Contos Eróticos Sexo Livre

Erotismo em forma de Série

Publicado o Episódio 03 da Terceira Temporada

Prazer sem Limites

Episódio 02

Depois de presenciar o prazer de Sônia ao receber um fisting, Sara encontra Paulo agachado aos pés de Pedro e permite que ele realize sua fantasia preferida.

Durante o banho, Paulo me descreveu em detalhes seu ménage com Sônia e Soraia, me deixando novamente excitada.  Mandei que se ajoelhasse e me chupasse, enquanto eu descrevia todos os detalhes do meu com Pedro e Sérgio.  Por fim gozei e deixei que me penetrasse no chuveiro, porém sem gozar, já que poderia precisar de energias para o que viesse à noite.

O lanche preparado por Laura estava delicioso: frios, salames, castanhas, patês e pães.  Para completar, Sérgio serviu vinho branco para as garotas e Whisky para os homens.  Apesar de não ser a bebida preferida de Paulo, não costuma recusar e na maioria das vezes que bebe, fica logo alegre e descontraído.

No princípio conversamos sobre assuntos aleatórios, como viagens e até mesmo trabalho.  A conversa só mudou de rumo quando após duas taças de vinho decidi perguntar a Pedro por que gostava de colocar seu pau no Glory Hole.  Pedro confessou que era tímido e gostava de sexo oral, sem contar que as mulheres costumavam se assustar com o tamanho de seu membro.  

Antes que o Clube de Swing se tornasse o assunto, Sônia se levantou e me convocou juntamente com Soraia para irmos para sua suíte.  Estávamos as três vestidas com vestidos bem casuais e soltos.  Sem perda de tempo, Sônia e Soraia retiraram os vestidos e imediatamente estavam completamente nuas, já que não usavam nada por baixo.  Ainda de pé, iniciaram um beijo molhado e intenso enquanto eu as observava sem saber o que fazer ou dizer.  Me encontrava ao mesmo tempo excitada e constrangida com a situação, já que sentia estar sendo ignorada, até que Soraia, percebendo o que acontecia, mandou que eu me despisse para participar da brincadeira.

Trocávamos muitos beijos molhados, apertos nas bundas e dedos nas bucetas.  Por fim Sônia se deitou na cama de costas e com as pernas bem abertas.  Soraia sabia bem o que ela pretendia, parecia até que já haviam previamente combinado.  Me aproximei da cama e ajoelhando ao lado de seu rosto continuei a beijá-la, enquanto Soraia abria a gaveta ao lado da cama onde se encontravam vários acessórios eróticos.

Tinha de tudo, vibradores femininos, pênis de borracha bem-dotados e vários tipos de lubrificantes.  Soraia foi logo pegando uma espécie de plug para dilatação e um lubrificante especial para aquele fim.  O plug tinha três seções arredondadas que iniciava já com um diâmetro bem razoável.  A segunda seção, mais grossa que o pau de Pedro, imaginei que não entraria em minha buceta apertadinha.  A terceira era um absurdo, deveria ser mais grossa que uma mão.

Me posicionei de joelhos e de costas para o rosto de Sônia, que foi logo caindo de boca em minha buceta molhada, que já conhecia o sabor.  Após usar o lubrificante que vi que era próprio para fisting, Soria penetrou sem dificuldades a primeira seção do plug na buceta já dilatada de Sônia.  Ao forçar para a entrada da segunda seção, Sônia gemeu de prazer e passou a chupar com mais intensidade meu clitóris e a massagear meu rabinho com os dedos.  Correspondi beijando seu ventre e enfiando minha língua em seu umbigo que era bem sensível.  Ao tentar lamber seu clitóris  percebi que o plug dificultava o acesso e o sabor do lubrificante não era muito agradável.

A terceira seção era muito grossa e seu objetivo era dilatar a buceta até seu limite.  A dilatação da buceta de Sônia foi tamanha, que quase entrou todo e quando foi retirado, Soraia foi logo colocando quatro dedos que deslizaram com facilidade.  Com movimentos circulares nos dois sentidos, em poucas tentativas sua mão e parte do punho já proporcionavam a Sônia o prazer que desejava.

Sônia gemia alto e me chupava com força.  Muito excitada com a cena, logo gozei em sua boca que insistia em continuar chupando minha buceta sensível.  Os movimentos habilidosos da mão de Soraia a deixavam cada vez mais enlouquecida, pedindo que entrasse e saísse de forma contínua, como se fosse fodida por um pau descomunal.

Agoniada com suas chupadas em minha buceta, me levantei e resolvi estimular Soraia, que excitada se masturbava com uma das mãos.  Me agachei por trás dela, que se encontrava com os joelhos apoiados na cama e deslizando minha mão pela sua bunda, encontrei sua buceta completamente enxarcada.  Peguei na gaveta um vibrador do tipo que tem um coelhinho para estimular o clitóris e fui logo enfiando em sua buceta. Por Sorte tinha pilhas e sua forte vibração completou o tesão que Soraia sentia ao penetrar Sônia com a mão.

