Contos Eróticos Sexo Livre

Erotismo em forma de Série

Publicado o Episódio 01 da Terceira Temporada

Publicada a ilustração do Episódio 01

Um Novo Casal Liberal

Episódio 01

Ao retornarem ao Brasil, Paulo e Sara permanecem por dois dias em São Paulo.  Sara parecia ser uma nova mulher, mais ousada e esbanjando sensualidade.  Chegaram a cogitar uma noitada em uma Casa de Swing, porém decidem ir mais devagar e desta vez apenas visitam uma Sex Shop.  Usando um vestido curto, Sara provoca um jovem motorista de aplicativo abrindo suas pernas e mostrando uma minúscula calcinha.  O excitante passeio rendeu uma transa quente do casal em seu retorno ao hotel.

“De repente senti algo forçando as pregas de meu rabo, achei até que era o pau de Paulo querendo fodê-lo, mas logo percebi que era o plug, que logo entrou e se alojou dentro de mim.  Mordi o travesseiro para não gritar, quando em seguida senti enfim seu pau penetrar em minhas entranhas até que suas bolas tocassem meu clitóris.

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Após a viagem de volta ao Brasil, ficamos dois dias em São Paulo aproveitando o que sobrou das férias de Sara.  Ainda sobre o efeito das loucuras do Caribe, a primeira coisa que pensamos foi em ir um clube de swing, localizado bem perto do hotel em que estávamos hospedados.  Ficamos empolgados ao ver como era o local, porém chegamos à conclusão de que ainda não estávamos preparados para tanto e resolvemos deixar para outra ocasião.  De qualquer forma, queríamos fazer algo diferente e decidimos fazer compras em uma Sex shop.  

A viagem ao Caribe fez com minha libido se aflorasse e a ideia me deixou excitada, já que nunca havia entrado em uma loja do gênero e mesmo Paulo costumava comprar seus brinquedos pela Internet.  Coloquei uma calcinha fio dental e o mesmo vestido preto e curto que usei na noite em que recebemos a proposta de fazermos uma troca de casais. Na ocasião, tirei a calcinha e entreguei para Paulo antes de irmos para a boate o deixando excitadíssimo.

Pedimos uma viagem por aplicativo e fomos atendidos por um motorista jovem e bem gato, que me lembrou Pablo, nosso delicioso garçom do Caribe.  Ao sentar-me no banco de trás, o vestido curto inevitavelmente deixou minha calcinha a mostra e já excitada com o passeio, fiz questão de manter as pernas abertas, de forma que o motorista pudesse ver pelo retrovisor.

Meio tímido, o jovem olhou para trás para confirmar nosso destino e antes que Paulo respondesse, confirmei com um olhar bem safado e a voz sensual, que era a Sex Shop.  Já era o suficiente para deixar o jovem desconsertado, mas como sempre digo, que tudo que é bom pode ficar melhor ainda, ao baixar os olhos ele se deparou com a visão de minhas pernas abertas, mostrando a calcinha de renda preta entre minhas belas coxas. 

Durante todo percurso dava para perceber seu nervosismo e pude ver que toda vez que parávamos em um semáforo, ou em um cruzamento preferencial, ele aproveitava para dar uma olhadinha pelo retrovisor.  Me sentia possuída pela Sara despudorada que havia surgido e a brincadeira de provocar o lado pervertido de um jovem me lembrou Pablo.  

Acompanhando seus olhares pelo retrovisor, abria um pouco mais as pernas e algumas vezes até passava a língua entre os lábios de forma bem provocante.  Paulo percebeu minha atitude e visivelmente ficou excitado com a situação, provavelmente se lembrando também de nossa noite com o jovem Pablo.  

Comecei a sentir minha buceta queimar de tesão e estava prestes a passar os dedos para sentir minha calcinha umedecida, mas infelizmente a viagem foi rápida e chegamos à loja.  Minha vontade era de me masturbar com o motorista assistindo.  Nunca pensei que me interessaria pelo exibicionismo, mas era o meu desejo naquele momento.

