Contos Eróticos Sexo Livre

Erotismo em forma de Série

Publicado o Episódio 01 da Terceira Temporada

Publicada a ilustração do Episódio 01

Swing no Caribe

Episódio 08

A oportunidade de transar com uma mulher linda e sensual como Nádia deixou Paulo ansioso, mas no final não a decepcionou. No meio do tesão, surgiram revelações que poderão tornar a noite inesquecível para Paulo.

“… cheio de tesão me coloquei de joelhos e sem cerimônia enfiei meu pau até o fundo de sua buceta ainda vibrante.  Nádia ainda muito excitada passou a movimentar sua bunda fazendo meu pau entrar e sair no ritmo que desejava.”

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Seguimos na direção oposta e como o quarto era perto, nem pensei em abraçar ou pegar na mão de Nádia.  Antes de entrar no quarto, observei Rafael e Sara caminhando pelo longo corredor.  Não estavam de mãos dadas nem abraçados, mas era irrelevante, perto do que provavelmente aconteceria.

Por um instante fiquei sem saber o que fazer, provavelmente já havia fantasiado uma situação semelhante, mas nunca imaginei que poderia acontecer de verdade.  A única frase que veio em minha mente naquele momento foi “Enfim a sós.”. 

Nádia, percebendo minha ansiedade, sorriu e pegou nas minhas mãos ficando frente a frente comigo.  Me senti hipnotizado por aqueles olhos negros, não havia ainda percebido como eram bonitos e penetrantes.  Seus cabelos estavam soltos, eram bem negros e compridos, compondo de forma harmoniosa com sua pele morena.  Ela é realmente uma morena linda e sensual.  

Como fiquei sem palavras Nádia iniciou um diálogo.

– Está ansioso? – Perguntou.

– Sim, é uma situação nova para mim e acho que a responsabilidade pesou. – Respondi olhando atentamente para ela.

– Sempre foi fiel a Sara?

– Sim, já desejei outras mulheres, mas até hoje resisti à tentação.

– Essa qualidade é rara em um homem.  Dá para entender seu nervosismo.

Para facilitar, Nádia tomou a iniciativa e segurando minha cabeça com suas mãos iniciou um beijo quente e molhado.  Sua língua penetrou em minha boca com um ímpeto de uma mulher cheia de tesão e desejo.  Nos abraçamos e por alguns minutos continuamos aquele beijo gostoso e excitante.  A ansiedade passou quando senti que meu pau havia ficado duro, respondendo aos efeitos do contato de nossas línguas.

 Encontrei o zíper de seu vestido, como era do tipo “tomara que caia” desnudou suas costas e seu peito, ficando preso à cintura.  Ela estava sem sutiã e imediatamente vi diante dos meus olhos seus lindos peitos morenos de um tom mais claro que sua pele bronzeada.  São naturais, firmes e de um tamanho perfeito.  Suas auréolas são pequenas e de uma cor mais negra que sua pele morena.  Os mamilos, de uma cor intermediária, estavam durinhos e quando os toquei com a ponta de meus dedos, provocaram em Nádia um profundo suspiro.  Segurei seus peitos em minhas mãos e lambi carinhosamente seus mamilos, que aguardavam para serem chupados.

Antes que continuasse a tirar seu vestido, desabotoou e tirou minha camisa acariciando os cabelos brancos que cobrem meu peito.  Me beijou novamente, como que se dissesse que estava me desejando.  Enquanto me beijava, desabotoou a fivela do meu cinto e desceu o zíper da calça para atrevidamente envolver meu pau duro em sua mão, certificando que também a desejava.  Terminamos de tirar nossas roupas e ficamos só com as roupas de baixo, que coincidentemente eram pretas.

Ela usava uma minúscula calcinha de renda que imaginei ser fio dental.  Virei Nádia de costas para mim e confirmei admirando sua bunda linda e perfeita.  Envolvi seu corpo com meus braços segurando seus peitos em minhas mãos, sentindo sua bunda em meu pau duro ainda preso dentro da cueca.  Sentindo seu perfume, beijei seu pescoço fazendo com que se arrepiasse toda, tornando ainda mais excitante seu corpo quase nu. 

Nos dirigimos para a cama e antes de se deitar sussurrou em meu ouvido: “Faça o que quiser comigo.”.  

Nádia ficou tão linda nos lençóis brancos, que fiquei por alguns instantes parado ao lado da cama, percorrendo com os olhos seu corpo, dos pés à cabeça.  Sorriu meio constrangida, mas ao mesmo tempo gostou de ser observada e admirada.   

Para me deixar ainda mais excitado, se colocou de quatro sobre os joelhos para que eu pudesse descer lentamente sua calcinha, fazendo com que aos poucos fosse aparecendo seu rabo e sua buceta, que estavam discretamente cobertos pela minúscula lingerie.

