Contos Eróticos Sexo Livre

Erotismo em forma de Série

Publicado o Episódio 21

Publicada a ilustração do Episódio 19 – Em breve novas ilustrações

Swing no Caribe

Episódio 20

Para a última noite da viagem, Sara prepara uma surpresa para Paulo que a surpreende com uma proposta ainda mais ousada.  Neste episódio Sara nos conta como foi sua primeira experiência de ménage masculino.

“Resolvi então provocar Paulo.  Passei a lamber o corpo daquele pau duro e olhar para ele de forma bem provocante para em seguida enfiar bem no fundo de minha boca.  Depois tirava lentamente até que a cabeça saísse para fora, ganhando uma gostosa lambida.

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Nosso último dia no Caribe começou diferente dos outros, tivemos de nos levantar mais cedo e tomar logo o café para que as nove horas estivéssemos na recepção para um passeio programado.  Os minutos foram contados, nada de carícias e muito menos sexo.

O passeio foi bem interessante, visitamos uma pirâmide Maia e o mais legal foi conhecer a agave-azul, que é a planta utilizada para fazer a tequila que tanto apreciamos.  Chegamos de volta ao hotel um pouco antes do final da tarde e aproveitamos pela última vez a piscina, já que no outro dia sairíamos pela manhã para o aeroporto.

Não encontramos mais Vinícius e Camila, nos sentamos em uma mesa e nos lembramos de Rafael e Nádia e como seria bom uma noite de despedida com eles.  Combinamos então de assistir novamente nosso vídeo pornô e ver o que poderia rolar com as lembranças.  O que Paulo não imaginava é que eu já tinha planos para a noite de despedida.

Voltamos para o quarto e desta vez não convidei Paulo para me acompanhar no banho.  Paulo achou estranho meu comportamento, mas ficou animado ao ver a roupa que escolhi para o jantar.  Vesti o mesmo vestido justo que usei na noite em que transei com Rafael fazendo com imaginasse que iria querer repetir com ele.  Saímos para jantar, mas ao chegarmos no elevador, pedi que descesse e esperasse na recepção que precisava voltar no quarto.  Ele achou estranho, mas para não ser indiscreto não perguntou o que eu precisava fazer.

Ficou excitado durante todo o jantar e propôs irmos direto para o quarto, porém preferi ficarmos um pouco no bar e beber as últimas margaritas da viagem.  No trajeto para o bar, caminhei esbanjando sensualidade e enquanto bebíamos, conversava com uma voz provocante, relembrando os momentos mais excitantes que passei com Rafael e Nádia.  Só começou a perceber minha real intenção quando perguntei como sentiu quando se fez de putinha para Nádia.

Bebia minhas margaritas em um ritmo que Paulo não conseguia acompanhar e a cada dose me tornava mais insinuante e conversando assuntos mais picantes.  Antes de terminar a terceira dose, tirei a calcinha, coloquei no bolso da bermuda de Paulo e puxei sua mão para entre minhas pernas sussurrando em seu ouvido: “Olha como estou molhadinha.”.

Seus dedos ficaram tão molhados que teve de enxugá-los no guardanapo.  Por sorte estávamos sentados em uma mesa de canto e não dava para ninguém ver o que estava acontecendo, exceto o garçom, que era o mesmo que nos atendeu naquela noite que ficamos todos embriagados.  Não que dava para saber exatamente o que acontecia, mas certamente ele percebeu alguma coisa e talvez até estivesse excitado.

Seu nome era Pablo, um jovem bonito, com um sorriso simpático e um corpo forte, apesar da baixa estatura.  Fiquei me imaginando de quatro e Pablo fodendo minha buceta enquanto Paulo assistia e filmava a cena.  Excitado, ele teve que segurar um gemido quando deslizei minha mão por sua perna e apertei forte seu pau que já se encontrava duro e novamente sussurrei em seu ouvido: “Está no ponto, pena que não vai ter para ele hoje.”.