Paulo desceu do carro primeiro e antes de descer, abri as pernas, passei os dedos na calcinha melada e chupei olhando para o retrovisor. Meu olhar de puta deve ter deixado o jovem louco e provavelmente na primeira oportunidade se masturbaria pensando em mim.  Certamente estava de pau duro, já que até Paulo ao descer do carro não conseguia disfarçar sua excitação.

A loja era bonita e enorme.  No térreo não tinham dildos e vibradores, apenas roupas, fantasias eróticas e alguns brinquedos mais discretos.  Fomos atendidos por uma jovem bonita e muito educada, que logo observou que não éramos habituados a fazer compras numa sex shop.  Sem muitas perguntas, nos convidou a conhecer o andar de cima, dizendo que lá era bem mais interessante.

Fiquei espantada e ao mesmo tempo excitada com o lugar.  Parecia uma loja de departamentos, tinha vários setores e todos pareciam muito interessantes.  O que mais me chamou a atenção foi o dos dildos.  A variedade de tamanhos, formas, texturas e funcionalidades me deixaram alucinada ao imaginá-los preenchendo todos os meus orifícios.  Também me impressionou a seção BDSM, onde vi certos objetos que me deixaram curiosa por saber como seriam utilizados.  Confesso que mexeram com minha imaginação.

No começo fiquei só observando, mas logo fui ficando mais à vontade e passei a pegar e a tirar minhas dúvidas com a simpática vendedora que nos atendia.  Ela explicava com todos os detalhes e de uma maneira tão natural, que parecia que estava mostrando como usar uma maquiagem ou até mesmo um aparelho eletrônico.  A verdade é que deu vontade de convidá-la para ir conosco ao hotel para vermos na prática como tudo funcionava.

Fiquei surpresa com a naturalidade com que Paulo perguntou à vendedora se teria como pegar e ver melhor como era um pênis beliscável.  Tinha quase vinte centímetros e um pouco mais de quatro de diâmetro e sua textura parecia um pênis de verdade.  Era vertebrado, tinha uma ventosa e poderia ser usado com uma cinta que Paulo aproveitou para comprar também.   

Depois de quase uma hora nos divertindo na loja, decidi o que levaria para mim.  Escolhi um plug anal de metal, com um coração na base e um sugador de clitóris que diziam fazer a mulher gozar em poucos minutos.  Pensei em levar também um vibrador para casal, porém desisti quando entendi que era para usar dentro da buceta durante a penetração.  Na empolgação, selecionei da seção BDSM um par de algemas, uma chibata de tiras de couro e uma roupa em vinil preto. No final, Paulo me convenceu a levar também uma capsula vibratória sem fio, dizendo que poderia ser muito útil.  Tudo foi colocado em uma sacola bem discreta que parecia ser de uma boutique.

No trajeto de retorno ao hotel, não tivemos a mesma sorte com o motorista.  Era um sujeito com uma aparência estranha, que vendo meu vestido curto e que havíamos saído da sex shop ficou durante todo o percurso tentando ver minha calcinha pelo retrovisor.  Para sua decepção, não senti nenhuma atração por ele e de sacanagem fechei bem as pernas, segurando com uma das mãos o vestido. 

Rapidamente chegamos ao hotel e assim que entramos no quarto pudemos colocar para fora todo o tesão que sentíamos, começando por um longo e molhado beijo de língua que fez com que Paulo ficasse com o pau duro e sedento por me foder.  Mandei que tirasse suas roupas e desembrulhei as compras, deixando o plug em cima da cama.

Tirei a calcinha enxarcada e entreguei para que sentisse o odor de minha luxúria.  Sem tirar o vestido, me coloquei de quatro sobre a cama e não falei nada, pois tinha certeza de que Paulo saberia muito bem o que fazer.

Abri as pernas e puxei o vestido do jeito que Paulo gosta de me ver na cama.  Me encontrava ofegante e com o coração acelerado.  Empinei a bunda exibindo todos os detalhes de minha buceta e meu lindo rabinho.  Como estava muito excitada, os pequenos lábios estavam inchados e o clitóris saliente, implorando para ser chupado.  Minha buceta brilhava por conta de intensa lubrificação produzida durante quase duas horas.  Meus dois orifícios do prazer estavam prontos para saciar os desejos de meu pervertido esposo.

