Contos Eróticos Sexo Livre

Erotismo em forma de Série

Publicado o Episódio 21

Publicada a ilustração do Episódio 19 – Em breve novas ilustrações

Um Novo Casal Liberal

Episódio 20

Em uma pousada na serra, Paulo e Sara conhecem um casal praticante de swing. No encontro no chalé a troca de casais no mesmo quarto é quente e com muito tesão.

O combinado é que seria uma festa do pijama.  Paulo se vestiu como costuma sempre dormir e transar.  Camiseta e um short de algodão do tipo cueca samba canção bem soltinho.  Era confortável e seu pau ficava completamente livre para crescer sem incomodar.  

Da minha parte me vesti para seduzir.  Gosto de dormir de short doll, mas quando quero provocar, coloco uma bela camisola curta.  Para essa viagem havia levado um verdadeiro arsenal de sedução. Completando a camisola preta, curta, transparente e com muitas rendas, coloquei outra calcinha crocthless, porém essa era de renda preta e tinha uma diferença bem interessante em relação à que usei no clube de swing.  Enquanto a outra tinha um fio dental, esta agora passava entre os grandes lábios da buceta e a perna, continuando aberta na parte de trás.  Desta forma o rabo também ficava livre para ser fodido, sem necessidade de colocar a calcinha de lado ou tirar totalmente.  

Estava usando pela primeira vez e quando Paulo viu, falou brincando que queria desistir do encontro.  Me olhei no espelho, levantei o pouco necessário da camisola que era bem curta, dei uma rodadinha para ver minha bunda e falei para Paulo em alto tom:

– Que tesão de mulher você tem !! Tem certeza de que vai entregar para outro foder ?

Ao ver pelo volume do short a excitação de Paulo, decidi que seria melhor interrompermos o assunto, já que já estava quase na hora combinada.  

Havíamos desistido do prato de filé com molho.  Teria de ser comido quente e seria meio estranho se o serviço de quarto percebesse alguma coisa.  Decidimos apenas pela tábua de frios que seria recebida no quarto deles antes de chegarmos.

Por sorte, nossos chalés eram bem próximos e não teríamos de percorrer uma grande distância.  As dependências comuns da pousada, com piscina, sauna e um pequeno spa, não funcionavam durante a noite e o movimento noturno se resumia ao serviço de quarto e alguns casais que saíam para jantar no pequeno vilarejo próximo.  Mesmo assim optamos por utilizar os roupões disponíveis para a travessia.

Henrique e Isabela nos aguardavam com tudo pronto para a preparação dos drinques e a tábua de frios já havia sido entregue.  Sempre descontraído, Henrique foi logo me elogiando, dizendo que Paulo era um homem de sorte, estando a tanto tempo junto com uma mulher maravilhosa como eu.  Poderia interpretar que estaria me chamando de velha, mas como não tenho nenhum tipo de problema com minha idade, considerei apenas a parte da mulher maravilhosa.

Isabela também estava exuberante com uma camisola vermelha com rendas no bojo, que valorizavam seus fartos e bonitos peitos.  Sem contar que era curta e rodada, deixando parte de sua bunda provocante aparecendo.  Paulo logo retribuiu sem pudores, dizendo que Henrique tinha também muito sorte de ter uma mulher bonita e gostosa como Isabela.

Para minha alegria, o drinque  proposto para o encontro eram Margaritas.  Paulo ficou logo entusiasmado, já que sabe bem o que elas provocam em mim.  O que provavelmente estava se esquecendo é que naquela noite eu seria de Henrique e quem sabe também de Isabela.

Enquanto Paulo e Henrique preparavam os drinques, sentei-me na cama ao lado de Isabela e fizemos algumas combinações sem que os rapazes ouvissem.  Drinques prontos, nos assentamos em volta de uma pequena mesa.  Fizemos um brinde à saúde e ao prazer e o assunto inicial foi o passeio até a cachoeira.

