Contos Eróticos Sexo Livre

Erotismo em forma de Série

Publicado o Episódio 01 da Terceira Temporada

Publicada a ilustração do Episódio 01

Swing no Caribe

Episódio 12

Nádia e Sara haviam preparado um verdadeiro roteiro de filme pornô para a seção de sexo grupal que estava programada para aquela tarde.  Neste episódio Sara narra a primeira parte das loucuras que aconteceriam no encontro dos dois casais.

“Me coloquei de joelhos, deixando seus seios entre minhas pernas, de forma que sua boca encontrasse minha buceta e sua língua quente me fizesse gozar. Foi uma loucura total!  Encontrávamos todos totalmente fora de controle.”

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Como o objetivo era provocá-los, continuamos abraçadas até entrarmos no hotel.  Estava sóbria, porém eufórica.  Conversávamos rindo sobre o espanto que causamos em nossos maridos, Nádia comentou que sempre foi ousada, mas que nunca havia feito algo semelhante e que certamente surpreendeu Rafael.  Como eu sempre fui uma mulher discreta, Paulo provavelmente ficou abismado com meu comportamento, principalmente sabendo que os drinques não eram suficientes para que eu ficasse bêbada.

Não via a hora de chegar no quarto, na verdade, além de eufórica estava com muito tesão.  Meu biquíni ainda estava molhado, mas dava para sentir a lubrificação no interior de minha buceta e sentir o tecido no meu clitóris inchado.  Cada vez que olhava para Nádia sentia uma vontade louca de beijá-la e me entregar totalmente. 

Chegando ao quarto fomos diretamente para o chuveiro tomarmos um rápido banho.  Na verdade, não foi tão rápido como previsto, o desejo tomou conta de nós e se não houvesse um plano a seguir, teríamos transado ali mesmo.  Trocamos beijos intensos e molhados, Nádia chupou meus peitinhos enquanto enfiava dois dedos, buscando sentir a lubrificação de minha buceta, me deixando sem ação.  Muito excitada, só conseguia apertar sua bunda, como aperto em minhas mãos os lençóis da cama ao ser chupada por Paulo.  Se sua pele fosse branca como a minha, teria deixado as marcas de meus dedos.

Terminamos o banho a tempo de preparar o quarto para a chegada de nossos convidados.  Coloquei para tocar uma playlist de músicas selecionadas por Paulo para esse tipo de ocasião.  Deixamos à mão um tubo de lubrificante, a calcinha com o pau de borracha e até uns brinquedinhos que Nádia havia trazido.  Deixei meu celular bem a vista com um bilhetinho para Paulo dizendo que era para tirarem suas roupas e que poderia filmar à vontade.  Registrar e assistir depois, fazia parte de nossa fantasia e certamente da deles também.  Mesmo quebrando o clima, deixamos o quarto bem iluminado para obtermos uma filmagem de melhor qualidade.  Afinal, não era para rolar romantismo, mas muita sacanagem.

Estávamos completamente nuas, lindas e cheirosas, sem contar que muito excitadas.  Deitei-me na cama e ofereci todo meu corpo para Nádia, que desta vez foi diretamente ao assunto.  Posicionou-se sobre mim e iniciamos um ardente 69.  Nádia lambia suavemente minha buceta, que mesmo depois de enxuta pela toalha, já se encontrava toda lambuzada com o gel do meu tesão.  

Ver seu rabo e sua buceta diante dos meus olhos me fez lembrar Paulo, que sempre dizia que era a posição mais provocante de uma mulher.  Que rabinho lindo, negro, redondinho com suas pregas parecendo pétalas de uma pequena flor.  Até esqueci de sua buceta, que também se encontrava toda lambuzada.  Dediquei-me a atentamente lamber as pétalas daquela linda flor, deixando Nádia tão excitada que mal conseguia me chupar direito.

Ouvi Paulo abrir a porta e juntamente com Rafael entrar em silêncio no quarto.  Ao ouvir a música, já imaginou o que estaria acontecendo, e vendo o bilhete junto ao celular, sussurrou para Rafael que deveriam tirar a roupa.  Continuamos nosso show sem dar atenção a eles, enquanto Paulo começou a nos filmar.  De vez em quando olhava disfarçadamente, podendo ver que a cena os deixava excitadíssimos.  Estavam os dois de pau duro, mas o de Rafael me deixava ainda mais excitada.  A cada lambida, imaginava aquele pau enorme penetrando a buceta ou o rabinho de Nádia, além de lembrar como foi gostoso senti-lo dentro de mim.

Paulo filmava cada detalhe, principalmente closes das línguas lambendo as bucetas molhadas.  Fez também tomadas mais distantes mostrando nossos belos corpos, aproveitando para filmar Rafael com seu pau enorme bem durinho.  Achou que ficaria de fora, mas nem imaginava que também atuaria no filme, em cenas bem pornográficas.