Sônia se encontrava desesperada de tesão, mas não gozava.  Quem acabou gozando foi Soraia.  Concentrada na penetração da buceta de Sônia, desta vez não gozou escandalosamente como na beira da piscina.  A partir daí passou a sentir seu punho doer e decidiu acelerar o gozo de Sônia, chupando seu clitóris.  Colaborei me deitando ao seu lado para sugar vigorosamente seus mamilos, envolvendo com as mãos seus fartos peitos.  Enfim, com o punho de Soraia nas mãos, enfiou ainda mais o braço para dentro de seu corpo e gozou feito louca, com contrações fortes que se prologaram por mais de um minuto.

Segurando o braço de Soraia, aproveitou ao máximo o prazer que ainda sentia e só então retirou devagar sua mão, já que sua buceta contraída dificultava a saída da parte mais grossa.  A cena foi impressionante e creio que dificilmente assistirei outra como aquela.  Apesar do desejo insano que senti, minha buceta se contraiu ao me imaginar no lugar de Sônia.  Melhor me limitar a um pau como o de Pedro, que já demanda um bom esforço e lubrificação.

Após se recuperar, Sônia apenas nos beijou delicadamente e avisando que estava exausta foi para o chuveiro.  Novamente vestidas, saímos do quarto em direção à sala, esperando encontrar os rapazes já bêbados.  No sofá estava Sérgio praticamente desmaiado.  Provavelmente Pedro e Paulo já estavam nos quartos.  Avisei a Sérgio que Sônia se encontrava no banho e me despedindo de Soraia fui para o meu quarto.

Ao abrir a porta me deparei com uma cena, que se não conhecesse bem meu marido ficaria espantada.  Ao pé da cama se encontrava Pedro de pé, enquanto Paulo agachado à sua frente acariciava e lambia seu membro bem-dotado, que já se encontrava praticamente ereto.  Ao entrar no quarto os dois apenas olharam para mim e sorrindo continuaram o ato libidinoso.

Fechei a porta, tirei o vestido e joguei de lado junto com a calcinha que se encontrava embolada na minha mão.  Ver meu corpo nu deixou Pedro ainda mais animado, completando sua ereção.  Também entusiasmado, Paulo tratou de engolir até onde conseguiu e se engasgar, fazendo seu pau vibrar de tesão.  

Me agachei ao lado de Paulo, que segurando com uma das mãos, me ofereceu a maravilha negra e brilhante para que também me deliciasse.  Por vários minutos, proporcionamos a Pedro um duplo boquete alucinante.  Fechava os olhos para gemer baixinho e segurando pela cabeça nos fazia engolir até o fundo da garganta.  Em contrapartida apertávamos sua bunda e quando chegávamos ao limite usávamos as unhas para fazer com que nos libertasse.  As habilidades de Paulo chupando um pau me deixaram com inveja e procurava fazer ainda melhor que ele.  Em um determinado momento deixamos Pedro desesperado. Simultaneamente engoli seu pau, enquanto Paulo colocou suas bolas por inteiro na boca e nossas mãos apertaram com força sua bunda com os dedos na entrada de seu rabo.

Desejava ser novamente fodida por Pedro, desta vez arrombando meu rabinho. Quem sabe em outra oportunidade, aquele momento era de Paulo que o seduziu e levou para nosso quarto para satisfazer seu desejo que já era do meu conhecimento.  Conhecendo bem meu marido, me deitei na cama e apoiando na cabeceira, abri as pernas oferecendo minha buceta toda molhada, pronta para ser saboreada.  Paulo realmente não me chupa, mas saboreia minha buceta como se fosse uma fruta doce e deliciosa.

Antes de me deitar, com um olhar bem safado, coloquei em minha mão toda a saliva que estava acumulada em minha boca e lambuzei seu rabo.  Animado, fez o mesmo depois de deixar o pau de Pedro brilhando e pingando.  Se ajoelhou na cama e passou a trabalhar em minha buceta com os lábios e a língua.  Que delícia !  Fiquei até conformada por não ser fodida por Pedro.

Pedro por sua vez não perdeu tempo e aproveitando o tamanho da cama se ajoelhou atrás de Paulo.  Começou esfregando seu pau lambuzado de saliva no rabo de Paulo, que por um instante até parou de lamber minha buceta.  Ao olhar em meus olhos pude perceber seu tesão e desejo.  Sorri e falei baixinho para aproveitar, que o momento era dele.  Não sei bem explicar, mas senti um prazer intenso com a situação.  Deu para entender o que Paulo sente quando me assiste em um momento de prazer, mesmo com outro homem ou mulher.

Pedro tratou Paulo da mesma maneira que me tratou, como uma mulher delicada e frágil.  Colocou a cabeça grande do pau na entrada de seu rabo e forçou só um pouco.  Percebendo a resistência inicial, repetiu várias vezes, penetrando um pouco mais a cada tentativa, para que as pregas relaxassem.  A cada pequena penetração Paulo interrompia seu trabalho em minha buceta e gemia suspirando.

