Contos Eróticos Sexo Livre

Erotismo em forma de Série

Publicado o Episódio 01 da Terceira Temporada

Publicada a ilustração do Episódio 01

Swing no Caribe

Episódio 17

Sara narra neste episódio, como conseguiu melhorar o astral de Paulo, que se encontrava abalado pela dolorosa e humilhante experiência com Rafael na noite anterior.  No banho, Paulo tenta forçar uma relação anal de forma agressiva, porém Sara soube controlar a situação, fazendo com que se acalmasse.  No final, o resultado foi uma noite de sexo quente e gostoso.

Lambuzei bastante com minha saliva e enfiei em minha buceta já naturalmente lubrificada, enquanto você continuou a lamber meu clitóris e meu rabinho.  Logo você percebeu a excitação de meu rabinho e lambuzando bem com sua boca enfiou um dedo e depois dois, me deixando completamente fora de controle.”

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Sem interromper, ouvi atentamente o relato dramático de Paulo.  Achei que ficaria excitada, mas no final não sabia bem o que estava sentindo.  Antes que compartilhasse suas reflexões, senti até um arrepio ao imaginar que a noite que passei com Rafael poderia ter sido traumática, mas depois lembrei como ele foi gentil e cavalheiro e quanto prazer me proporcionou.  Pensei comigo que qualquer pessoa pode fazer loucuras quando perde o controle sob o efeito do álcool.  Consegui me lembrar um pouco do que Nádia e eu fizemos na pista de dança, estávamos embriagadas e poderíamos ter passado um grande vexame.

Fiquei com pena de Paulo, mas achei que já havia superado, não chegando a ficar traumatizado nem magoado com Rafael.  Pretendia contar meus momentos com Nádia, mas decidi desconversar e deixar para um momento mais oportuno.  Para quebrar o clima tenso, resolvi descontrair perguntando com estava seu rabo, se ainda estava dolorido.  Paulo respondeu que ainda doía um pouco, mas que minha pomadinha milagrosa resolveria.

Como já havíamos tomado café, vestimos nossas roupas de banho para fazermos nossa caminhada matinal.  Vesti novamente o biquíni que ganhei de Paulo, mostrava toda a minha bunda, mas sabendo que ele gostava, resolvi colocar para melhorar seu humor.

Na verdade, eu também estava deprimida, a partida de Nádia e Rafael havia deixado um vazio que me deixou bem desanimada.  Afinal de contas, foram três dias muito intensos, não só pelo sexo, mas por todo o tempo que passamos juntos.  Nádia é pura descontração, foram longas conversas e momentos de muita alegria e diversão.  Apesar de serem bem mais novos, eram bem-informados e tínhamos muito em comum, mesmas opiniões sobre política, gosto por viajar e curtir a vida.

O decorrer do dia foi diferente dos outros. Como havíamos levantado cedo para o café e não estávamos inspirados a ficar no quarto, caminhamos mais cedo. Após bebermos cerveja na praia e na piscina, fomos almoçar no restaurante, voltando depois diretamente para o quarto.  Desta vez ficamos pouco tempo na piscina, me encontrava calada e pensativa e Paulo não conseguia nem se interessar pelas lindas bundas que via, acho que também só pensava em Nádia, Rafael e tudo que havia acontecido.

Comentei com Paulo, que alguns casais passaram a nos cumprimentar quando cruzavam conosco, como se já nos conhecêssemos.  Paulo me lembrou, que depois do show de ontem na piscina, nos tornamos famosos no hotel.  Primeiro que eu havia desfilado com Nádia como duas namoradas e depois deixamos claro que estava acontecendo uma troca de casais.  

Rafael tinha razão ao falar do risco do envolvimento emocional na troca de casais, o estranho é que me sentia “apaixonada” pelos dois, mas principalmente por Nádia.  Nunca havia imaginado que sentiria isso por uma mulher, mas ela realmente me deixou fascinada, não imaginava um romance, mas esperava que pelo seríamos grandes amigas.

Certamente continuaríamos em contato e mesmo morando distantes voltaríamos a nos encontrar.  Será que eles também pensam assim?  Deixaram claro que evitavam sair com o mesmo casal novamente, exatamente para não criar nenhum vínculo emocional.  Será que para eles foi somente sexo?  Se nos encontrássemos novamente, seríamos capazes de resistir à tentação de irmos para cama novamente?  Se acontecesse, seria tão bom quanto foi na última tarde?   Todas essas questões passaram a rodear meus pensamentos, me deixando agoniada.