Estávamos próximas de gozar, quando Nádia viu que era a hora de mudar a cena.  Observou que Rafael desesperado, segurava seu pau, pronto para se masturbar.  Saindo de cima de mim, deitou-se ao meu lado de pernas abertas.  Levantei-me e pegando o celular com que Paulo filmava, mandei que continuasse minha tarefa na buceta de Nádia.

Paulo se colocou de quatro entre as pernas dela e continuou com sua habilidosa língua.  Sua bunda ficou bem em frente a Rafael.  Imaginei que eles entenderam logo o que pretendíamos.  Antes que Rafael tomasse qualquer atitude, indiquei com a mão que esperasse.  A cena era bem erótica, Paulo sabia lamber com delicadeza, quase como a de uma mulher.  

A expressão do rosto de Nádia demonstrava toda sua excitação a cada movimento da língua de Paulo em sua buceta.   Apesar de ter sido rápida, a mudança de cena fez com que baixasse seu nível de excitação, caso contrário teria gozado nas primeiras lambidas em seu clitóris.  

Paulo, percebendo o que estava para acontecer, evitou o clitóris, se dedicando aos grandes e pequenos lábios, bem como a entrada da buceta de Nádia.  Dava para ver em seus olhos o tesão provocado pelo gosto daquela buceta que o fascinava.  Com closes caprichados, registrei também cada detalhe da cena.  Filmei inclusive as contrações de seu rabo, que desejava loucamente o pau grande, grosso e duro de Rafael.

Me aproximei de Rafael e entregando o celular pedi que continuasse a filmar.  Me agachei e chupei seu pau de um jeito bem sensual, para que ficasse mais duro ainda.  Olhando para a câmera do celular, lambia lentamente a cabeça, cena típica de filme pornô, que desta vez ele permitiu que eu protagonizasse.

Estava tão gostoso, que me esqueci do tempo.  Percebi que Nádia não aguentaria muito mais, seguindo em frente com o script planejado.  Segurando seu pau duro, fiz com que Rafael se aproximasse da bunda de Paulo.  Lambuzei seu rabo com bastante lubrificante e comecei a esfregar o pau de Rafael, fazendo com que Paulo delirasse de tesão e ansiedade.  Forcei um pouco e a cabeça entrou, provocando um gemido alto de Paulo.  Sabia que não era de dor, mas de prazer, a sensação da primeira entrada da cabeça de um pau grosso como o de Rafael era maravilhosa, além do mais que precedia momentos de intenso prazer.

Rafael de pé, aos pés da cama, filmava em close, desviando o celular algumas vezes para registrar meu rosto, que era sinal de pura safadeza.  Como boa aprendiz, fiz o movimento de tirar e recolocar umas quatro vezes até que indiquei para que Rafael enfiasse tudo, até o fundo, para que Paulo sentisse como era ter cerca de vinte e três centímetros em seu rabo.  Na verdade, como Rafael me fodeu de ladinho, não pude recebê-lo inteiro no meu rabinho apertado, mas pelo que senti em minha buceta, deve ser também delicioso, mas um pouco dolorido.

Entrou tudo até o fundo e desta vez deve ter doído.  Paulo gemeu mais forte, mas arrebitou sua bunda indicando que gostou.  Percebi que o movimento de entrar e sair devagar o deixava alucinado, era perceptível pela maneira que chupava a buceta de Nádia e pelo movimento de sua bunda, facilitando a penetração até o fundo.

Me levantei, pegando o celular com Rafael, passei a registrar detalhadamente aquela cena pornográfica que adorei assistir.  A expressão de Paulo e Rafael a cada enfiada era muito excitante, e a imagem de meu homem sendo fodido por um pau daqueles me deixou com mais tesão ainda.  Fiquei pensando que deveria experimentar mais vezes a inversão de papéis que Paulo sempre desejou, sem contar que fiquei com certo ciúme de Nádia e Rafael, afinal os dois “comeram o rabo de meu marido”.

Mas o mais “artístico”, foi uma tomada mais distante com os três na cena.  Enquadrei o belo corpo negro de Rafael, a beleza da pele bem morena de Nádia, seu rosto lindo e seus seios maravilhosos.  Tudo isso, com Paulo no meio sendo fodido e chupando delicadamente uma buceta, proporcionaram uma imagem bonita e erótica, difícil de se encontrar nos filmes pornôs.

Não aguentando de tanto tesão, entreguei o celular para que Rafael continuasse. Nádia se encontrava com os ombros apoiados em travesseiros na cabeceira da cama.  Me coloquei de joelhos, deixando seus seios entre minhas pernas, de forma que sua boca encontrasse minha buceta e sua língua quente me fizesse gozar.  Dobrei meu corpo e apoiei as mãos na cabeceira. Paulo pode apreciar e Rafael filmar o espetáculo proporcionado por minha bunda, e também a língua de Nádia em minha buceta.