Quando a cabeça entrou por completo, Pedro parou e ficou observando seu pau duro pronto para possuir por completo um homem cheio de tesão por ele.  Dava para perceber em seu olhar, o tesão e o desejo que sentia.  O silêncio e a expectativa deixaram Paulo ainda mais excitado e contraindo seu rabo, devolvia a Pedro a ansiedade por uma penetração profunda.  Como Paulo parou de me chupar, experimentei a mesma sensação torturante.

Pedro olhava o rabo de Paulo e se virava para mim sorrindo.  Devolvia o sorriso, autorizando entrar com tudo em meu marido safado.  Para terminar a deliciosa tortura, olhando em meus olhos, falou baixinho que iria foder meu marido até os dois gozarem e que se ele não gozasse logo me foderia também.  A ameaça me deixou ansiosa para que fosse cumprida, mas sabia do desejo de Paulo de ter seu rabo inundado ou sua bunda lambuzada de porra e torci para que Pedro gozasse também.

A partir daí foram momentos de loucura e prazer.  Pedro tirou a cabeça da entrada e lambuzou ainda mais com sua saliva, para só depois recolocar e enfiar lentamente até o fundo, fazendo Paulo gemer de prazer e dor.  Era realmente um membro maior e mais grosso que o mais radical dos brinquedos que possuía.  Entrava até o fundo e saía quase todo, deixando somente a cabeça.  A cada penetração aumentava o ímpeto, fazendo questão de amassar a bunda de Paulo com suas coxas e sentir as bolas se tocando.

A maneira como Paulo me chupava demonstrava o prazer que sentia.   Seu pau estava duro e pulsante.  A empolgação de Pedro crescia e logo começou a chamar Paulo de puta e dar uns tapas em sua bunda branca.  Pedro sabia bater, provocava dor sem machucar.  Os gemidos de Paulo me deixavam cada vez mais excitada e pedi para que deixasse o rabo de nossa puta bem arrombado.  Nos encontrávamos os três completamente fora de controle.

Por vezes tirava completamente o pau só para ver se o rabo de Paulo ainda conseguia se fechar completamente.  Só ficou satisfeito quando passou a ver a parte interna do rabo arrombado, aproveitando para colocar mais saliva e facilitar a penetração, não o deixando esfolado.  Como uma boa puta, empinava a bunda cada vez mais, permitindo uma penetração mais profunda, que o levaria a gozar somente com o estímulo anal.

Como estava encostada na cabeceira, conseguia ver um pouco do que acontecia.  Assistia a um filme pornô protagonizado por meu marido, e o  melhor, sendo chupada por sua boca habilidosa.  Gozei antes dos dois e segurando o rosto de Paulo contra minha buceta o deixei sem respirar por uns trinta segundos.  A agonia o deixou ainda mais eufórico e movimentando sua bunda pediu ainda mais.  Creio que não tenha sido uma boa ideia, já que Pedro passou a foder com mais intensidade e frequência e a bater repetidamente em sua bunda o chamando de puta safada.

Não sei se foi só por conta do tesão, ou o whisky que ajudou, o fato é que descontrolado gritava pedindo para ser fodido como uma fêmea no cio e que queria gozar com um pau enfiado em sua buceta.  Era seu lado feminino que tomava conta de seu corpo e vibrava ao ser possuído por um perfeito exemplar macho, bem-dotado e sem preconceitos.

No ápice de seu delírio gozou loucamente nos lençóis brancos de nossa cama, sufocando sua voz em minha buceta que o recebeu satisfeita.  Pedro interrompeu o ato selvagem apenas por alguns instantes e prestes a gozar, continuou a penetração de forma contínua e como uma fera gozou com o pau nas profundezas do rabo de Paulo.  Manteve firme no fundo durante cada jato que era precedido por um gemido forte de prazer.  Ao retirar, seu pau ainda permanecia duro e pequenos jatos ainda foram deixados na entrada do rabo dilatado de Paulo, que pode sentir o líquido quente escorrer por seus testículos e se juntarem à poça de porra que havia se formado nos lençóis.

Para completar a lambança, a porra deixada por Pedro no interior do rabo arrombado de Paulo, escorreu por suas pernas assim que levantou o tronco.  Foi só aí que percebemos o resultado e começamos a rir da situação.  Antes que Pedro vestisse suas roupas, Paulo aproveitou para sugar as gotas remanescentes de seu gozo.

Assim que Pedro saiu do quarto, permanecemos olhando para cama por alguns instantes imaginando uma solução.  O pior é que tudo havia acontecido no centro da cama, não sendo possível escolher um lado para dormir.  No fim decidimos ligar o “foda-se”.  Paulo se deitou e o abracei por trás fazendo conchinha.  Afinal de contas, naquela noite a mulher havia sido ele e merecia um carinho especial depois de ser fodida.