Pretendia foder Paulo com o pau de borracha e depois gozar com uma boa chupada em minha buceta, mas me esqueci do quanto Paulo gosta de uma sacanagem e nem imaginei que ele havia pensado que eu merecia muito mais na noite de despedida.

Com os olhos cheios de tesão me disse que estava com uma ideia muito louca.  Respondi que duvidava que fosse melhor do que eu havia preparado para ele.  Me perguntou então o que achava de Pablo.  

Logo imaginei o que Paulo pretendia, olhei para o garçom que se encontrava em pé perto do balcão do bar e respondi que ele era até bonitinho, mas muito novinho.  A ideia de Paulo era convidá-lo para a noite de despedida.

Meus olhos brilharam ao olhar para Pablo e imaginar como poderia ser.  Pensando que eu queria pedir mais um drinque, Pablo veio até nossa mesa e como sempre gentil, perguntou se queríamos mais alguma coisa.  Sem tirar os olhos, confirmei que gostaria de mais uma margarita e que era para trazer mais uma para Paulo também.

Sabia que era o que precisávamos para ganharmos coragem e convidar Pablo para nosso quarto.  Ao trazer nossos drinques, Paulo perguntou a ele se continuaria trabalhando na boate naquela noite.  Para aumentar ainda mais nosso entusiasmo, respondeu que não, que teria folga após o fechamento do bar que aconteceria em aproximadamente trinta minutos.  Cada vez mais empolgada, perguntei a Paulo:

– O que está passando por sua mente depravada, quer experimentar novamente um pau de verdade ou quer me ver dando para ele?

Respondeu que preferia vê-lo me fodendo e participar, me  lembrando que tinha a fantasia de me chupar com um pau de outro homem enfiado em minha buceta.

– Eu topo, só que tem uma condição. Não poderá haver limites, quero poder fazer o que quiser com ele, quero beijar, chupar e até deixá-lo gozar na minha boca.

Meu desejo o deixou ainda mais excitado.  Só respondeu que sim, mas que poderíamos estar apenas fantasiando, já que dependia de Pablo.  

Já estava quase na hora do bar fechar, Pablo veio até nossa mesa para avisar e perguntar se queríamos um último drinque.  Paulo respondeu que não, vendo que lhe faltava coragem me antecipei perguntando a Pablo o que iria fazer depois do fechamento do bar.  

Ele respondeu que mora com mais dois amigos, mas que naquela noite dormiria no alojamento do hotel.  Propus que ele passasse primeiro em nosso quarto, o deixando meio assustado questionando se era isso mesmo.  Respondi que sim, que iríamos embora na manhã seguinte e que seria nossa noite de despedida.

Pablo ficou em dúvida, já que uma das regras do hotel era de que os funcionários não deveriam se envolver com os hóspedes.  O tranquilizei que não haveria nenhum risco, já que iríamos embora no dia seguinte e ninguém ficaria sabendo.

Me levantei e falei: “Vou à toalete enquanto vocês decidem.”.  Propositalmente, empurrei minha cadeira para trás de maneira que minhas pernas aparecessem, e movimentando primeiro somente uma das pernas fiz com que Pablo visse de relance minha buceta.  

Ao retornar da toalete, perguntei ansiosa se Pablo havia concordado e só acalmei quando Paulo me contou que Pablo não resistiu à tentação e topou. 

Pablo havia explicado que nunca havia transado com um casal, mas que havia percebido que éramos liberais e que viu que havia alguma coisa entre nós, Rafael e Nádia.  Pediu a Paulo que informasse o número do quarto e que teria que deixar o bar arrumando antes de ir demorando uns trinta minutos.  Paulo avisou que ficaríamos um pouco perto da piscina e depois subiríamos para esperar por ele.

