Contos Eróticos Sexo Livre

Erotismo em forma de Série

Publicado o Episódio 02 da Terceira Temporada

Sara se desperta para o prazer de se exibir e prepara uma seção especial para fotos e vídeos explícitos.  Com a mente criativa e depravada de Paulo, o material produzido certamente fará sucesso na rede social.  A excitante experiência terminou com sexo anal selvagem durante o banho.

Diferente de Paulo, não aprecio ver fotos e vídeos pornográficos.  Sempre achei tudo muito artificial e alguns até de mau gosto. Porém, a experiência de navegar por uma rede social voltada para o sexo me mostrou outra perspectiva.

Inicialmente, achei interessante ver fotos e vídeos publicados por pessoas reais.  Na sua maioria, são mulheres e homens normais em imagens de baixa qualidade, mas foi exatamente isso que me chamou a atenção.  Foi fácil perceber que eram autênticas, mostrando situações íntimas de personagens da vida real, como nós mesmos.

Melhor que ver as imagens, foi me exibir.  Mais do que minha buceta, mostrar minha excitação foi uma experiência afrodisíaca e muito prazerosa.  As reações e comentários me fizeram sentir poderosa e desejada, elevando minha autoestima e despertando a verdadeira Sara, que teima em se manter oculta.

Sei que é um vício, mas tenho o hábito de olhar as redes sociais várias vezes no dia.  Gosto de ver o acontece na vida das pessoas, mas em relação à nossa, no máximo publico uma foto ou outra quando viajamos.  Porém agora, uma parte do meu corpo se tornou fonte de interesse e excitação de muitos, que mesmo não me conhecendo estariam me desejando.

Não conseguia me concentrar no trabalho, com muita frequência queria ver os novos comentários ou mensagens interessantes, aproveitando para olhar as novas fotos e vídeos publicados.  Paulo também fazia o mesmo e eventualmente me mandava mensagens contando o que tinha visto.  Passei o dia todo excitada, a ponto de chegar em casa com a calcinha melada e o corpo pegando fogo.  Se Paulo não estivesse no banho teríamos transado ali mesmo em nossa sala.

Foi o tempo de preparar uma surpresa para ele.  Chegou no quarto só de toalha e se deparou com um cenário preparado.  As luzes de led colorido do quarto acessas na cor vermelha e meu corpo nu completamente exposto.  De quatro, com a bunda voltada para a entrada do quarto, oferecia minha buceta humedecida e meu rabinho pulsante para o seu deleite.

Paulo se aproximou e deixando a toalha cair no chão ficou também completamente nu, de pé ao lado da cama.  Após um gostoso beijo percebi que seu pau ainda não estava pronto e decidi colaborar.  Segurei com uma das mãos seus testículos e olhando com um olhar de puta, lambi carinhosamente a cabeça de seu pau semirrígido.  Bastaram umas três lambidas lentas para ele acordar de vez e preencher minha boca.

De olhos fechados, gemia cada vez que seu pau tocava minha garganta.  Minha boca transbordava com a saliva produzida a cada vez que me engasgava.  Sempre achei desagradável ver as cenas em que as mulheres se engasgavam fazendo boquete, mas ao experimentar pela primeira vez, descobri que a era muito excitante, principalmente possuindo o controle da situação. 

Alternava colocando suas bolas inteiras na boca e sugando com força enquanto minha mão fechada deslizava em torno de seu pau lambuzado.  Seu gosto e seu cheiro me embriagavam, principalmente quando surgiram as primeiras gotas de seu tesão.

Minha buceta queimava e ansiosa aguardava o momento de possuí-lo totalmente em seu interior.  Porém minha boca gulosa e despudorada não queria deixá-lo e somente depois de saciada, permitiu que Paulo apreciasse com detalhes as maravilhas de minha bunda empinada.

Sem pedir permissão, foi logo metendo até o fundo, me fazendo sentir suas bolas pressionarem meu clitóris.  Fui obrigada a interrompê-lo para entregar o celular e explicar o que pretendia.  Primeiro deveria tirar umas fotos de minha bunda, de forma que ficasse bem aparente minha buceta melada e as pregas de meu lindo rabinho.  Só depois poderia me foder como quisesse.  Ou melhor, o rabo só no dia seguinte.