Foi uma loucura total!  Encontrávamos todos totalmente fora de controle.  O mais controlado era Rafael, que em silêncio nem gemia.  Apenas enfiava cada vez com mais força, fazendo com que Paulo gemesse e chupasse com mais tesão a buceta de Nádia, que por sua vez, segurando minha bunda com as duas mãos, lambia vigorosamente meu clitóris, movimentando para frente e para trás a minha bunda.  Desde que nos conhecemos, percebi que Rafael era muito educado, discreto e de poucas palavras.  Provavelmente preferiu não humilhar Paulo na nossa frente, já Nádia, estaria chamando Paulo de putinha com frases bem sacanas.  

Quando percebeu que ela iria gozar a qualquer momento, Paulo passou a sugar o clitóris de Nádia que desesperadamente enfiou seu dedo em meu rabinho e gozou.  Da mesma forma que fez comigo, fechou suas pernas na cabeça de Paulo, o deixando sufocado por alguns instantes.  A cada contração enfiava mais forte seu dedo em meu rabinho e sua boca sugava meus pequenos lábios e o clitóris.

Logo fui eu quem gozei.  Como sempre, boa aprendiz, levantei o corpo, apertei o rosto de Nádia entre minhas pernas e fiz com que sentisse cada contração do meu gozo em sua boca, além de sentir em seu dedo enfiado no meu rabinho.  Rafael se deliciava registrando toda a cena com o celular, enquanto enfiava com força e bem fundo, seu pau duro no rabo de Paulo.

Paulo nos contou depois, que achou que passaria mal naquele momento.  Afinal, foi sufocado por uma mulher gozando em sua boca, e mal respirou, assistiu sua esposa gozando com um dedo no rabo e a buceta enfiada no rosto de outra.  Tudo isso sendo fodido por um pau grosso e enorme, que entrava até no fundo para depois sair quase que totalmente, entrando novamente.  Ficou ofegante e com o coração acelerado com todo aquele tesão, que em nenhuma outra ocasião havia experimentado.  Só respirou direito, quando aproveitando a sensibilidade da buceta de Nádia, parou de chupar.  Ficou apenas sentindo seu cheiro excitante, enquanto se concentrava no prazer proporcionado pelo pau de Rafael.

Após retornar à consciência permiti que Nádia também respirasse e peguei o celular para registrar o gozo de nossos maridos. Detalhe, doeu quando Nádia tirou o dedo de meu rabinho, ela havia enfiado a seco e anestesiada pelo tesão eu nem havia percebido.  

Paulo começou a gemer, estava conseguindo gozar de uma maneira que sempre desejou, só com o estímulo de um pau em sua próstata.  Posicionei estrategicamente o celular e várias gotas provenientes de seu pau, já deixavam marcas no lençol branco.  Gozou loucamente, sufocando seus gritos na buceta de Nádia, que sorriu satisfeita.  Rafael interrompeu o movimento de entrar e sair e com seu pau bem no fundo, sentiu cada contração do rabo de Paulo.

Registrei em close os jatos de porra, formando uma grande poça na cama.  Foi um gozo muito intenso, porém, concentrado na próstata, não produzia jatos fortes.  Percebendo a exaustão de Paulo, ficamos todos quietos até que ele se manifestasse.  Depois de algum tempo, levantou a cabeça dizendo que estava bem, mas que apesar de desejar, não aguentaria que Rafael continuasse para gozar em seu rabo.

Rafael compreendeu, sentindo que estava contraído, tirou com cuidado seu pau duro do rabo de Paulo.  Continuei filmando, enquanto de quatro, com as bundas viradas para a cabeceira da cama, Nádia e Paulo dividiam o pau duro de Rafael.  Mesmo ainda sobre os efeitos do gozo, fiquei excitada ao registrar aquela cena típica dos filmes pornô.  Nádia já estava acostumada, mas nunca imaginei que Paulo teria a mesma habilidade para lamber e chupar um pau de verdade, já que chupava muito bem uma buceta.  Deu para perceber que os dois se deliciavam e Rafael de olhos fechados, suspirava e gemia bem discretamente, aproveitando as sensações provocadas pelas duas línguas quentes.

Nádia era muito sacana, quando percebeu que Rafael iria gozar, molhou bem um dedo em sua boca e enfiou de uma só vez em seu rabo, fazendo com que desta vez gemesse forte.  Fiquei curiosa, não sei se gostou, se foi de tesão ou de dor, muito discreto não nos contou, também não tive coragem de perguntar.  Só sei que em instantes, após uma gostosa lambida, Nádia recebeu em sua garganta um forte jato, quase se engasgando.  Rafael gozava loucamente e segurando com a mão, direcionou os jatos seguintes na direção da boca de Paulo e de Nádia, que excitados esperavam por esse momento.  Registrando tudo, fiquei impressionada com a força e quantidade de jatos que encheram suas bocas e lambuzaram seus rostos.

Eles se sentiam verdadeiros atores em um filme pornô.  Propositalmente, se beijaram com a boca toda lambuzada de porra, para depois juntos darem um “selinho” na cabeça grande do pau de Rafael.  Olharam para o celular com uma cara bem safada, que aproveitei para fechar a cena.  O mais curioso é que, diferentemente de Paulo, nunca gostei de assistir a filmes pornô, mas adorei participar e produzir essas cenas.