Saímos do bar em direção à piscina e como já era tarde as luzes ao redor já estavam apagadas.  Depois de quatro margaritas, além de excitada eu estava eufórica e assim que encontramos um lugar onde não seríamos vistos, sentei-me em uma espreguiçadeira e desafiei Paulo:

– Lembra-se daquela noite na praia?  Você não teve coragem e só deu uma lambida.  Agora estou molhadinha e em breve vou dar minha buceta para um jovem que deve estar louco de tesão para me foder.  Não vai querer sentir o gostinho de meu tesão por ele?

Paulo olhou ao redor e viu que não havia ninguém por perto e nenhuma janela com luz acesa nas imediações.  Estava sentada bem na beirada com as pernas abertas e o vestido levantado esperando que ele se ajoelhasse entre elas.  O cheiro de minha buceta fez com que seu corpo reagisse imediatamente dando para perceber que seu pau havia ficado duro de tesão. 

Me encontrava realmente muito excitada e minha buceta era prova disso.  Meu clitóris estava vermelho e inchado, como que se implorasse por uma língua quente, e o buraquinho de minha buceta formava um círculo escuro de mais de um centímetro de diâmetro.  Mesmo com pouca iluminação, minha lubrificação era visível pela umidade presente nos pequenos lábios formando fios viscosos, que foram levados pela língua de Paulo para que sua boca sentisse meu gosto.

Que delícia! Paulo lambia suavemente minha buceta fazendo com que gemesse e dissesse coisas bem safadas:

– A cada lambida fico com mais desejo de sentir o pau de Pablo dentro de mim…  Vou deixá-lo fazer o que quiser de mim e ver você de pau duro assistindo…  Quero te ver com ciúmes do meu tesão por ele ou talvez com inveja desejando ser também fodido por ele …. 

Fomos interrompidos pelo barulho de um casal se aproximando, mas conseguimos nos recompor a tempo.  Cumprimentamos o casal e após conversar mais um pouco, fomos para a quarto esperar por Pablo.  Ao entrar no quarto, Paulo viu por que eu havia voltado ao quarto quando saímos para jantar.  Em cima da cama estavam duas camisolas, uma preta e outra vermelha.  Junto à preta, estava a calcinha da mesma cor com o pau de borracha adaptado e com a vermelha uma calcinha de renda também vermelha.  Ao lado delas o tubo de lubrificante e um bilhete: “Hoje você vai ser minha putinha!”.

Sei que Paulo se excita ao vestir roupas femininas, principalmente as lingeries sensuais, porém eu não aprecio o fetiche e ele não usa quando estamos juntos.  Ele deve ter imaginado que eu pretendia repetir o que Nádia havia feito com ele, mas a camisola o surpreendeu.  Entrando no quarto, guardei o conjunto preto e o bilhete na gaveta do criado e enquanto tirava o vestido para vestir o conjunto vermelho falei em tom provocante:

– Era para você ser minha putinha hoje, mas vai ter de ficar para outra hora.  Vou ser a putinha de Pablo para você assistir.  Tire sua roupa que vou querer ver se você ficará excitado com minha performance.

Obediente, tirou sua roupa e sentou-se na cama.  Para o visual ficar ainda mais provocante, passei um batom vermelho combinando com o esmalte dos dedos das mãos e dos pés e vesti a camisola vermelha, dispensando a calcinha.  Senti que eu era pura sedução, certamente deixaria Pablo louco de tesão como Paulo se encontrava naquele momento.

Ver sua mulher, linda e sedutora, porém preparada para se entregar a outro homem deixou Paulo ansioso, numa mistura de embriagues, tesão e ciúmes.  Deitada na cama, mandei que continuasse o que havia começado, até que Pablo chegasse, porém antes de retomar, Pablo bateu em nossa porta.  Paulo vestiu um roupão e rapidamente abriu a porta para evitar que alguém visse Pablo entrando no quarto.  Ele não estava descontraído como no bar, parecia ansioso e sem saber o que fazer.  