Ao ver que meu rabo estava sequinho, resolveu me presentear com um delicioso beijo grego.  Começando pela região lombar, desceu sua língua quente pelo meu rego, até encontrar o rabinho, que involuntariamente se contraiu.  Descendo um pouco mais, trouxe para meu rabo um pouco do mel que escorria de minha buceta para que também se apresentasse melado nas fotos.  Não satisfeito, com a ponta da língua, percorreu as saliências de cada uma de minhas pregas, terminando por abrir meu rabo com sua língua.  Repetiu várias vezes até que implorei para que parasse, pois estava me deixando  louca.

Tirar fotos minhas sempre deixou Paulo excitado e mesmo com a interrupção da penetração, continuou pronto para continuar.  As fotos ficaram maravilhosas, se pudesse chupava minha própria buceta e ainda dava umas boas lambidas no rabo.  Senti um calor percorrer meu corpo ao me lembrar de Rosana.  Que bucetinha linda e gostosa.  Queria estar novamente com ela.

O lado pervertido de minha mente tomou conta de mim. Depois de olhar as fotos, devolvi o celular para Paulo que já estava ansioso para continuar.  Mandei que tirasse algumas fotos de seu pau enfiado e filmasse.  Ao gozar, deveria filmar seu pau saindo e a porra escorrendo.  Para completar queria algumas fotos de minha buceta toda lambuzada de porra.

Entusiasmado, foi logo metendo tudo novamente.  Enquanto seu pau fazia o movimento de entrar e sair, tirou várias fotos e fez pequenos vídeos com seu pau me abandonando até mostrar meu buraquinho.  A melhor parte não sei como conseguiu filmar.  Percorreu meu rego com o dedo até chegar no meu rabo e acariciar minhas pregas.  Deixou seu pau sair e enfiou o dedo lá no fundo, trazendo de volta todo melado. Extasiada, tive de morder a fronha para não gritar, quando ao mesmo tempo que colocava seu pau de volta enfiava o dedo lubrificado em meu rabo.

Tudo foi feito com a calma de um profissional, mas logo o tesão o fez perder o controle.  Deixou o celular sobre a cama e passou a me foder sem dó.  Tirava devagar, para depois meter tudo de uma só vez, alternando com uma sequência de enfiadas fortes e rápidas.  Completamente fora de mim, empinava a bunda para que a penetração fosse ainda mais profunda, continuando a morder a fronha, que no final ficou toda babada.

Em meio a esse delírio selvagem, tirou o dedo e lubrificou meu rabo com bastante saliva. Achei que ia me desobedecer, mas não era o que pretendia.  Enfiou dois dedos até onde era possível e quase não consegui continuar de quatro.  

As sensações a seguir foram diferentes.  Diminuiu o ritmo e continuou lentamente.  Enquanto seu pau entrava e saía de minha buceta, seus dedos em meu rabo o massageavam por dentro de meu corpo.  Fechei os olhos e aproveitei aquela sensação maravilhosa que trouxe em minha mente a imagem de Rafael e Paulo me fodendo no Caribe.

Assim que comecei a remexer minha bunda, Paulo interrompeu seus movimentos e deixou que eu assumisse a direção da cena.  Movimentava meu corpo na cadência de meus pensamentos enquanto ele só movimentava seus dedos em meu interior.  

O êxtase fez com que eu aumentasse o ritmo dos movimentos procurando o gozo.  Paulo logo percebeu o que faltava e utilizando a outra mão passou a massagear meu clitóris, me levando a um orgasmo que percorreu todo o meu corpo.  As contrações pressionavam seu pau e seus dedos.  Alucinado, continuou com movimentos curtos e logo gozou. 

Não sei como não desfalecemos logo em seguida.  Paulo ainda conseguiu pegar o celular e fazer o vídeo mais pornográfico da noite.  Seu pau saindo e uma grande quantidade de porra transbordando de minha buceta.  Ainda por cima com dois dedos enfiados em meu rabo.  Saciada, me sentia uma deusa dos filmes pornô, só faltava publicar.

