Contos Eróticos Sexo Livre

Erotismo em forma de Série

Publicado o Episódio 02 da Terceira Temporada

Um Novo Casal Liberal

Episódio 19

Em uma pousada na serra, Paulo e Sara conhecem um casal praticante de swing. O contato com a natureza propicia uma nova aventura com momentos quentes e novas revelações.

A noite no clube de swing foi marcante em nossa vida.  Se por um lado experimentamos uma liberdade sexual plena, percebemos que não estarmos preparados para embarcar nesse tipo de vida.  Quando o fogo do tesão corre pelas veias, o desejo é realmente de extrapolar todos os limites.  Penso que tomar um porre de vez em quando não faz de mim uma alcoólatra, só não pode passar do desejo para a dependência e da mesma forma deve acontecer com uma boa putaria.

Nossa próxima etapa de férias, seriam quatro dias na mesma pousada serrana, que a dois anos atrás colaborou com o início de uma mudança radical em nossa vida sexual.  Na ocasião, vínhamos embalados por uma semana quente em um resort do Nordeste, onde pude sentir os efeitos positivos de uma reposição hormonal.

A pousada tem apenas seis chalés muito bem montados e decorados, com ofurô, uma cama enorme e um chuveiro com duas duchas muito inspirador.  Um de seus maiores atrativos é o café da manhã, que é servido a partir das nove horas durante todo o dia.  Perfeito para transar até de madrugada e só se levantar ao meio-dia.

Escolhemos o mesmo chalé, bem privativo, com uma vista linda para a mata.  Desta vez me sentia ainda mais livre e inspirada.  Queria fazer com Paulo de tudo e ainda mais um pouco.  O clube de swing serviu de combustível para muitas fantasias, nos imaginando nos diversos ambientes e situações que presenciamos no local.  A cada dia Paulo me surpreende com ideias muito loucas, navegando entre um homem ativo, do tipo macho alfa, até uma putinha ainda mais safada que eu.  Completamente liberada de preconceitos, aprendi a embarcar com ele nas mais diversas fantasias.  Nesses quatro dias vivemos alguns dos melhores momentos de nossa vida sexual de mais de trinta anos.

Como eram poucos chalés e o horário de café bem variado, mal nos encontrávamos com os outros casais que estavam hospedados.  Porém no terceiro dia, tivemos oportunidade de conhecer um deles.  Estavam hospedados no chalé próximo ao nosso e na noite anterior foi possível ouvir alguns gemidos e palavras não identificadas, que indicavam que estavam transando.

Era um casal muito simpático, na faixa dos quarenta anos, casados a cinco e sem filhos.  Isabela, fisioterapeuta e massagista, era uma mulher de feições bonitas, com os peitos e a bunda fartos que me lembraram Sônia.  Pedro Henrique, profissão na área de comunicação social, era um homem comum, sem muitos atrativos, com uma pequena barriguinha, porém muito comunicativo e alegre.

Apaixonado por fotografia, Henrique, como era chamado pela esposa, havia recebido a dica de uma cachoeira a uns três quilômetros de caminhada do hotel.  Aceitamos o convite para acompanhá-los e combinamos de nos encontrar em uma hora no restaurante.

Durante a conversa, Paulo não tirou os olhos da bunda de Isabela e de volta ao quarto precisava castigá-lo.  Mandei que tirasse a roupa e ficasse de quatro no chão perto da cama.  Foram quatro palmadas bem dadas que deixaram sua bunda vermelha e o safado ainda ficou de pau duro.  Minha libido andava em alta e a cena foi suficiente para me excitar.  Como o tempo era curto, tirei minha roupa, me assentei na beirada da cama e ordenei que de joelhos ele me chupasse.  Se não me fizesse gozar em dez minutos apanharia de novo e ainda ficaria devendo.  Para sua sorte, bastou eu pensar nos peitos Isabela e imaginar sua buceta rosada em minha boca que rapidamente gozei.  

Nos encontramos no horário combinado e partimos para a caminhada.  Estávamos todos preparados para o banho de cachoeira.  Isabela estava de short com tanga por baixo e na parte cima apenas o sutiã do biquini que valorizavam seus peitos.  Fiz o mesmo, porém mais discreta, coloquei uma camisa bem fresca por cima do biquini, que acabei por tirar durante a caminhada.

A cerca de uma hora de caminhada foi muito divertida, conversamos bastante enquanto Henrique aproveitava para fazer umas bonitas fotos de pássaros, da mata e também nossas.  Bem descontraídas, fizemos até algumas poses sensuais para o delírio dos esposos apaixonados.

Por fim chegamos à cachoeira.  Não era alta, mas possuía uma lagoa perfeita para nadar naquele dia quente.  Estamos completamente sozinhos no meio de uma natureza exuberante e inspiradora.  Porém a maior inspiração foi provocada pelo casal.  Me abaixei para deixar as mochilas em uma pedra distante da água e quando me levantei, me deparei com os dois completamente nus se preparando para entrarem na água. 

Paulo e eu ficamos atônitos com a cena inesperada.  Não sabíamos o que fazer, se tirávamos também as roupas ou fizéssemos de conta que nada aconteceu, entrando na água vestidos.  Nos vendo naquele impasse, Henrique tentou ajudar dizendo que se não nos sentíssemos a vontade, não haveria nenhum problema ficarmos com nossas roupas de banho.