Como na noite anterior havíamos bebido muito e dormido pouco, chegamos no quarto e dormimos até quase anoitecer.  Acordei com Paulo exigindo que eu contasse tudo que aconteceu entre Nádia e eu.  Deitados na cama, contei calmamente cada detalhe, inclusive o que senti nas duas ocasiões.  

Paulo ficou muito excitado, mas estranhei que não tomasse nenhuma inciativa na cama, o máximo que fez foi ir tirando minha roupa para me ver nua.  Me interrompeu algumas vezes com algum comentário sobre Nádia, mas me pareceu frio.   O que mais me preocupou foi seu comentário final: “Acho que sua despedida foi melhor que a minha.”.

Preferi não tocar mais no assunto e o convidei para tomarmos banho juntos.  Fomos para o chuveiro e para provocá-lo pedi que me ensaboasse.  No começo foi tranquilo, ensaboou meus peitinhos e minha buceta com carinho.  Senti tesão, mas na verdade não me encontrava excitada, tentava apenas fazer com ele ficasse melhor.

Foi quando passou a ensaboar minhas costas que seu comportamento mudou.  Passou sabão várias vezes em meu rabo e lubrificando com sua saliva tentou me foder.  Fiquei até com tesão, mas percebendo que aquele não era o Paulo que conhecia a mais de trinta e cinco anos, não deixei que continuasse.

Virei-me e olhado profundamente em seus olhos lhe falei baixinho:

– Você não é o meu Paulo!

– Me desculpe.  Não estou legal.  Melhor você tomar o banho sozinha. – Respondeu quase chorando.

Naquele momento entendi que Paulo ainda estava em choque com o que havia acontecido na toalete com Rafael.  Apesar de tê-lo perdoado, não havia perdoado a si mesmo e sofria com isso.  Precisava ajudá-lo de alguma maneira.

Encostando seu corpo na parede do chuveiro, passei a ensaboar com carinho os cabelos brancos de seu peito.  Encostei meus peitinhos em seu peito cheio de sabão, fazendo com que sentisse a dureza de meus mamilos enrijecidos.  Ensaboei seu pau já amolecido que logo reagiu.  Abraçados, continuei beijando seu pescoço e mordiscando sua orelha, enquanto o masturbava com minhas mãos cheias de sabão.

Não demorou muito para Paulo gozar.  Não foi intenso, mas um gozo de alívio, como que ao ejacular, colocasse para fora a culpa de um tesão que nunca queria ter sentido.  Paulo tentou me retribuir, mas lhe disse que seria melhor continuarmos depois do jantar enquanto assistíamos na TV, as cenas que registramos no celular.  Terminamos e banho e nos arrumamos para o jantar.  Para levantar a moral de Paulo coloquei uma roupa bem sensual.

Havia lagosta no cardápio desta noite, fazendo com que Paulo melhorasse seu astral.  Para ajudar ainda mais a descontrair, tomamos juntos uma garrafa de vinho e fomos direto para o quarto.  Vesti a camisola que usei em uma das tardes mais quentes de nossa última viagem.  Paulo fez questão de relembrar tudo o que havia acontecido:  

– Naquela tarde você deixou que eu te filmasse em várias poses eróticas, para não dizer pornográficas.  Lembra aquela que estava de pé, sem calcinha e tão excitada que sua buceta foi a estrela da cena?  Seu clitóris ficou enorme e junto com os pequenos lábios saltava para fora.  Depois de um close te entreguei o celular para que me filmasse lambendo seu clitóris.  Meu celular estava conectado na TV e você ficou ainda mais excitada ao acompanhar ao vivo a gravação.  Pena que não tive coragem de guardar e após assistirmos apaguei, mas só as lembranças são suficientes para me deixar excitado.

Lembrei dos detalhes da cena e principalmente do que aconteceu depois.  Para deixá-lo ainda mais excitado, resolvi relembrar:

– Você se lembra do aconteceu depois? Se não se lembra vou refrescar sua memória.  Sem nem tirar minha camisola, me deitou na cama e começou a chupar minha buceta.  Muito excitada, queria um pau bem grande, mas também que continuasse a me chupar.  Naquela viagem você também havia levado esse pau de silicone que Nádia usou para foder seu rabo.  Vi que havia sido deixado propositalmente na cabeceira da cama.  Estava sem a calcinha acoplada, facilitando que eu o pegasse para chupar como se fosse um pau de verdade.  Lambuzei bastante com minha saliva e enfiei em minha buceta já naturalmente lubrificada, enquanto você continuou a lamber meu clitóris e meu rabinho.  Logo você percebeu a excitação de meu rabinho e lambuzando bem com sua boca enfiou um dedo e depois dois, me deixando completamente fora de controle.

