Contos Eróticos Sexo Livre

Erotismo em forma de Série

Publicado o Episódio 01 da Terceira Temporada

Publicada a ilustração do Episódio 01

Um Novo Casal Liberal

Episódio 09

Apesar de ter sentido muito prazer e curtido sua primeira experiência de sexo anal, Rosana não apreciou o fato de ter sido pega de surpresa por Paulo e como prometido deu o troco na mesma moeda. Sara pode desta vez assistir Paulo em uma cena excitante e selvagem de inversão de papéis, enquanto a língua quente de Paulo a fazia gozar.

Enquanto Paulo preparava a banheira de hidromassagem, Rosana e eu fomos tomar um gostoso banho de chuveiro.  Que delícia foi ser ensaboada e retribuir ensaboando cada pedacinho de seu corpo, principalmente seus lindos peitos.  Eram naturais e tinham o tamanho perfeito para sua altura.  Ensaboei inclusive seu rabinho, que a essa altura já havia voltado ao normal, apenas levemente esfolado.

Depois de alguns beijos e brincadeiras sensuais no chuveiro, fomos para a banheira já preparada por Paulo. Enquanto comíamos alguns frios, bebemos duas garrafas de vinho que meu prevenido marido havia trazido.  Logo estávamos alegres e descontraídos, falando sobre sexo e sacanagem.   Paulo quis se desculpar pelo que falou na cama, mas logo foi interrompido por Rosana, que explicou que toda mulher gosta de ouvir safadezas na hora do tesão e que ser chamada de puta chega a ser um elogio.

Contar nossas aventuras no Caribe despertou em Rosana um forte desejo de conhecer Nádia, já que só havia se relacionado com mulheres bem brancas.  Enfim estávamos todos excitados e principalmente Paulo não conseguia disfarçar sua fascinação pelo corpo de Rosana.  A verdade é que eu também sentia o mesmo e até mais ainda, dessa forma não conseguia censurá-lo.

Rosana também percebeu e ao sair da banheira decidiu provocá-lo com um sensual abraço e um malicioso beijo bem molhado, que me deixou com ciúmes.  Assisti a cena por alguns instantes, até que me incomodei e abraçando Rosana pelas costas, sinalizei que o beijo estava demorado demais e que deveríamos ir para cama.  Desejava ter Rosana só para mim, mas naquela noite teria de dividi-la com Paulo.

Rosana e eu nos enxugamos primeiro e fomos logo para a cama.  Desta vez foi ela quem se deitou, permitindo que a beijasse, enquanto minhas mãos massageavam seus peitos.  Abrindo bem as pernas, deixou bem claro que desta vez era para Paulo demonstrar suas habilidades orais de que tanto eu falava.

O esmalte vermelho nos dedos de Rosana imediatamente chamou a atenção de Paulo.  Era sua cor preferida e sempre que planejávamos uma noite de sexo, fazia questão que eu usasse.  Rosana tinha dedos delicados, despertando ainda mais o desejo de colocar cada um deles em sua boca.

Não tínhamos pressa e Paulo fez questão de dedicar um tempo para se deliciar com os dedos vermelhos dos pés de Rosana, como se saboreasse uma fruta saborosa e suculenta.  De olhos fechados, Rosana aproveitava as deliciosas sensações provocadas pela boca de Paulo e pela minha, que neste momento sugava delicadamente seus mamilos enrijecidos.  Seu coração logo começou a acelerar e sua respiração se tornando mais ofegante, demonstrando sua crescente excitação. 

Percebendo os novos odores afrodisíacos, exalados pelo corpo excitado de Rosana, Paulo os seguiu por entre suas pernas com beijos e carícias.  Ao perceber um calor de lábios sedentos tocando a parte interna das coxas, Rosana reagiu com um profundo suspiro, acompanhado de um insinuante gemido de prazer.

 Ao se aproximar da buceta orvalhada de Rosana, Paulo respirou fundo e a abundância de feromônios fez com que seu pau vibrasse de tesão e desejo.  Minha boca se deliciava com seus mamilos, porém quando vi o membro rígido e pulsante de Paulo, desejei colocá-lo inteiro em minha boca.  Tomada pela excitação, o imaginei gozando em minha boca e a porra transbordante lambuzando meu rosto.  Concluí que realmente tinha uma puta, ou uma atriz pornô oculta dentro de mim, que só se libertava com muito tesão.