Achei até que iria passar mal com o efeito provocado pela visão de sua bunda naquela posição.  Já havia visto fotos e vídeos de mulheres moreno escuras, mas nunca “ao vivo e a cores” em um corpo perfeito como o de Nádia.   Seu rabo e os lábios de sua buceta eram mais escuros, quase negros, porém a região em volta de seu clitóris e no interior dos pequenos lábios eram da cor de sua pele.  Dando para ver que estava bem molhada, não sei o que mais desejei naquele momento, se era cair de boca ou enfiar meu pau naquela buceta provocante.  Tirei a cueca e com o rosto no travesseiro ela observou meu pau pular para fora.  Não era grande como o de Rafael, mas chamava a atenção pela sua dureza e vibração.  Achando que seria fodida por aquele pau duro ela fechou os olhos, respirou fundo e empinando sua bunda se preparou para recebê-lo.

Para sua surpresa não foi o que aconteceu.  Segurando sua bunda com as mãos, aproximei meu rosto de sua buceta e respirei fundo para sentir seu cheiro.  Com a ponta da língua, massageie seu clitóris umas três vezes, continuando lentamente pelo interior de seus pequenos lábios até a entrada de sua buceta onde me deliciei com seu saboroso mel, fazendo com que Nádia gemesse de prazer. Continuei até seu rabo, que ao sentir minha língua quente, se contraiu fazendo com que sua bunda apertasse meu rosto.

Continuei a exploração de sua buceta e seu rabo com minha boca enquanto minhas mãos passaram a acariciar seu corpo chegando até seus peitos.  Com o travesseiro ela sufocava seus gemidos enquanto suas mãos seguravam com força os lençóis da cama.  A cada passada de minha língua em seu clitóris percebia que ela apertava com mais força os lençóis e sua respiração se tornava ainda mais ofegante.  Muito excitada,  não demorou a gozar loucamente.  Senti em minha boca as contrações de sua buceta, que acompanhadas pelo movimento de sua bunda a pressionava ainda mais contra meu rosto.

Esperei as contrações passarem, cheio de tesão me coloquei de joelhos e sem cerimônia enfiei meu pau até o fundo de sua buceta ainda vibrante.  Nádia ainda muito excitada passou a movimentar sua bunda fazendo meu pau entrar e sair no ritmo que desejava.  Segurando sua bunda com as mãos, sincronizei meu movimento com o seu de maneira que meu pau quase saía e depois entrava até o fundo.  Nem acreditava que estava fodendo uma mulher como aquela.  Olhava para todo o seu corpo, seus peitos firmes balançavam discretamente, suas costas e sua bunda exibiam a bonita cor de sua pele morena, seu rabo perfeito se dilatava e se contraia com o movimento de entrar e sair de meu pau em sua buceta.  Mesmo sendo mais escuro que minha pele, a cor de meu pau contrastava com a de sua buceta, tornando a visão dele entrando e saindo uma cena extremamente erótica.  

A penetração durou o tempo perfeito para aproveitarmos e não ficar cansativo para Nádia.  No momento certo acelerou o movimento me fazendo gozar quase gritando.    Deu para sentir os jatos fortes de meu gozo inundando sua buceta com minha porra quente e farta.  Nádia continuou apertando meu pau através de contrações de sua buceta, querendo dentro dela toda a porra gerada pelo meu gozo. Ofegantes, ficamos parados por alguns minutos aproveitando as sensações.   

A posição a deixou cansada e era hora de sair de dentro dela.  Lembrando que Sara detesta dormir em lençóis sujos de porra, pedi para que pegasse uma toalhinha que estrategicamente havia deixado debaixo de um dos travesseiros.  Nádia sorrindo pegou a toalhinha e comentou: “Que homem prevenido você é, Rafael não toma esses cuidados e sempre suja o lençol.”.  

Coloquei a toalhinha embaixo de nossos corpos e tirei cuidadosamente meu pau de sua buceta.  Assim que ele saiu, Nádia mudou de posição, de forma que não escorresse pelas suas pernas.  O lado pornográfico de minha mente se deliciou com a imagem de minha porra escorrendo de sua buceta e pingando na toalha.

Convidei Nádia a se deitar em meu peito e ficamos alguns minutos nos recuperando de toda aquela loucura.  Sua perna ficou sobre minha coxa dando para sentir algumas gotas ainda escorrendo de sua buceta.  Percebendo que meu pau permanecia grande e com certa rigidez ela resolveu quebrar o silencio comentando que estava espantada em vê-lo ainda firme.  Respondi sorrindo que estava turbinado.  Como não queria fazer feio, havia tomado a dose máxima de Viagra.

Jovem e com ótimo preparo físico ela também estava com muita energia e não perdeu tempo.  Levantou-se e ajoelhada com as pernas abertas segurou meu pau e encaixou a cabeça na entrada de sua buceta.  Com os lábios entreabertos e olhando em meus olhos foi descendo sua bunda para que meu pau penetrasse em sua buceta até o fundo.  Sem desviar o olhar passou a se movimentar fazendo com que entrasse e saísse de sua buceta. Nádia sabia como provocar um homem, deixava o pau quase sair totalmente para que eu pudesse sentir a cabeça forçando a entrada a cada movimento.  Foi muito excitante, principalmente podendo admirar seu belo corpo a minha frente.  Aproveitei e com as duas mãos segurei seus peitos, massageando e beliscando seus mamilos com a ponta dos dedos.  A cada beliscada ela fechava os olhos e contraia os músculos de sua buceta me deixando com mais tesão.  Alternava entre movimentos lentos e rápidos, as vezes parando, não permitindo que eu gozasse.  Para completar, movimentava meus quadris de forma sincronizada com os seus, fazendo com que a penetração fosse ainda mais profunda.