Após a primeira dose, com a tequila subindo, a conversa foi ficando mais interessante e o assunto passou a ser o swing.  Henrique e Isabela já praticavam a dois anos, mas nunca participaram de festas, apenas encontros com mais um casal ou ménage.  Isabela não era muito resistente a bebida e já se encontrava bem alegre e solta.  Quando contamos sobre nossa ida ao clube de swing e o que fizemos por lá, quase enlouqueceu fazendo Henrique prometer que iram fazer também a experiência.

A cada gole o clima ficava mais quente e erótico.  Ao final da segunda dose me encontrava no ponto ideal.  Não estava embriagada, porém alegre e completamente liberta de qualquer amarra e sou capaz de fazer tudo o que quiser, porém em sã consciência.  No clube de swing bebi drinques mais leves, mas o tesão provocado pelo local me deixou embriagada e fora de controle.

Como a mesa era pequena e já havíamos finalizado os frios.  Nos encontrávamos sentados distantes da mesa e como o pudor já não existia mais, nossas pernas abertas e camisolas levantadas, expunham o fruto que nossos maridos mais desejavam e suas roupas soltas não disfarçavam sua excitação.  

Isabela também já se encontrava como eu e assim que surgiu o assunto boquete a noite tomou o rumo que pretendíamos.  Se levantou e ajoelhando-se surpreendeu Paulo puxando seu short.  Para a alegria de todos, imediatamente seu pau saltou livre.  Alegre e excitada, exclamou com um tom de voz sensual:

– Vocês agora vão ver um boquete bem-feito.

Terminando de retirar o short de Paulo, abriu suas pernas e se posicionou entre elas, me entregando a roupa que já tinha marcas da excitação de meu marido.  Paulo não havia tomado cuidado na escolha da cor, que sendo clara não disfarçava as gotas de tesão.

Começando pela base, deslizou sua língua pela parte de baixo do membro ereto de Paulo até a ponta de sua cabeça mais grossa que o corpo.  Suspirando, seu pau deu um pulo de alegria.  Com os lábios parcialmente fechados, lentamente permitiu que a cabeça entrasse em sua boca, como quando penetra um rabinho na primeira tentativa.  Assim que a cabeça entrou inteira, apertou com força os lábios e a expulsou para fora.

Isabela simulava realmente a penetração anal.  Repetiu o movimento deixando o corpo entrar um pouco mais fazendo com que a cabeça pudesse sentir a língua em seu interior.  Para Paulo a sensação foi maravilhosa e para mim e Henrique que assistíamos, foi excitante e inspiradora.  A cada repetição deixava entrar um pouco mais, até que ao sentir tocar sua garganta, deixou-o penetrar mais fundo quase se engasgando.  Pela última vez o colocou inteiro e cerrando os lábios prendeu a respiração, mantendo pelo tempo que conseguia aguentar.

A expectativa foi muito excitante, acho que Paulo quase gozou.  Minha buceta, já bem lubrificada por toda excitação das conversas, ferveu e um desejo louco percorreu todo o meu corpo.  Assanhadamente, Henrique havia descido seu short de pijama e ameaçava se masturbar.

Com a boca inundada de saliva, Isabela deu continuidade ao ato, lambendo, chupando e engolindo, enlouquecendo meu marido.  Henrique exibia silenciosamente seu membro, que por sinal tinha um dote considerável e se encontrava na expectativa de que eu fizesse o mesmo com ele.  Era um pau bonito, duro e quase reto, praticamente se nenhuma curvatura.  Institivamente o imaginei dentro de qualquer parte de meu corpo, na buceta, no rabo e até na boca.

Cheguei a pensar em fazer o que todos esperavam, porém não era o que eu queria naquele momento.  Abri bem as pernas e exibindo minha buceta ornada pela calcinha de renda, lancei um desafio:

– Não dá para concorrer com Isabela, mas será que alguém chupa uma buceta tão bem como meu marido ?

Paulo e Isabela se encontravam compenetrados no fenomenal boquete e Henrique não teve como não perceber que a indireta era para ele.  Inicialmente ficou decepcionado, já que esperava receber o mesmo tratamento que sua mulher dava a Paulo.  Quando viu a maravilha que o esperava entre minhas pernas logo se animou.