Exaustos, permanecemos deitados por algum tempo apreciando as fotos e vídeos de nossa loucura.  Decidimos postar naquela noite apenas as primeiras de minha bunda, desta forma teríamos material para vários dias.  Paulo já havia tomado banho, mas fez questão de me acompanhar no chuveiro.

Primeiramente o ensaboei, com um tratamento especial no seu pau, suas bolas e seu rabo, que gostou do carinho.  Acho que ele havia se preparado para a noite, já que ficou excitado e pronto para outra.  De minha parte, desde o encontro com Cláudio estava insaciável.  Foi só Paulo ensaboar meus peitinhos e meu rabo que fiquei novamente acesa.  Só nos faltava energia.

Comentei com Paulo, que quando enfiou os dois dedos em meu rabo, me lembrei da DP com Rafael e que gozei pensando naquela tarde.  Curioso, quis saber o que se passava em minha mente enquanto me masturbava na noite passada.  Sem imaginar o que poderia acontecer, resolvi contar em detalhes o meu delírio.

Paulo adora uma sacanagem e ouvir uma como aquela no chuveiro era tudo que precisava para ficar bem assanhado.  Pediu para que eu continuasse a contar de costas para ele com as mãos na parede.  Puxou meus quadris, arrebitando minha bunda em direção a seu pau que estava pronto para me foder.  Como também estava excitada, continuei detalhando ainda mais cada cena, inclusive quando o incluí na orgia.

Paulo sempre deixa um tubo de lubrificante no box para suas brincadeiras, mas desta vez foi ainda mais útil.  Lambuzou meu rabo e começou pincelando com a cabeça fazendo aflorar a puta que ele queria.  

Com a cabeça forçando a entrada, passei a remexer os quadris para que a pregas se relaxassem.  Quando entrou a cabeça ele parou.  Extasiada, não aguentei esperar por seu movimento, empinei minha bunda fazendo entrar até a metade.  A partir desse momento ele me fodeu com o ímpeto de um garanhão montando sua fêmea.  

Nem parecia meu marido de quase sessenta anos.  Eu mal conseguia respirar, ele metia forte e até o fundo com suas bolas batendo em minha buceta.  As vezes tirava e abria minha bunda para observar meu rabo dilatado.  Lubrificava mais um pouco e continuava segurando minhas mãos na parede.  Em meu ouvido sussurrava palavras obscenas me chamando de puta e era exatamente assim que me sentia.  Como dizem nos filmes, estava me deixando arrombada.

Não me sentia violentada, muito pelo contrário, meu sangue fervia e pedia mais.  Mandei que desse uns tapas na bunda que eu merecia.  Paulo nunca foi violento e se não fosse o tesão não conseguiria deixar minha bunda toda vermelha como ficou.  Doía, mas não era uma dor qualquer, dava prazer e me fazia querer mais.  Não sei onde ele aprendeu, mas sabia bater da maneira certa para não machucar.  Passando um dos braços por minha cintura, seus dedos chegaram até minha buceta.  Desta vez não massageou gentilmente.  Colocando os pequenos lábios entre os dedos médio e indicador pinçou meu clitóris me deixando louca.  

Me encontrava completamente possuída pelo tesão.  Assim que a dor de um tapa passava eu pedia outro.  O barulho do chuveiro abafava nossos gemidos e nossas palavras que já não eram sussurradas.  Enfim gozei !!  Colocando para dentro os dedos de Paulo, aproveitei cada uma das contrações de meus orifícios.  Sentindo meu desejo saciado, permaneci quieta por alguns minutos para aproveitar todo o prazer que sentia. 

Não tinha forças para mais nada e fui obrigada a deixar Paulo na mão.  Essa é a vantagem do sexo com o marido, se fosse com outro homem ficaria envergonhada ou faria alguma coisa sem vontade.  No final, nos ensaboamos novamente, vestimos roupas confortáveis e após um lanche terminamos a noite assistindo a uma série bem leve e divertida.  Até  pensamos em ver na rede o resultado da postagem das novas fotos, mas achamos que não seria prudente, já que no dia seguinte eu teria de levantar cedo para trabalhar.  Um detalhe, minha bunda  branquinha ficou vermelha por algumas horas, principalmente o lado direito que foi mais judiado.