– Acho que estávamos os dois fora de controle. –  interrompeu-me Paulo, deixando em seguida que eu continuasse.

– Sim, estávamos os dois fora de controle, tanto que de repente senti meu rabinho sendo penetrado por aquele pau grande e grosso que estava antes na minha buceta.  Só me lembro de você enfiar devagar e deixar no fundo, continuando a lamber meu clitóris para me fazer gozar e em seguida desfalecer com a cabeça no travesseiro.  Seu pau deixou gotas na cama, mas apesar de toda sua excitação, não conseguiu permanecer duro durante todo aquele tempo, afinal de contas havia ficado abandonado.  Se o provocasse provavelmente ele teria reagido, mas sei que para você o gozo não é prioridade.  Você se deitou ao meu lado e me deixou relaxar, como já havia feito em muitas outras vezes.

Paulo conectou o celular na TV e começamos a ver as gravações de nossa primeira experiência de sexo grupal.  Nádia e eu erámos as atrizes da primeira cena, que além de altamente erótica, ficou muito bonita com nossos belos corpos nus.  Os closes de nossas bucetas, principalmente de Nádia que estava por cima, fizeram com que Paulo ficasse ainda mais excitado.  Comentamos sobre como foi delicioso chupar a buceta de Nádia, já os que nós dois tivemos essa oportunidade.  Falar sobre meu interesse sexual por outra mulher, mesmo que em fantasias, sempre o deixava excitado.  Assistir a uma cena real de minha língua lambendo uma buceta o deixou alucinado.  Para provocá-lo ainda mais, passei a relatar detalhadamente tudo que senti naquele momento:    

– Foi um prazer que envolveu todos os meus cinco sentidos.  Todas as sensações foram novas para mim, na tarde anterior havia transado com ela, mas só tivemos tempo para que ela me chupasse.  Meu olfato experimentou um odor completamente novo que não sei como descrever, foi como se penetrasse em minhas narinas e afetasse imediatamente minha mente, fazendo com que mais sangue circulasse em minha buceta pela excitação que provocou.  

Antes que continuasse, Paulo tirou minha calcinha e de quatro ao meu lado passou a cheirar minha buceta já bem molhada.  Respirava fundo e suspirava dizendo como era delicioso o cheiro de minha buceta!”.  Na posição em que ele se encontrava dava para perceber o efeito, contrações eram percebidas em seu rabo e seu pau duro saltava para cima.  Cada vez mais excitada continuei:

– Com Nádia sobre mim, deu para ver sua buceta e seu rabo, compondo aquela imagem altamente erótica que você tanto admira.  Foi mais um sentido a colaborar para minha excitação.  Vocês normalmente são mais afetados pelo apelo visual e nem precisamos estar nuas.  Uma calça grudada, um decote ousado ou mamilos acessos são suficientes para deixá-los excitados.  Nunca imaginei que antes mesmo de qualquer outro sentido, ficasse excitada pela imagem capturada por meus olhos.  

Assim que terminei de falar, Paulo exclamou: “Que buceta mais linda a sua!  Se permitir, qualquer hora dessas vou me masturbar olhando para ela!  Você vai adorar me ver gozando.”.  

Seu comentário me fez lembrar como continuou aquela tarde de nossa última viagem e resolvi refrescar de novo sua memória:

– Lembra-se do que aconteceu depois que relaxei e fui tomar banho?  De repente você entrou e começou a se masturbar me olhando ensaboar o corpo. Abri minhas pernas e com os dedos comecei a lavar minha buceta.  Olhando para você com um olhar bem safado passei também a me masturbar massageando meu clitóris.  Apesar de ter ficado excitada minha intenção era deixá-lo com mais tesão ainda para que gozasse.  Não me esqueço da cena, você gozou de forma tão intensa que os primeiros jatos atingiram a parede do box que estava a quase um metro de distância.  

– Nossa! Foi isso mesmo.  Havia passado horas de muito tesão e te ver no chuveiro fez com que não resistisse e lhe proporcionasse aquele espetáculo. – Respondeu Paulo permitindo que eu continuasse falar sobre meus sentidos.  

– Sabe que não sou de falar muito durante o sexo, mas sei que você se excita com um simples gemido.  Por sua vez, Nádia não é nada silenciosa, mesmo com sua boca em minha buceta, gemia a cada lambida minha e durante todo o tempo elogiava minha buceta.  Ouvir sua voz ou seu gemido foi melhor que qualquer música, parecia que tocava meu coração, provocando sentimentos além da excitação.  Sua voz era apaixonada e despertou em mim uma paixão por ela que nem sei bem como explicar.  