Ela se encontrava em intenso êxtase e resolvi provocar ainda mais.  Segurei sua bunda com as duas mãos e despretensiosamente passei meus dedos em seu rabo que se encontrava molhado pela lubrificação que saía de sua buceta.  Passou a também movimentar seus quadris para frente e para trás fazendo com que meus dedos deslizassem.  Não resisti e enfiei um dedo e logo em seguida mais um que foram praticamente engolidos por seu rabo.  Seu movimento era extremamente sensual e provocante, empinando sua bunda para trás e seus peitos para frente gemendo ofegante.  Eventualmente dobrava seu corpo para me beijar, um beijo intenso e molhado que me deixou alucinado.  Num desses beijos, aproveitou para pegar debaixo do travesseiro um tubo de lubrificante que havia deixado junto com a toalhinha.

Sem perda de tempo, levantou sua bunda fazendo com que meu pau saísse de dentro de sua buceta.  Lambuzou com bastante lubrificante e sem dificuldade enfiou em seu rabo já relaxado pelos meus dedos, iniciando um movimento enlouquecedor.  Passou a massagear sua buceta com os dedos ficando totalmente descontrolada de tesão.  Nesse descontrole começou a conversar sem interromper seus movimentos.

Ofegante confessou que gostaria de ter o pau de Rafael no rabo junto com o meu e quando curioso perguntei ser já havia experimentada uma dupla penetração me respondeu que era uma fantasia que ainda não havia realizado e que nas vezes em que fizeram troca de casais não ficaram juntos no mesmo quarto.  

Continuou contando que já haviam feito ménage com outra mulher, mas apesar de Rafael já ter proposto, nunca teve coragem de fazer com outro homem e que quando fizeram com um brinquedo ficou ainda mais desejando dois homens de verdade.  

Meio fora de mim lhe contei que tinha a fantasia de dar meu rabo enquanto chupasse um buceta.  Para minha surpresa respondeu que havia ficado sabendo através de Sara e que já havia experimentado quando fizeram um ménage com outra mulher.  

Meu tesão ficou ainda maior quando Nádia me disse que uma buceta ficava ainda mais gostosa com o pau de Rafael enfiado no seu rabo, que desta maneira ele poderia massagear seu clitóris com os dedos fazendo com que gozasse primeiro que a outra mulher, mas que também havia sido muito excitante ser chupada por uma mulher que estava sendo fodida por Rafael, principalmente olhar para ele e perceber o tesão em seus olhos.

Empolgado com a conversa, confessei que também seria interessante receber um boquete enquanto Sara fosse fodida por outro homem e que pensar no pau de Rafael enfiado na buceta ou no rabo de Sara me deixava muito excitado.

Rebolando em meu pau, continuou me contando que sentia muito tesão ao imaginar Rafael sendo fodido por outro homem enquanto chupava sua buceta e que já havia tentado fazer inversão de papéis com ele, mas que ele não concordava em dar o rabo.  Me contou que em certa ocasião fizeram uma troca onde ela ficou com a mulher e Rafael topou comer o rabo do marido que gostava de ser passivo.

Quando me perguntou se sentia atração por homens respondi com sinceridade:

– Na verdade não sinto atração por homens, mas se ver um homem muito bonito que aparente ter um pau grande, sinto tesão ao imaginar dando meu rabo para ele, porém nada de beijos e carinhos, somente sexo.  Tenho um brinquedo com ventosa que uso no chuveiro e para dar mais tesão imagino ser um homem de verdade.  Não creio que seja bissexual, acho que tenho um pouco do feminino em mim que faz com que deseje ser passivo.

Um silencio ficou no ar quando Nádia revelou que sabia que eu havia trazido uma cinta com um pau bem grande e que quem sabe ainda iria foder meu rabo nesta noite.  Nádia continuou rebolando com meu pau em seu rabo enquanto eu apertava seus peitos.  Acelerou seus movimentos e com mais intensidade estimulava seu clitóris, enquanto enfiava desesperadamente seus dedos na buceta querendo gozar.   Ambos estávamos completamente fora de controle e logo ela gozou.    Pressionou sua bunda sobre mim fazendo com que meu pau penetrasse bem no fundo e gozou loucamente.  Senti cada contração de seu gozo como se tentasse espremer meu pau duro dentro de seu rabo apertado.  Esperei somente passar as contrações e tentei continuar para também gozar, mas ela não deixou, tinha outros planos e me queria inteiro.    Exausta, dobrou seu corpo sobre o meu, deixando que pau saísse de dentro dela, mas permanecendo duro entre suas pernas.  Ficamos assim por alguns minutos sentindo o batimento acelerado de nossos corações.