Porém Paulo preferiu começar pelo terceiro orifício.  Completamente nu, aproximou seu pau duro e pulsante do meu rosto e me falou em tom de comando: “Chupa meu pau sua putinha exibida que logo vai ter o que merece”.  Sua excitação me fazia sentir desejada e ser chamada de puta me deixou ainda mais louca de vontade de ser fodida.  

Não sei bem explicar por que senti tanto tesão ao ser chamada de putinha daquela maneira.   Talvez a puta que existe dentro de mim foi libertada por toda a excitação que senti nas últimas duas horas.  Começou com o vestido que trouxe deliciosas lembranças e se tornou mais forte quando entrei naquele carro e me senti desejada pelo jovem motorista.  A partir dali, foram muitos estímulos que somados fizeram mais efeito que as margaritas que tomava no Caribe.

Olhando para cima da maneira que todo homem adora, segurei suas bolas enquanto lambia seu pau base até a cabeça fazendo com que até gemesse de tanto tesão.  Delirante, Paulo me segurou pelos cabelos e enfiou seu pau em minha boca até a garganta.  Manteve até que comecei a engasgar me sentido uma verdadeira atriz de filme pornô.  Repetiu algumas vezes, fazendo com que a saliva escorresse pelo canto de minha boca, para depois se abaixar e me beijar demonstrando toda sua paixão e tesão.

A retribuição veio logo em seguida, começando pelo clitóris, lambeu lentamente toda minha buceta até meu rabinho, que se contraiu ao sentir sua língua quente.  Após repetir algumas vezes, Paulo percebeu que excitada como me encontrava, gozaria logo e passou a lamber e chupar meu rabinho, enfiando sua língua entre as pregas.  Desvairada, falei quase gritando: “Mete essa pica em minha buceta ou no meu cu que sua puta não aguenta mais!”.  Que vergonha, estava realmente desvairada e despudorada já que nunca tive o costume de usar esses termos, na verdade somente a pouco tempo, consegui usar naturalmente durante o sexo as palavras buceta e pau.  

De repente senti algo forçando as pregas de meu rabo, achei até que era o pau de Paulo querendo fodê-lo, mas logo percebi que era o plug, que logo entrou e se alojou dentro de mim.  Mordi o travesseiro para não gritar, quando em seguida senti enfim seu pau penetrar em minhas entranhas até que suas bolas tocassem meu clitóris.

A partir daí foram momentos de total descontrole, Paulo me fodia com força e a cada vez que me penetrava, sentia um prazer intenso provocado pelo plug enfiado em meu rabo.  Com a bunda bem empinada meu clitóris era também estimulado e logo gozei loucamente fazendo com que Paulo também gozasse.

Com Paulo segurando minha bunda contra suas coxas, permaneci de quatro com minhas pernas tremendo em consequência do intenso gozo.  Sentia dentro de mim o calor de sua porra e as contrações de meu rabo não cessavam por conta do plug nele enfiado, me sentindo completamente preenchida e saciada.

Não sei por quanto tempo ficamos assim, foi extenuante, de maneira que os poucos minutos pareciam como horas de uma corrida.  O prazer era indescritível e não queria que a sensação acabasse, mas meu corpo amoleceu.  Pude ainda sentir o  movimento de pau de Paulo sair lentamente de dentro de minha buceta que se contraiu como que não quisesse deixá-lo ir embora.  Senti sua porra transbordar e escorrer por minha perna, mas naquele momento nem pensei que sujaria o lençol, só vindo a descobrir quando me deitei de costas e senti na minha bunda.

Paulo se deitou ao meu lado e assim ficamos por mais alguns minutos até que nosso coração e respiração voltassem quase ao normal.  O difícil foi retirar o plug preso em meu rabinho que permanecia contraído.  Paulo ajudou puxando lentamente pela base, provocando uma sensação muito gostosa que terminou quando ao saiu permitiu que meu buraquinho se fechasse.Tomamos um gostoso banho juntos, pedimos comida no quarto e logo dormimos, para no dia seguinte passarmos o dia na casa de uns amigos e à noite embarcarmos com destino à cidade onde moramos.