Contos Eróticos Sexo Livre

Erotismo em forma de Série

Publicado o Episódio 01 da Terceira Temporada

Publicada a ilustração do Episódio 01

Um Novo Casal Liberal

Episódio 03

Sara não resiste à tentação e se entrega ao charmoso colega de trabalho.  Como se sentirá após trair Paulo pela primeira vez ?

No princípio foram movimentos lentos e ritmados, mas não demorou para que sua fera interior se libertasse e passasse a me foder com força e ímpeto, como o homem de pegada forte que eu desejava naquele momento.  Com as mãos imobilizadas e totalmente entregue, eu gemia e quase gritava cada vez que o sentia inteiro tocando bem lá no fundo.” 

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O final de semana foi maravilhoso, mas não impediu que o trabalho voltasse a colocar minha libido em baixa.  O seguinte foi morno e a nova semana continuou no mesmo ritmo, até que surgiu uma viagem a trabalho na capital.  Era uma viagem curta, de apenas duas noites, estando de volta no sábado pela manhã.

Na sexta-feira, após uma reunião com os colegas do escritório, foi convidada para um happy hour em um bar próximo ao local.  O lugar era bem animado, com música ao vivo e frequentado principalmente por pessoas que trabalhavam na região.  

Sentei-me ao lado de Cláudio, um antigo colega que sempre conversávamos por telefone ou através de e-mails, mas que nunca havíamos nos encontrado pessoalmente.  Temos mais ou menos a mesma idade e quando nos conhecemos ele já estava divorciado, mas sempre só tratamos de assuntos relativos ao trabalho.

Em nossa mesa se encontravam dez pessoas bem animadas, porém na maior parte do tempo conversei com Cláudio, que por sinal era uma ótima companhia.  Falamos sobre os mais diversos assuntos, entre eles viagens e as ótimas opções de comida da cidade.  Já havia bebido dois drinques fortes e a partir daí meu comportamento muda e quando me dei conta estávamos discutindo sobre relacionamento e vida sexual.  A excitação provocada pelo assunto era muito gostosa, porém o sentimento de que poderia perder o controle da situação me incomodava.

Passei a observar que Cláudio era na verdade um homem bem charmoso e sem perceber estava jogando charme.  Mesmo sem tomar um terceiro drinque, estava muito descontraída, chegando a insinuar que seria uma pena ter de dormir sozinha naquela noite.  Era o que faltava para Cláudio me oferecer uma carona até o hotel e no caminho me convidar para tomar mais um drinque em seu apartamento.

Não estava bêbada, mas o clima do bar, nossas conversas, os dois drinques e um homem charmoso ao meu lado, haviam me deixado muito excitada e aceitei sem pensar muito. Esse foi exatamente o ponto onde perdi totalmente o controle da situação e me deixei levar pelos instintos.  

Cláudio mora perto do escritório e logo chegamos a seu apartamento.  Suas intenções eram bem óbvias, mas nunca imaginei que estaria tão empolgado.  Educadamente abriu a porta e logo me deparei com uma bela vista da cidade, já que apartamento se localizava no trigésimo segundo andar e uma grande janela estava bem a frente da porta de entrada.  

Antes mesmo que eu fizesse um comentário sobre a vista, fui surpreendida pelos lábios de Cláudio, que segurando meus braços, me beijou com o ímpeto de quem me desejava loucamente.   Correspondi ao beijo e logo senti sua língua ardente queimando minha boca.  Cláudio beijava muito bem, sua língua se movimentava sem pressa porém de forma habilidosa, me fazendo sentir um calor intenso entre as  pernas. 

Suas mãos desceram para minha cintura e as minhas envolveram seu pescoço.  Logo uma mão boba apertou minha bunda e senti um seu pau pressionando minha buceta que já se encontrava melada e desejosa.  Continuamos no amasso por alguns minutos, até que ele me encostou na parede e sem interromper o beijo passou a desabotoar minha camisa.  Me encontrava vestida no estilo executiva, saia abaixo dos joelhos e camisa com botões.  Para ficar bem elegante, um sapato preto de salto alto completava o look.

Aquele excitante beijo e todo o clima do momento, despertaram meu desejo de ser possuída por aquele homem que parecia querer me devorar.  Enquanto meu peito era desnudo, desafivelei seu cinto e descendo o zíper de sua calça jeans, senti seu pau duro querendo se libertar.  Logo Cláudio estava só de cueca e ainda de camiseta, enquanto eu me encontrava sem camisa e ainda de saia, já que o sutiã já se encontrava no chão.

