Contos Eróticos Sexo Livre

Erotismo em forma de Série

Publicado o Episódio 01 da Terceira Temporada

Publicada a ilustração do Episódio 01

Um Novo Casal Liberal

Episódio 04

Na aventura proibida não faltou energia e tesão.  Na segunda rodada se sexo, Sara foi quem tomou conta da situação aproveitando de um gostoso orgasmo anal.   Ao ver mensagens de Paulo em seu celular, sentiu-se culpada pela traição mas não conseguiu se sentir arrependida.

Apesar de todo o êxtase eu não havia gozado,  provavelmente pela posição que não facilitava o estímulo do clitóris.  Pelo estado que ele ficou, achei até que ficaria na mão, mas novamente estava enganada.  Cláudio não era um amante qualquer e tinha muita energia ainda.

Quando seu pau saiu de dentro de mim, senti sua porra escorrer por minhas pernas até o chão, mas antes que me sentisse incomodada, segurou minha mão e me conduziu até seu quarto.  A cama se encontrava arrumada com lençóis brancos que ficaram logo sujos quando me deitei toda lambuzada.

Sem se importar, e com seu pau ainda pingando, ajeitou minha cabeça em um travesseiro e com a habilidade de sua língua, me fez gozar em poucos minutos.  Depois de toda aquela loucura, foi um gozo tranquilo e relaxante que me fez amolecer e me deitar em seu peito.

Permanecemos por alguns minutos relaxando e conversando, até que percebi  que ele estava novamente excitado e seu pau estava crescendo.  Resolvi então dar uma ajudazinha e passando a perna por cima de seu corpo me posicionei de quatro com minha buceta e meu rabo bem em frente aos seus olhos.

Isso já foi suficiente para que eu pudesse assistir seu pau se levantar e começar a pulsar.  Com delicadeza o segurei e comecei a lamber aquele membro lindo, ficando excitada com o gostinho de porra misturada com minha lubrificação.  Baixei meus quadris e logo senti a boca quente de Cláudio se deliciando com o mel que escorria de minhas entranhas.

Determinada a aproveitar ao máximo aquela noite, decidi assumir o roteiro.  Engolia seu pau até tocar a garganta e começar a engasgar.   Meu corpo reagia com contrações involuntárias extasiantes e a saliva escorria de minha boca. Meus lábios deslizavam por aquele membro melado me fazendo delirar.  Cláudio mal conseguia me chupar direito, mas meu maior prazer vinha de minha gula devoradora.  Depois de me fartar, me levantei e mudando de posição me preparei para uma gostosa sentada.  Aproximei seu pau da de minha buceta, porém quando começou a entrar senti uma dor intensa.  Era a consequência do sexo selvagem e seria impossível continuar.

Antes que a decepção tomasse conta de mim, pensei rapidamente em uma solução que certamente Cláudio iria adorar.  Aproveitando que seu pau estava bem duro, lambuzei meu rabinho com a farta saliva produzida pelas engolidas.  Provavelmente haveria algum lubrificante nos criados ao lado da cama e até pensei em perguntar, mas certamente quebraria o clima e resolvi arriscar, já que ele não tinha um pau grosso como o de Rafael.

Olhando nos olhos de Cláudio, segurei com uma das mãos e com a outra apoiada na cama fui descendo.  Assim que senti a cabeça dilatando minhas pregas comecei a rebolar.  Uau !! Que delícia !!.  Meu rabinho apertadinho logo foi se abrindo para abrigar aquele pau delicioso.  Deixei que entrasse todo e saísse. Antes de colocar novamente lambuzei com mais um pouco de saliva e enfiei novamente iniciando uma excitante “sentada anal” que fez com o Cláudio até fechasse os olhos e gemesse.

Além de excitada, me sentia poderosa e dona da situação.  Movimentava meus quadris de forma que me proporcionasse mais prazer.  Eventualmente descia totalmente e parava por alguns segundos deixando Cláudio desesperado.  Algumas vezes levantei um pouco e rebolei deixando meu rabo ainda mais relaxado.

Cada vez mais excitada, acelerei os movimentos e passei a massagear meu clitóris entrando em um alucinante êxtase.  Era eu agora a selvagem.  Quando percebia pelos seus gemidos que ele iria gozar, diminuía o ritmo e aumentava o da massagem no clitóris.  Só quando percebi que iria gozar, foi que mantive o movimento e deixei que ele gozasse.  Enlouquecida e sem dar ouvidos aos seus gemidos, acelerei e logo cheguei também ao clímax.

 Poderosa, depois de alguns instantes, comecei a levantar e mandei que Cláudio assistisse e apreciasse sua porra escorrendo de meu rabo dilatado.  Como a maioria dos homens, ele também adorava uma sacanagem e mesmo depois de ter gozado se excitou com a visão de cada gota que pingava em seus testículos.  Só faltou ficar de pau duro novamente, mas tudo bem, já me encontrava completamente satisfeita.

Ficamos novamente um tempo relaxando na cama, mas exaustos, desta vez não conversamos muito.  Nos levantamos e preferi tomar um banho sozinha.  Tínhamos saído cedo do bar e queria voltar para o hotel a tempo de ligar para Paulo. 

Com o banho, voltei ao meu normal e uma desagradável sensação de culpa tomou conta de mim. Cláudio se ofereceu para me levar até o hotel, porém preferi chamar um motorista pelo aplicativo.  Me senti ainda pior, quando ao pegar o celular, vi que Paulo havia me ligado várias vezes e mandado várias mensagens.

Quando entrei no carro é que percebi que estava sem calcinha.  Até me lembrei do jovem motorista que havia nos levado à sex shop, mas desta vez estava de saia mais longa e além de estar bem satisfeita me encontrava preocupada com o que iria dizer a Paulo.

Chegando ao hotel, imediatamente liguei para ele.  Como compartilhamos nossas localizações pelo celular, ele viu que depois de ter saído do bar, me encontrava em um endereço desconhecido.  Cheguei até a pensar em contar tudo, mas no final não tive coragem e concluí que o melhor naquele momento era mentir, dizendo que tinha ido para a casa de uma colega de trabalho.

Como sempre confiou em mim, Paulo acreditou sem demonstrar dúvidas.  No Caribe ele me entregou a Rafael, mas foi totalmente diferente. Foi tudo combinado e consentido, mas certamente ele sentiu ciúmes como eu senti em relação a ele e Nádia.  Depois de mais de trinta e cinco anos de relacionamento eu havia traído meu marido. 

Pela manhã, recebi uma mensagem de Cláudio me perguntando se estava tudo bem.  Apesar do sexo ter sido maravilhoso, preferi não alimentar esperanças de que poderia ser o princípio de um caso amoroso e respondi friamente sem  nenhuma menção à noite anterior.  Creio que Cláudio entendeu o recado e nosso relacionamento continuou o mesmo de antes, apenas com e-mails relacionados ao trabalho.

Os sentimentos em relação ao sexo selvagem e delicioso  daquela noite eram conflitantes.  De um lado a culpa que me perseguia e de outro a excitação provocada pelas lembranças, chegando a fantasiar um ménage com a participação de Cláudio.  A verdade, é que a puta que existe dentro de mim, gostou da experiência e por mais que eu tente, não consegui me sentir arrependida.