Paulo não decepcionou e Rosana pode sentir na própria pele, ou na própria buceta, suas habilidades.  Segundo ele, mesmo considerando todos os filmes pornográficos que já havia assistido, aquela era a buceta mais linda que já havia visto.  

No final sua competência foi tamanha, que não teve tempo para saciar completamente seu desejo.  Mesmo evitando tocar o clitóris rígido e saliente, a deixou tão excitada que gozou em poucos minutos.  Não foi um gozo enlouquecido como o anterior, porém percorreu todo seu corpo o deixando sensível por vários minutos.

Paulo se encontrava muito excitado e bem que merecia gozar como nos filmes pornográficos.  Sempre que a cena envolve duas mulheres e um homem, no final elas chupam juntas seu pau para ele gozar em seus rostos.  Dependo da cena, elas ainda se beijam com as bocas lambuzadas de porra.  Na realidade, foi o que imaginei e desejei enquanto aguardava Rosana se recuperar. 

Acontece que Rosana tinha outros planos.  Submissão e passividade não faziam parte de sua personalidade, muito pelo contrário, era uma mulher dominadora e fazia questão de ter o controle.  Daí percebi, que apesar de ter sido prazeroso, ela não havia apreciado o fato de ter sido pega de surpresa e sem reação ter deixado com que Paulo deflorasse seu rabinho.  Logo descobrimos, que ao dizer a Paulo que teria troco, estava realmente falando sério.

Após descansar deitada em meu peito, não deixou de elogiar a performance oral de Paulo.  Confessou que ninguém jamais havia conseguido fazê-la gozar com tamanha facilidade, mas que eles ainda tinham um acerto de contas.  Paulo não conseguiu entender bem o que ela queria dizer, mas não teve coragem de perguntar e apenas sorriu desconfiado.

Ficamos por um tempo relaxando na cama.  Paulo até que procurou alguma coisa interessante na TV, mas os filmes oferecidos eram todos de baixa qualidade e mal gosto.  Sugeri que de uma próxima vez ele trouxesse em um pen drive nosso filme do Caribe.  Certamente seria uma experiência bem interessante assistir na companhia de Rosana.

Rosana realmente pretendia dar o troco.  Pediu para que Paulo buscasse água e aproveitou para me contar suas intenções.  Se levantou e pegando sua bolsa foi para o banheiro.  Me deitei mais para o lado direito da cama e abrindo a pernas pedi para Paulo se ajoelhasse ao meu lado:

– Quero que mostre a Rosana como me faz gozar.  Vamos fazer um showzinho para ela apreciar.

Sei que Paulo gosta de me chupar ajoelhado ao meu lado, com seu corpo perpendicular ao meu.  Ao se empolgar acaba por confessar que sente o desejo de dar seu rabo enquanto me chupa, exatamente naquela posição.  Já pensamos em fazer algum dia um ménage com outro homem, porém ele teria de concordar em satisfazer também os desejos de Paulo.

Rosana voltou e por alguns minutos ficou sentada na poltrona nos observando.  Paulo estava de quatro com a bunda voltada para a poltrona e não percebeu a presença de Rosana, que já não se encontrava totalmente nua.  Vestia uma cinta com um pênis parecido com o que ele havia comprado na sex shop,  só que maior e mais grosso.

Se posicionando por trás entre suas pernas, beijou carinhosamente seu rabo como se fosse lhe presentear com um beijo grego.  A sensação o fez fechar os olhos e gemer.  Empinou sua bunda para que seu rabo ficasse mais exposto e continuou a me chupar com mais empolgação.

Para sua sorte, Rosana gostava de uma sacanagem, mas não era sádica.  Já preparada, com um tubo de lubrificante na mão, lambuzou fartamente seu rabo e o pênis que exibia poderosa.  Assim que sentiu o gel frio, percebeu que ela realmente iria dar o troco na mesma moeda. 

Era grosso e creio que tinha mais de vinte centímetros, mas parecia ser macio e se dobrava facilmente.  Provavelmente era um desses vertebrados e que imitam a pele humana.  Não era maior que o de Rafael e certamente Paulo aguentaria sem reclamar.