Quando me lembrei de tudo que havia feito no clube de swing, cheguei à conclusão que tirar a roupa junto com um casal, que já se encontrava nu, não seria nada demais e decidi tirar tudo.  Assim que tirei a parte de cima do biquini e comecei a tirar a parte de baixo, Paulo se viu obrigado a se despir também.  Logo também estávamos nus, enquanto Henrique e Isabela nos esperavam para entrarmos juntos na água fria da lagoa.

Ao ver meu corpo nu, Henrique logo questionou:

– Seriam vocês os donos do perfil “Um novo casal liberal”?

Curiosa pela dedução, perguntei descontraída:

– Por que, está reconhecendo alguma parte de nosso corpo ?

– Seus lindos peitinhos e sua buceta !  Respondeu Henrique sem nenhuma cerimônia.

Confirmei e me dirigi para a beira da lagoa para entrarmos juntos.

A partir daí o clima ficou descontraído e sexo passou a ser o novo assunto das conversas.  O casal tinha um perfil na mesma rede social voltada para o swing, porém com poucas postagens.  Eram o casal “Os fofinhos” que certa vez nos propôs um encontro e esta agora estava acontecendo sem termos nada combinado.

Depois de muita conversa e fotos sensuais de nossos corpos nus, foi Isabela quem tomou a iniciativa de ir além do bate-papo.  Me encontrava embaixo da cachoeira quando ela se aproximou e me abraçando nos levou para atrás da coluna de água que caia forte em meus cabelos.  Com as mãos em minha cintura me beijou de uma maneira ardente e excitante, fazendo nossas línguas se entrelaçarem.

Seus lábios eram carnudos, quentes e macios.  Sua língua se movimentava com maestria em minha boca, dominando aquele momento único em contato com a natureza.  O barulho da água me deixou completamente alheia a tudo a nossa volta e pude me concentrar totalmente às sensações que iam além do beijo, já que nossos corpos compartilhavam o mesmo espaço.

O toque da pele macia dos peitos de Isabela fez com que um tesão enorme percorresse todo o meu corpo.  Sentia seus bicos rígidos penetrando no pouco volume de meus pequenos peitinhos, me fazendo arrepiar quando meus mamilos tocavam os seus.  Tudo isso fazia com que a volúpia tomasse conta de nosso beijo.

Nem percebi a presença dos esposos, que bem próximos assistiam a excitante cena sem se atreverem a interromper ou tentar participar.  Naquele ponto da lagoa, a água mal passava dos joelhos e não conseguiram disfarçar o tesão.  A visão de cada um deles era do corpo da mulher do outro.  Nossos corpos eram bem diferentes e essa diferença os provocava.  Percebi isso em Paulo quando o coloquei para foder Sônia no Clube de Swing.  Dava para perceber o tesão com que segurava sua bunda.  Por outro lado, Henrique se encontrava admirado com a delicadeza de meu corpo esguio, porém com belos contornos.

Logo percebi que Isabela tinha a personalidade dominadora e apesar de também ser assim, não a exerço no sexo, exceto quando faço inversão com Paulo que quer ser passivo.  Suspirei e gemi quando senti suas mãos percorrendo o interior de minhas coxas até encontrar minha buceta e meu clitóris completamente exposto.  

Passamos a nos masturbar deixando os homens alucinados.  O êxtase foi tamanho que não conseguimos coordenar o beijo com movimento dos dedos.  A buceta de Isabela estava completamente depilada e sua pele suave foram um deleite.  Aproveitamos o barulho da água e conversamos ao pé dos ouvidos sem que eles escutassem.

Fui a primeira a provocá-los falando com a voz gemida:

– Estão gostando do show ?  Se quiser podem ser masturbar também, vamos gostar de ver.

Porém Isabela os advertiu:

– Mas pensem bem, que vão precisar de muita energia para nosso encontro de hoje à noite.

Havíamos combinado de nos encontrar em seu chalé para uma seção de sexo grupal sem restrições.

Nenhum dos dois se atreveu a gastar energias com as próprias mãos e o show chegou ao seu auge depois de mais alguns minutos.  Nossos dedos sabiam o que fazer, já que conhecemos o que uma mulher gosta.  Isabela foi a primeira gozar e fez questão de caprichar nos gemidos quando estava próxima de chegar lá.  Normalmente sou discreta, mas desta fez fiz um pouco de cena para fechar nosso show.

Ofegantes, convidamos os maridos trocados a saírem da água.  Isabela, mais atrevida, ainda fez um carinho no pau de Paulo e o provocou com um selinho nos lábios.  Mais comedida, apenas segurei nas mãos de Henrique e saímos juntos.

Nos enxugamos e vestimos nossas roupas para voltar para a pousada, afinal de contas já passava das 17 horas e não queríamos caminhar na mata durante a noite.  O retorno foi alegre e descontraído.  Como a trilha era estreita caminhamos em fila indiana com os homens na frente abrindo caminho.  Antes de chegar acertamos os detalhes para a noite.  

Henrique gostava de levar algumas bebidas para fazer drinques no quarto e por sinal tinha uma ótima tequila para Margaritas.  Ficamos responsáveis por pedir uma tábua de frios e um filé ao molho de gorgonzola que havíamos visto no cardápio.  Optamos pelo chalé deles, já que segundo Isabela havia trazido acessórios bem interessantes.