De pé, segurei Pablo pela mão e o conduzi para perto dos pés da cama, me posicionando de lado de maneira que Paulo pudesse nos ver com detalhes.  Com a mão em sua nuca comecei um beijo bem molhado que demonstrou claramente minha excitação.  Meio assustado, correspondeu e timidamente me envolveu em seus braços.  Paulo tirou o roupão, sentou-se na cama enquanto eu seduzia aquele jovem rapaz que realmente não sabia o que fazer.

O beijo foi longo e Pablo foi ficando mais à vontade e provavelmente cada vez mais excitado.  Nossos corpos estavam bem colados e já sentia em meu corpo quase nu o seu pau duro querendo sair de dentro da calça.  De onde estava, Paulo podia ver minha bunda embaixo da camisola curta e perceber que ela se movimentava pressionando meu corpo contra o de Pablo.

Interrompendo o beijo, passei a desabotoar a camisa branca que Pablo usava no trabalho.  Havíamos combinado que ele deveria ir para o quarto sem trocar de roupa, sabia que o personagem me deixaria ainda mais excitada.  Tirei sua camisa e desafivelei o cinto para tirar também a calça social preta que Pablo vestia.

Pelo volume na cueca, pude ver que seu pau estava duro e era grande e grosso.  Não tanto como o de Rafael que era bem avantajado, mas visivelmente maior que o de Paulo.  Me agachei para tirar a cueca e libertar seu pau que saltou tocando meu rosto que estava bem próximo.

Paulo pode ver então Pablo de perfil completamente nu e certamente sentiu inveja, já que apesar da baixa estatura tinha um corpo jovem e bonito.  Pelos músculos deu para perceber que nas horas vagas malhava em alguma academia.  Sua bunda era mais bonita que a de muitas mulheres que havia visto na piscina.  Seu pau era do tamanho do de borracha e se encontrava completamente rígido com a cabeça bem destacada do corpo.

Segurei sua bunda com as duas mãos, apertei e olhando para Paulo com um olhar bem safado coloquei a cabeça em minha boca, dando uma chupada que fez Pablo fechar os olhos e quase gemer de prazer.  Antes que continuasse, ele resolveu confessar que era virgem.

Suas palavras fizeram com que ficássemos ainda mais excitados.  Me levantei, olhei em seus olhos e falei em tom bem carinhoso: “Fique tranquilo que vou te ensinar como sentir prazer e dar prazer a uma mulher.”.  Me agachei novamente e continuei a chupar e lamber seu pau que permanecia duro feito pedra.  Com uma das mãos apertando sua bunda e a outra o seu pau, chupei e lambi a cabeça para em seguida lamber a parte de baixo inclusive seus testículos.  Pablo não resistiu e gemeu com a intensa sensação de prazer proporcionada por minha língua e por minha boca quente.

Resolvi então provocar Paulo.  Passei a lamber o corpo daquele pau duro e olhar para ele de forma bem provocante para em seguida enfiar bem no fundo de minha boca.  Depois tirava lentamente até que a cabeça saísse para fora, ganhando uma gostosa lambida.

Aquela cena deixou Paulo maluco e com água na boca, deve ter lembrado de quando chupou o pau de Rafael junto com Nádia e de como achou gostoso.   Percebendo seu desejo, fiz sinal com o dedo para que se juntasse a mim.  Paulo levantou-se da cama e veio em minha direção se agachando ao meu lado.  Dividimos por vários minutos o pau de Pablo, que apesar de achar meio estranho gemia de tanto prazer.

Para nossa sorte Pablo não tinha problema de ejaculação precoce e não gozou naquela hora, porém quando percebi que ele estava cada vez muito excitado, me levantei e me deitando na cama fiz sinal para que viesse até mim.  

Paulo sentou-se novamente na cama e encostado na cabeceira assistiu a Pablo deitar seu corpo sobre o meu.  Logo encaminhei seu pau para dentro de minha buceta que se encontrava encharcada de tanta lubrificação produzida pelo tesão.  Apesar de bem grosso, com toda aquela lubrificação deslizou facilmente entrando inteiro até o fundo de minha buceta.