Fazer esse jogo com Paulo me deixou ainda mais excitada, a vontade era que ele “caísse de boca” em minha buceta e me fizesse gozar.  Consegui aguentar e continuei deixando por último o sentido que faria com isso acontecesse.

– A bunda de Nádia era perfeita, nem celulite ela tinha, parecia uma foto modificada pelo photoshop.  Com minhas mãos livres, pude acariciar suas coxas e principalmente sua bunda.  Algumas vezes passei a ponta dos dedos em seu lindo e redondinho rabinho, podendo sentir pelo tato cada uma de suas pregas.  

Desta vez Paulo não esperou que eu terminasse para acariciar a parte interna de minhas coxas e com a ponta dos dedos me deixar louca tocando os lábios de minha buceta.  Me silenciei e deixei com que ele continuasse aquele ritual que já conhecia bem e que sempre me deixava louca de tesão, na expectativa da explosão do gozo.  Enquanto explorava lentamente minha buceta passei a também provocá-lo, percorria com meus dedos seu pau endurecido e circulava sutilmente seu rabo avermelhado pela irritação provocada pela penetração de Rafael.  Após vários minutos em êxtase, resolvi completar minha narrativa.  Pela voz de Nádia na TV, me lembrei que em breve passaria para a cena em que Paulo chupou sua buceta enquanto foi penetrado por Rafael.

– O sentido que realmente mais me excitou foi o paladar.  O sabor do gel produzido pela buceta de Nádia foi enlouquecedor, o prazer de sentir aquele gosto diferente de tudo que já havia experimentado foi indescritível.  Pude entender por que você nunca se cansa de me chupar, mesmo quando demoro a gozar em sua boca.  Realmente dá para ficar horas se deliciando.  As vezes Nádia abaixava sua bunda e eu aproveitava para enfiar minha língua na entrada de sua buceta, puxando para minha boca sua lubrificação.

Enquanto eu falava, a habilidosa língua de Paulo substituiu seus dedos na exploração dos lábios de minha buceta.  Quando terminei, lambeu vigorosamente meu clitóris fazendo que eu gemesse alto de prazer.  Na posição em que Paulo se encontrava dava para ver a TV a sua frente.  Coincidentemente começou a cena em que Paulo chupa a buceta de Nádia nos incentivando ainda mais a continuar.  Enquanto lambia e chupava minha buceta, usei uma de minhas mãos para masturbá-lo, já que queria que gozasse comigo.   

Quando na TV, Rafael começou a foder seu rabo me atrevi em uma manobra arriscada.  Molhei bastante seu rabo e meu dedo com minha saliva e delicadamente enfiei em seu rabo.  Temi que Paulo desanimasse pelo trauma recente, mas pelo contrário, ficou ainda mais eufórico.  Enfiou dois dedos em minha buceta enquanto movimentava sua bunda para meu dedo entrasse e saísse.  Me contou depois que ao ver a cena em que é penetrado por Rafael enquanto chupava Nádia, conseguiu esquecer do que chamou de incidente na toalete, lembrando-se apenas do enorme prazer que sentiu naquela tarde onde realizou sua grande fantasia.

Quando estava quase gozando, intensifiquei o movimento de minhas mãos, tanto a que masturbava desajeitadamente seu pau, quanto a que penetrava seu rabo.  A posição de meus braços era desconfortável, mas na hora do tesão nem nos incomodamos com isso.  Não demorou e gozamos praticamente juntos.  Foi delicioso senti seu gozo em meu dedo enquanto sentia as contrações de minha buceta.  Quando olhamos para a tela da TV Nádia havia gozado e Paulo estava para gozar.  Ficamos quietos, seu dedo permaneceu em minha buceta e o meu em seu rabo até que na tela Paulo gozou.  Ao ver na TV a poça de porra no lençol branco olhei para a cama e vi que a cena se repetia.  Paulo teve a mesma reação e juntos rimos do lençol todo sujo enquanto seu pau ainda pingava.

Paulo se deitou na cama e com minha cabeça acomodada nos pelos brancos de seu peito assistimos as cenas restantes de nossa aventura.  Durante a exibição, desejei enfiar o pau de silicone em meu rabo, afinal de contas era quase da mesma cor e só um pouco menor que o de Rafael.  Daí Paulo poderia foder minha buceta e repetirmos a cena que vimos, mas Paulo já havia gozado duas vezes desde o final da tarde e pelo jeito não estava “turbinado”.  Ao perceber que mesmo excitado, seu pau não respondia o suficiente, preferi não propor nada para não o deixar constrangido.

Ao terminarem as cenas tomamos um novo banho e fomos dormir.  O que não contei para Paulo é que estava excitada e me masturbei lembrando da cena em que fui fodida pelos dois.