O olhar de Rosana ao percorrer com a cabeça o rego lubrificado de Paulo era de pura safadeza.  Quando passava pela entrada, forçava um pouco para vê-lo reagir com um discreto suspiro.  A cada passada aumentava a pressão, até que o rabo guloso e safado engoliu de uma só vez a cabeça.  Na posição em que me encontrava, não foi possível ver em close como Rosana, que sorriu satisfeita e excitada.  Percebi o prazer sentido por Paulo pela gostosa lambida em meu períneo.  A maneira com que chupava minha buceta refletia exatamente o que sentia.

            Pensei que a partir dali enfiaria até o fundo, mas ela não tinha pressa e fez questão de tirar só para ver as pregas se contraindo e fechando a entrada novamente.  Repetiu várias vezes, até que se relaxaram e passou a entrar com facilidade.  Não sei se fiquei com ciúmes ou com inveja, já que dava para perceber que para Rosana era puro deleite observar atentamente o rabo de meu pervertido marido sendo penetrado por um pau daquele tamanho.

Tenho que admitir que foram momentos de intenso prazer para os três.  Enquanto saciava seus desejos passivos, Paulo deslizava sua língua fogosa por entre os lábios de minha buceta, fazendo com que minha mente se libertasse de todos os pensamentos, deixando apenas um prazer alucinante. 

Aproveitando ao máximo o momento, Rosana passou a entrar e sair devagar, se aprofundando mais a cada movimento.  Nossa respiração ofegante refletia o êxtase provocado pelo processo lento e excitante.  Quando chegou ao fundo, segurou os quadris de Paulo e foi aos poucos aumentando o ritmo, com estocadas cada vez mais fortes.  Após duas palmadas bem fortes em sua bunda branca, quebrou o silêncio:

– Agora vai ter o troco de verdade sua vadia!

Incentivada, resolvi contribuir para uma verdadeira putaria que se iniciava.  Segurando pelos cabelos, levantei a cabeça de Paulo e olhando em seus olhos o provoquei:

– Está se lembrando de Nádia, Rafael e Pablo, seu safado?  Agora você vai ser a putinha de Rosana.  Acho até que estou aprendendo a gostar da brincadeira.  Quem sabe te compro uma camisolinha e passo a te fazer de putinha em casa.

Nesses momentos perdemos completamento o controle do que falamos e fazemos.  Muitas vezes nos arrependemos depois.  Certa vez Paulo confessou que tinha a fantasia de vestir uma lingerie e ser minha putinha, porém até o momento, o machismo que existe dentro de mim não me permitiu aceitar.  Ainda não consigo entender por que aceito e curto que outros o façam enquanto assisto, mas eu mesma não consigo.

Paulo continuou em silêncio aproveitando minha buceta melada.  Fez direitinho o papel de putinha submissa enquanto Rosana o fodia com estocadas fortes, sem misericórdia.  De seu pau dependurado, brotavam gotas que eu fazia questão de retirar e passar em minha buceta para ele sentir o sabor de seu tesão.  Novamente, depois de duas palmadas fortes Rosana o ameaçou:

– Vou deixar seu cuzinho mais arrombado que o meu!  Não vai nem conseguir sentar direito.  

Entusiasmada com o diálogo, completei em tom provocante:

– Foi para isso que o trouxemos aqui meu amor.  Para ser nossa putinha.  Mas fique tranquilo que não vou deixar Rosana fazer nada de mal com você.  Se seu cuzinho ficar arrombadinho, passamos depois uma pomadinha que melhora.

Nem me lembro direito, o que sem pudor falamos depois, apenas que aquela não era a Sara que eu conhecia.  Me encontrava completamente entorpecida pelo tesão, enquanto  Rosana empolgada, se encontrava decidida a fazer com que Paulo nunca esquecesse daquela noite.  Eventualmente diminuía o ritmo para recuperar o fôlego e depois de algumas palmadas continuava.

Depois de algum tempo, em uma excitante e divertida orgia verbal, cheguei ao ápice da excitação e gemendo alto gozei loucamente com espasmos por todo corpo.  Ofegante e com o coração acelerado, achei até que iria desmaiar. Além das fortes contrações, a descarga hormonal fez com meu corpo ficasse completamente amolecido por alguns instantes.