– Acho que Isabela também venceria essa, mas vou aceitar o desafio.  Exclamou sorrindo.

Sem dizer mais nada, fez como Isabela se ajoelhando entre as minhas já abertas.  Ao se aproximar e sentir o delicioso odor de meu tesão, suspirou e olhando para cima, aceitou o desafio.

Não só havia aberto bem as pernas, mas também escorregado pela cadeira, permitindo também o acesso ao meu lindo rabinho.  Com a ponta da língua, começou pelo rabo percorrendo lentamente toda a extensão até meu clitóris saliente.  Não sei se suspirei ou gemi baixinho, mas meu corpo todo se deliciou com aquela sensação extasiante de prazer.

Olhou novamente para cima como se perguntasse se havia gostado.  Colaborei comentado com a voz bem provocante:

– Começou bem.  Continue assim que será aprovado.

Realmente o jovem era habilidoso, logo me deixou com tanto tesão que o segurei pelos cabelos, da mesma forma que se segura os lençóis e se morde a fronha para conter a vontade de gritar.  Vi que Paulo também se encontrava delirante e só não havia gozado ainda pelo efeito que o remédio provoca, retardando o orgasmo.  Por sinal, além de seu remédio de uso contínuo havia tomado uma dose de Viagra.

Facilmente Henrique teria me feito gozar em poucos minutos, mas sabia bem o que fazer e prolongou nosso prazer ao máximo.  Nesse interim, antes que Paulo gozasse, Isabela havia se levantado e o conduzido para a cama.  Sentada praticamente de frente pude assistir tudo, ou pelo menos o que consegui captar no êxtase que me encontrava.

O chalé tinha um layout diferente do nosso, mas era também espaçoso e bem decorado.  A cama enorme acomodaria os quatro tranquilamente e Isabela sabiamente não deixou que Paulo se deitasse no meio.  O ambiente era realmente inspirador, no início Henrique havia colocado uma playlist do tipo soft rock, mas depois de algum tempo havia trocado por uma música suave, mas ao mesmo tempo com uma dinâmica perfeita para o sexo.

 Percebi que Isabela, como eu, era do tipo dominadora.  Sabendo exatamente o queria, mandou que Paulo se acomodasse na cama com as costas parcialmente encostadas em um travesseiro na cabeceira.  O deslocamento fez com que seu pau perdesse um pouco da rigidez, ameaçando se deitar.  Vendo o que acontecia, a parceira tratou logo de reanimá-lo.  Ajoelhada, com as pernas em volta de seu corpo, encaixou a cabeça grande na entrada da buceta.  A lubrificação era tão abundante que até escorria pelas pernas e facilmente entrou  completamente.  Ficou por algum tempo parada, mas pelos suspiros de Paulo, alguma coisa acontecia.  Só mais tarde descobri que praticava o pompoarismo e com as contrações de sua buceta deixou Paulo alucinado e seu pau novamente apontava para cima quando saiu de cima dele.

Bem que ela gostou do pau de meu marido, porém não para isso que havia levado Paulo para cama.  Se movimentou ainda ajoelhada para se apoiar na cabeceira da cama e apresentar de forma mais íntima sua linda e jovem buceta.  Paulo até que gostava da penetração, mas sua preferência era o contato dos sentidos com uma bela buceta.  Na verdade, por qualquer órgão sexual atraente, já que demonstrava também interesse em chupar um pau, desde que fosse grande, grosso e bonito.

Ao sentir o odor embriagante, acompanhado da visão maravilhosa da buceta de Isabela, seu pau até pulou e se manteve ereto durante todo o tempo que acompanhei.  Quando então sentiu o sabor, foi como se encontrasse o paraíso entre as pernas daquela mulher.  Bateu até um certo ciúme, mas não sei se foi de Paulo ou de Isabela, já que também sentia uma forte atração por ela desde a lagoa.