Instintivamente Pablo passou a fazer o movimento de entrar e sair, fazendo com que eu gemesse de prazer, deixando Paulo louco de tesão.   Depois de beijar e chupar meu pescoço passou a chupar meus deliciosos peitinhos que durinhos atraíam a sua boca sedenta.

Empolgado, Pablo aumentou o ritmo da penetração fazendo com que eu segurasse sua bunda e falasse de forma carinhosa em seu ouvido: “Devagar …. não está na hora de acelerar.  Meus peitinhos são delicados, chupe com mais carinho e use também sua língua que vou adorar.”.

Me sentia uma “Deusa do Sexo” ensinando aquele garoto, que apesar de toda a natural empolgação, seguia rigorosamente minhas instruções.  Depois de um tempo naquela tradicional posição “papai e mamãe”, resolvi proporcionar a ele uma experiência diferente, que certamente iria gostar muito, afinal todo homem gosta.  

Falei em seu ouvido que queria mudar de posição e levantando seu corpo tirou com cuidado seu pau de dentro de minha buceta, deitando-se de costas ao meu lado.  Ao ver aquele pau duro todo lambuzado de minha lubrificação, não resisti e dei umas chupadas bem fortes, sentindo em minha boca o meu próprio sabor.  Compartilhei com Paulo em um beijo bem molhado e me coloquei de quatro com a bunda na direção dos pés da cama e as pernas bem abertas.

Sem perder aquela chance, Paulo se levantou para ver o espetáculo de minha buceta e meu rabo naquela posição.  Pablo não entendeu bem e achou que seria Paulo quem continuaria.  Paulo então o convidou para que apreciasse o que chamou de o visual mais maravilhoso e excitante do corpo de uma mulher.  Para provocar ainda mais o garoto, aproximou seu rosto de minha buceta para sentir bem de perto o meu tesão sugerindo a Pablo que também sentisse aquele cheiro delicioso.

Pablo fez o mesmo e seu pau pulou pela excitação provocada pelo cheiro de minha buceta molhada.  Paulo completou falando para que ele guardasse bem na memória a imagem e o cheiro da primeira buceta que fodeu em sua vida, mas que ainda tinha muito para experimentar naquela noite.

Ver os dois de pau duro me deixou ansiosa para que Pablo fodesse minha buceta e Paulo assistisse louco de tesão.  Na verdade, não sei o que mais excitava Paulo, se era minha bunda ou o pau de Pablo pronto para me penetrar.  

Concluí que era tudo isso, quando Paulo, segurando pelos testículos enfiou inteiro o pau de Pablo em minha buceta, me fazendo gemer bem alto.  Muito safado, tirou novamente e colocou quase inteiro em sua boca em uma chupada que fez Pablo gemer também.  Repetiu umas três vezes para só então permitir que Pablo segurasse minha bunda com suas mãos fortes e liberasse seus instintos fazendo seu pau entrar e sair de minha buceta.

Lembrando das cenas que via nos filmes pornográficos, Paulo se enfiou por baixo do meu corpo, ficando com seu rosto bem abaixo de minha buceta e com as pernas fechadas entre meus braços para que eu pudesse chupar seu pau que pingava de tesão.  

Paulo nunca vai se esquecer daquela imagem, um pau grande e grosso entrando e saindo da minha buceta encharcada, além do movimento de minha bunda para que entrasse até o fundo e massageasse meu clitóris.  Com as mãos Paulo puxou meu corpo para perto de seu rosto e satisfez seu desejo de lamber um pau, juntamente com minha buceta.

Com Paulo me chupando e Pablo fodendo minha buceta fiquei ainda mais excitada e praticamente fora de controle, retribuindo com fortes chupadas no pau de Paulo que estava em minha boca.  