Assustada com minha reação, Rosana parou por alguns instantes e retirou o pau do rabo de Paulo, que nem se fechou completamente.  Fiquei toda sensível, de forma que não permitia que Paulo tocasse em nenhuma parte de meu corpo, principalmente minha buceta.  Por alguns minutos pode respirar um pouco e dizer de forma irônica que estávamos acabando com ele.  Rosana sorriu e foi logo avisando que permanecesse de quatro, enquanto descansavam um pouco, mas que era apenas uma pausa, já que não havia gozado ainda.

Com a energia de uma mulher jovem, logo Rosana quis continuar e que seria a minha vez.  No primeiro momento fiquei assustada e meu rabinho até se contraiu, ao imaginar que ela pretendia me foder também.  Me tranquilizei ao vê-la tirando a cinta para me entregar, dizendo que fazia questão de ver naquela noite uma mulher fodendo o rabo do marido. 

Já me encontrava relaxada e sem o efeito entorpecente do tesão, mas a empolgação de Rosana fez com que encarasse o desafio.  Se colocando com as pernas abertas em frente ao seu rosto, permitiu que Paulo se deliciasse com o farto mel que inundava sua linda buceta.  Ao perceber o forte odor de seu feromônios, seu pau amolecido começou a reagir e a ereção foi completa, quando sentiu na boca o néctar dos deuses, que brotava da maravilhosa buceta de Rosana.  Ela se encontrava realmente enxarcada e Paulo fez questão de saborear lentamente.

Coloquei a cinta e com bastante lubrificante lambuzei novamente o rabo de Paulo.  Já novamente excitada, estava desinibida e disposta a novas experiências.  Relaxado, permitiu que dois dedos entrassem facilmente e aproveitei para explorar aquele orifício que tanto prazer lhe proporcionava.  O safado era prevenido e sempre se preparava para a possibilidade de satisfazer seus desejos, mas na maioria das vezes isso não acontecia.

Concluí, que se suas pregas permitissem, seria capaz de aguentar algo muito maior, já que seu interior era largo e se encontrava dilatado.  Daí entendi como ele aguentava um plug inflável, que descobri certo dia em sua maleta da safadeza.  Girei meus dedos para baixo e encontrei a famosa próstata.  Bastou pressionar e massagear, que Paulo logo gemeu de prazer.  Continuei massageando com a ponta dos dedos e me excitei ainda mais, ouvindo seus seguidos gemidos.  Um terceiro dedo entrou facilmente e deduzi que já se encontrava preparado para ser novamente fodido.

Depois de brincar um pouco com os três dedos, segurei com a outra mão o objeto grosso e comprido que tanto prazer proporcionava ao meu marido.  Retirei os dedos e antes que se fechasse preenchi a abertura com a cabeça para logo em seguida enfiar completamente, até que as bolas falsas tocassem as de Paulo. Não sei se foi de dor ou de prazer o gemido alto ouvi, já me encontrava muito excitada e fui logo avisando.

– Agora é minha vez.  Quero ver a putinha gemer com meu pau enfiado em seu rabo.  

Ver entrar e sair, fez com que ficasse cada vez mais extasiada e eufórica.  A vermelhidão provocada pelas palmadas de Rosana em sua bunda já havia desaparecido e sem dó, fiz com que logo ficasse vermelha novamente.  Segurava seus quadris para penetrar bem fundo com estocadas fortes.  Só liberava as mãos para uma carícia em sua bunda, que terminava com palmadas fortes, que o fazia gritar e pedir que queria mais.

Desta vez foi Paulo quem soltou a voz e se assumiu como uma puta depravada, que gostava de apanhar e ter o rabo arrombado.  Rosana se encontrava completamente em silêncio, se divertindo com a situação e aproveitando-se da língua quente de Paulo que logo a faria gozar.  Por sinal, se fartar de uma bela e suculenta buceta melada era tudo que ele precisava para completar seu momento de prazer e delírio.Cerca de dez minutos de insensata loucura pareceram horas, até que Rosana gozasse e interrompesse.  Creio não ter sido um gozo intenso como meu, mas bem mais escandaloso.  Quando estava quase lá, gemeu e gritou com uma louca, me incentivando a judiar ainda mais do já arrombado rabo de Paulo.  Não havia gozado, mas com cerca de vinte anos a mais que Rosana, me encontrava exausta.