Ao ver aquela cena e ouvir os gemidos de Paulo, nem o controle de Henrique evitou que chegasse ao pico de minha excitação.  Passei a movimentar meus quadris enquanto segurava a sua cabeça em contato com minha buceta, o obrigando a terminar o que havia começado.  Gemendo e quase gritando, gozei loucamente, pressionando sua boca contra minha buceta pulsante e mantendo até que terminasse as contrações do gozo.

Henrique pode sentir o que sentimos quando nos sufocamos com um pau enfiado até a garganta e pela falta de reação demonstrou ter gostado da experiência.    Estou quase concluindo que todo homem gosta de ser torturado por uma mulher.  Só então ele pode ver que sua mulher e Paulo já se encontravam na cama em pleno ato e Paulo demonstrava suas habilidades orais confirmadas pelos suspiros e gemidos alucinados de Isabela.

Para Paulo foi um completo deleite ter em sua boca os lábios carnudos da buceta de Isabela, para os quais dedicou vários minutos deixando a garota enlouquecida.  Sua farta lubrificação chegava a escorrer para seu rabinho delicado que também mereceu um tratamento especial.  A entrada da buceta estava dilatada, facilitando para que a penetrasse com a língua e massageasse seu interior.  

Extasiada gritou quanto por fim sentiu a língua quente circular seu clitóris, que por sinal era bem maior que o meu.  Paulo sabia muito bem o que fazer e interrompia sempre que percebia que Isabela iria gozar. Para ela foi uma tortura deliciosa que ao final lhe proporcionou orgasmos múltiplos, já que após cada gozo Paulo continuava lambendo seu rabinho até que diminuísse a sensibilidade do clitóris e pudesse saboreá-lo novamente.  

Na verdade, não pude assistir a esse show que durou muitos minutos, Paulo me contou depois com detalhes.  Estava bem  ocupada ao lado deles recompensando Henrique pela gostosa chupada.  Segundo Paulo, Isabela gozou quatro vezes em sua boca.

Vendo na cama a bela cena de composta pela bunda de Isabela e o pau duro de Paulo não esperei nem o tempo de me recuperar do gozo e me colocando de quatro na cama, ao lado de Isabela, chamei Henrique para continuarmos.  Seu pau fazia noventa graus com sua barriga, implorando pela devida compensação pela espera e até saltou quando praticamente ordenei:

– Pegue o lubrificante e venha logo.  Chupou e agora tem de comer.

De quatro proporcionei aquela visão que Paulo nunca deixa de elogiar.  Minha buceta estava completamente lambuzada de uma mistura de fluídos e saliva.  Meu clitóris inchado e ainda sensível fazia a combinação perfeita com as pregas de meu delicioso rabinho que até piscava de desejo.

Henrique não perdeu tempo e rapidamente pegou o lubrificante na gaveta do criado ao lado da cama e o deixou de prontidão.  Gostava também de saborear e antes de foder me presenteou com um delicioso beijo grego, com direito a enfiada de língua.  Observando Isabela e Paulo, se encantou com o delírio da esposa, mas também sorriu ou ver pau duro de Paulo, me deixando no mínimo curiosa.

Foi tão excitante que meus gemidos fizeram coro com os de Isabela.  Olhou para trás e apenas sorriu ao ver o rosto de seu  marido enterrado em minha bunda.  Estava muito ocupada para falar alguma coisa, mas fez questão de me dizer que pretendia ocupar o lugar dele ainda naquela noite.  As palavras de Isabela me deixaram na expectativa do que pretendia, porém, a língua de Henrique me fazia suspirar e gemer sem condições de pensar em nada naquele momento.

Logo senti minha buceta se abrir para entrada de um pau muito duro que se recusava a dobrar e se adaptar à curvatura da parte interna de minha buceta.  Não era muito grosso, dessa forma entrou com facilidade, porém tive de me ajustar para facilitar a penetração.  Parecia um daqueles vibradores que não imitam um pênis, como um dos brinquedos de Paulo.  O de Henrique era maior e confesso que doeu quando chegou no fundo.  Enfim consegui encontrar a posição perfeita e Henrique se movimentar sem alterar muito a inclinação.