Interrompendo o beijo, admirou por alguns segundos meus mamilos enrijecidos que adornavam meus belos peitinhos e logo passou a chupá-los delicadamente.  Ao sentir sua boca quente e o toque de sua língua em meus mamilos, uma forte excitação envolveu todo meu corpo.  Com as mãos entre seus cabelos parcialmente grisalhos, segurei sua cabeça e a cada chupada ou lambida, gemia demonstrando meu tesão por ele.

Apesar de gostar de preliminares, naquele momento o desejo era ir mais além e logo o ajudei a tirar o que restava de suas roupas, podendo apreciar a cena de seu pau duro saltando para fora.  Não era muito grande nem muito grosso, tinha as dimensões perfeitas e o mais incrível é que era realmente bonito.  

Apesar de até o presente momento, só ter conhecido três pessoalmente, já havia visto vários em filmes e fotos e nunca os achei “bonitos”.  A cabeça, apenas um pouco mais grossa que o corpo, era perfeita e se destacava me provocando uma louca vontade de lambê-la e sentir sua textura.   O corpo, com veias discretas, se encontrava completamente rígido com uma leve inclinação para cima.  Sua virilha estava bem depilada e apesar da idade, tinha poucas marcas na pele e seus testículos tinham um tamanho proporcional a todo o conjunto. 

Para completar, ele não tinha a tradicional barriga dos homens de sua idade.  Seu peito bonito, com pelos brancos e pretos bem cuidados, destacava sua musculatura forte, porém sem exageros.  Por um instante pensei em como um homem daqueles vivia sozinho.

Pensei em me abaixar e colocar aquela obra prima inteira na boca e fazê-lo me desejar ainda mais com um delicioso boquete.  Pela maneira que olhei seu corpo dava para perceber minha intenção e meus olhos voltados para baixo deixaram claro o que eu pretendia. Imaginei que ele ficaria parado e deixaria que eu continuasse, porém não resistiu ao seu desejo de me possuir.

Com maestria, desceu o zíper lateral de minha saia e rapidamente puxou para baixo me deixando apenas com uma discreta calcinha preta sem muitos atrativos.  Estava vestida para trabalhar, mas o fato de não ser uma calcinha sexy de renda não o desanimou, muito pelo contrário, com as mãos a rasgou e completou minha nudez.

Minha buceta estava também linda, recém depilada e inchada pelo sangue que fluiu para ela em função do enorme tesão que sentia.  Era como uma fruta doce e madura que pedia para ser chupada, porém sua entrada dilatada e lubrificada fez com que despertasse em Cláudio fortes instintos de macho.  Rapidamente pegou minhas mãos, abriu meus braços e me pressionou contra a parede.  Com os pés, abriu minhas pernas me deixando completamente exposta, pronta para ser possuída.

A posição era perfeita, logo senti a cabeça entre os pequenos lábios de minha buceta e em seguida seu pau deslizar lentamente para dentro de meu corpo, pela abertura completamente lubrificada.  A sensação da penetração foi maravilhosa e completada pelos arrepios provocados por seus beijos em meu pescoço.

No princípio foram movimentos lentos e ritmados, mas não demorou para que sua fera interior se libertasse e passasse a me foder com força e ímpeto, como o homem de pegada forte que eu desejava naquele momento.  Com as mãos imobilizadas e totalmente entregue, eu gemia e quase gritava cada vez que o sentia inteiro tocando bem lá no fundo.   

A ocasião era perfeita e o prazer durou mais tempo do que imaginei.  Achei que Cláudio iria gozar logo, mas não foi o que aconteceu.  Me fodeu por vários minutos, quase me deixando sem forças para permanecer de pé.

Depois de uma sequência de fortes enfiadas, que misturaram tesão e dor, ele gozou de uma forma selvagem que nunca eu havia experimentado antes.  É certo que só tinha experimentado três homens e Paulo não era exatamente o tipo de selvagem, mas naquele momento me sentia uma puta que já havia sido fodida por uma centena e aquele era especial.  Dava para sentir o calor de sua porra inundando minha buceta, que ardia depois de uma penetração intensa e demorada.  Sua respiração a muito estava ofegante e seu coração, juntamente com o meu, se encontrava acelerado.  No momento do gozo achei que ele poderia passar mal, já que tinha mais de cinquenta anos.  Bobagem minha, Cláudio estava ótimo e logo me olhou sorrindo e me elogiou, dizendo que eu era uma mulher linda e muito gostosa.