer o desejo do outro?

No final concluí que o havia perdoado e que não havia ficado nenhuma mágoa em relação a Rafael.  Também aprendi que tomar alguns drinques é bom, nos alegra e nos liberta dos freios que impedem que vivamos plenamente nossa vida sexual, mas que o excesso pode ser nocivo e nos levar a atitudes das quais poderemos nos arrepender para sempre.Quando voltaram da toalete, vi que Nádia percebeu que alguma coisa havia acontecido.  Pretendia não lhe contar nada, mas depois de toda a análise do acontecido, decidi que seria importante contar tudo para ela e refletirmos juntos sobre tudo o que aconteceu desde que chegamos e também como seria depois.