Com tudo ajustado foi só prazer.  A cadências de seus movimentos era perfeita e logo meu coração iniciou seu processo de aceleração e minha respiração se tornando mais ofegante.  Era puro tesão que fazia subir minha curva de excitação que a partir de determinado ponto me fazia perder o controle.

Segurava minha bunda com delicadeza, como se a considerasse frágil, já que era bem menor que a de sua mulher.  Me pareceu que, como Paulo, gostou de sentir nas mãos os ossinhos dos meus quadris e em certo momento me segurou por eles.  Percebendo meu alto grau de excitação e entendendo bem o meu recado, aproveitou para preparar meu rabo lubrificando e o fazendo relaxar com um e depois dois dedos.

O sinal verde veio com minhas novas ordens utilizando o linguajar bem masculino:

– Come meu cu !  Me enraba logo que não aguento mais esperar !

Naquele ponto já havia perdido totalmente o controle de meus atos e daí para frente tudo poderia acontecer.  Nem havia percebido o gozo louco de Isabela, que naquele momento se encontrava cavalgando meu marido e que diminuiu o ritmo para ver e assistir o que acontecia ao seu lado.

Inicialmente surgiu um impasse que logo foi resolvido.  Fiquei com medo da rigidez do pau de Henrique e precisava achar a posição adequada para facilitar a penetração, porém antes que tomasse qualquer atitude ele já havia resolvido a questão.  Provavelmente tendo visto nos filmes pornográficos, ficou praticamente de pé na cama e penetrou meu rabo de cima para baixo se apoiando em meus quadris.  Agora me sentia de vez uma atriz em plena ação e passei a gemer como tal.

Minha atitude liberou o lado selvagem de Henrique que ainda não conhecia.  Penso que todo homem, mesmo os mais educados e cavalheiros têm o seu, mas que muitas vezes necessitam de um gatilho para se libertarem.  

Me chamando de puta me fodeu com força em um ritmo acelerado que estimulou Isabela a fazer o mesmo em sua cavalgada com Paulo.  Foi aí que descobrimos a personalidade secreta do casal que se apresentava como calmos e pacatos.  Colocaram para fora todo seu vocabulário de sacanagens e aproveitei para entrar também no clima de putaria.

Não sei se foi alguma coisa que falei que de repente ganhei dois tapas na bunda e tive a cabeça puxada para trás segurada pelos cabelos.  Estava anestesiada pelo tesão e nem senti que meu rabinho estava sendo arrombado e minha bunda ficando vermelha com vários tapas sem dó.

Isabela empolgada com a ação do marido, resolveu também castigar Paulo segurando e puxando os pelos brancos de seu peito.  Levou até tapas no rosto e mordidas na orelha.  Foram momento de total descontrole dos dois casais que só terminaram quando Henrique gozou.  Foi um gozo desesperado que inundou meu rabo de porra.

Após alguns instantes, Isabela e Paulo gozaram quase simultaneamente.  Isabela com o corpo dobrado chegou a deixar uma marca na orelha de Paulo, com uma mordida no momento do gozo.  

Nos encontrávamos todos ofegantes, porém como eu não havia gozado, me encontrava ainda com condição de uma última sacanagem inspirada em vídeos de cornos que via na Internet.  Ainda com Isabela sentada no pau de meu homem, me virei e me agachando em seu rosto depositei em sua boca toda a porra que Henrique havia deixado em meu rabo. Para completar Isabela se levantou e fez o mesmo, mas pelo menos presenteou Paulo com uma gostosa esfregada de sua buceta em sua boca.Acho na verdade que ele não gostou muito, já que tendo gozado não se encontrava em um nível alto de excitação que costuma ser necessário para apreciar esse tipo de sacanagem.  

Exaustos, fomos todos para o amplo chuveiro de duas duchas tomar um bom e relaxante banho onde tive direito a gozar nas mãos e bocas dos três.   Enquanto Isabela me chupava, Paulo e Henrique me beijavam e chupavam meus peitinhos.  No ponto em que me encontrava gozei rapidamente quase caindo desfalecida no chuveiro.