Pablo estava ofegante e com o coração acelerado,  percebendo que segurava seu gozo, resolvi incentivá-lo:

– Fode a puta safada que tirou sua virgindade.  Mostra para esse depravado o que a mulher dele gosta.  Despeja pela primeira vez sua porra em uma buceta de verdade.

Vendo que Paulo também iria gozar, tirei seu pau de minha boca e passei a provocá-lo:

– Não vou deixar você gozar em minha boca.  Quem gosta de porra é você e é o que vai ter agora.  Fica quietinho e se prepara.  

Excitadíssimo, Pablo gemeu alto e gozou como nunca havia gozado.  Sem tirar, enfiava forte e a cada jato despejava sua porra no fundo minha buceta, dando para sentir dentro de meu corpo o líquido quente e me fazendo quase gritar:

– Isso! Isso! Enche pela primeira vez uma buceta de porra!  

Após alguns minutos se recuperando do gozo, Pablo foi retirando calmamente seu pau de dentro de mim.  Abaixei meu corpo para que a porra não escorresse rapidamente de minha buceta e atrapalhasse meu plano.  Quando a cabeça passou pela língua de Paulo, provocou em Pablo uma contração que fez com que enfiasse seu pau bem no fundo da boca de Paulo, despejando em sua garganta um farto jato de porra quente.

Percebendo o que tinha acontecido, ele tirou rapidamente e aproveitei para me levantar, praticamente me sentando no rosto de Paulo o sufocando com minha buceta.  Nem deu tempo para que fechasse a boca evitando receber toda porra acumulada em minha buceta.

Impedido de respirar e com a boca cheia foi obrigado a engolir enquanto descontrolada o provocava:

– Toma seu safado!  Não queria chupar o pau que fodia minha buceta?  Agora além de beber vai ter de engolir tudo!

Creio que Pablo ficou meio assustado com minha atitude descontrolada, provavelmente nunca havia visto algo igual em nenhum filme pornô que havia assistido.

Sufocado, Paulo teve de apertar com força minha bunda para que eu entendesse que não aguentava mais e o deixasse enfim respirar.  Apesar de parecer assustadora, certamente a experiência foi tão excitante para ele quanto foi para mim.

Deitei-me ao lado de Paulo e abrindo as pernas convoquei Pablo:

– Vem cá garoto!  Pode gozar, mas nunca deixar a garota na mão.  Tem ainda de me fazer gozar com o calor de sua língua em minha buceta.

Meio relutante, Pablo obedeceu e com a cabeça entre minhas pernas começou a chupar a buceta lambuzada da mulher com quem havia perdido a virgindade.  Meio desajeitado e achando aquele gosto meio estranho, deslizava sua língua por entre os grandes lábios concluindo com movimentos circulares no clitóris.  Provavelmente já havia visto em algum vídeo ou até pesquisado sobre o assunto.

Segurei seus cabelos e o incentivei a continuar:

– Isso … Isso …. me faz gozar gostoso em sua boca.  Aprenda a gostar de chupar uma buceta que conseguirá satisfazer qualquer garota com quem transar.  Meu marido é especialista e mesmo quando brochar de vez vai continuar me satisfazendo com sua boca habilidosa.

Não sei se Paulo ficou lisonjeado ou envergonhado com a declaração, só sei que estava de pau duro e parecia estar com o coração acelerado.  Safado com ele é, provavelmente aproveitava o gosto de porra na boca e com vontade de me chupar também.  

Comecei a gemer e me preparar para um gozo muito intenso que logo aconteceu.  Gritei alto e desta vez foi Pablo quem sufoquei segurando sua cabeça e apertando entre minhas pernas.   Aproveitei bem aqueles deliciosos instantes do gozo com a boca quente de Pablo em minha buceta.  Só então o libertei para que pudesse respirar.Deu para perceber que me chupar o deixou excitado e seu pau já estava duro novamente.  Tentou vir sobre mim para foder novamente minha buceta, porém não permiti fechando minhas pernas.  Minhas intenções eram outras e a noite mal havia começado.