Contos Eróticos Sexo Livre

Erotismo em forma de Série

Publicado o Episódio 01 da Terceira Temporada

Publicada a ilustração do Episódio 01

Um Novo Casal Liberal

Episódio 16

Ao perceber seu interesse por vídeos de mulheres traindo os maridos de forma consentida por eles, Paulo suspeita ter o fetiche de Cuckold e Hot Wife, já que se excitou ao ver a esposa com Rafael e Pablo. Para tirarem a dúvida, marcam um encontro de Sara com outro homem.

A transa com Bruna abriu ainda mais nossa mente para novas experiências.  Estava certa de que era bissexual, enquanto Paulo se rotulava “bissexual passivo hétero-afetivo”, já que não tinha o menor interesse em uma relação romântica com outro homem.  A verdade é que são apenas rótulos, na prática éramos um casal bem liberal, sem preconceitos no que diz respeito ao sexo.

Nossa vida sexual só não era mais intensa por conta do  meu trabalho, já Paulo, aposentado, tinha todo o tempo para pensar em sexo e sacanagens.  Se dependesse somente dele, teríamos sexo todos os dias. Imagino que na minha ausência ele passa boa parte de seu tempo livre na Internet e se divertindo com seus brinquedos.  Em certa ocasião o questionei e confessou que realmente sentia muita necessidade de sexo e acabava por se virar sozinho, mas que fazia questão de evitar gozar, deixando a energia sexual acumulada para estar comigo.

Pelo ímpeto que me fodia e pela porra farta de seu gozo, não seria possível que gozasse todo dia e de certa forma essa situação me incomodava.  Me encontrava ansiosa por novas férias, mas faltavam três semanas.

Em uma de nossas conversas sobre o que ele via nas redes sociais, confessou seu interesse pelas cenas de “cuckold” e “hotwife”, onde o homem sente prazer em ser traído pela parceira.  Confessou que sentiu prazer em me ver sendo fodida por outro e principalmente com outra. Mas como seria, no caso de não estar participando ou com a mulher do outro em uma troca de casais ?  O fato é que o fizera de corno por duas vezes com Cláudio e prefiro manter em segredo.

Fui sincera dizendo que estar sozinha com Rafael foi uma experiência muito excitante e prazerosa e que desejava repetir a experiência com outro homem com sua concordância.  Na rede social que participamos juntos, recebemos inúmeras propostas de homens e até de casais me convidando para sair com eles sem a presença de Paulo.  Como estava claro que o perfil era acompanhado pelo casal, seria para satisfazer algum fetiche de corno, porém nossa resposta sempre foi que nosso interesse era apenas por troca de casais ou ménage.

Decidimos fazer a experiência e escolhemos juntos um jovem chamado Lucas.  Muito educado nas conversas, já havia proposto um ménage e quando sugerimos que ele se encontrasse somente comigo, se prontificou imediatamente.  Sua única condição, seria a comprovada concordância de Paulo, já que não queria se envolver em qualquer tipo de conflito conjugal.  Marcamos com ele na sexta-feira, aproveitando minha ida a trabalho na capital.  Paulo me levaria de carro e nos encontraríamos os três em um restaurante, para em seguida ir sozinha com Lucas para um motel. 

A partir daquele momento, percebi uma mudança no comportamento de Paulo, parecia até que havia se arrependido da decisão.  Naquela noite, quando fomos para a cama, propus desistirmos, mas insistiu que precisava experimentar para saber se tinha esse fetiche.  Mesmo sabendo que me encontrava sem calcinha e molhadinha de tesão, apenas me deu um beijo de boa noite e dormiu.

Acordei com as mãos de Paulo tocando meus peitinhos e percebi que me abraçava pelas costas completamente nu.  Por dentro da camisola, tocava com a ponta dos dedos meus mamilos, me deixando logo excitada.  Fazer isso também o excita e pude sentir seu pau ficando duro e pulsando em minha bunda.

Dedicou vários minutos aos meus mamilos e quando seus dedos passaram a acariciar minha barriga, chegando até meu ventre, achei que iria me masturbar até e me fazer gozar, porém apenas se certificou que estava bem molhada e parou.  Fiquei na expectativa de seu próximo passo, mas logo senti um gel frio em meu rabinho que instintivamente se contraiu.  Começou esfregando o pau em meu rabo, que logo foi relaxando e despertando em mim um desejo intenso de recebê-lo todo dentro de mim. Demonstrei arrebitando a bunda e a cabeça entrou naturalmente.  

Paulo ainda não havia dito uma palavra e não fez como de outras vezes, colocando e tirando a cabeça várias vezes, só para depois entrar com tudo.  Segurou meus quadris e lentamente foi penetrando sem interromper, até que senti suas coxas apertando minha bunda e suas bolas tocando minha buceta.  Foi uma penetração profunda, até onde pudesse chegar.

Calado, entrava e saia repetidamente, sempre até o fundo.  Só não deixava sair a cabeça para que o movimento fosse contínuo.  Com muito tesão e o coração acelerado, gemi e suspirei.  Levei meus dedos até meu clítoris para poder gozar, mas Paulo me impediu segurando minha mão em minha coxa.  Extasiada, implorei que deixasse, mas o que consegui foi que aumentasse o ritmo da penetração.

Percebi por sua respiração ofegante que estava próximo de gozar.  Com o pau bem no fundo, me virou de bruços e com seu corpo sobre o meu, me fodeu com um ímpeto de um homem traído, que se vingava da mulher que o fizera de corno.  Segurando minhas mãos, arrombava meu rabo me chamando de puta e vadia, provocando em mim um tesão desvairado e insensato.

Suas últimas palavras antes de gozar foram como um grito de desabafo antes de entregar sua mulher a outro homem:

– Vai foder com outro, sua vadia !  Não pense que será por falta de um macho em casa para te foder ! É só por safadeza mesmo.

Terminou gozando feito um louco, inundando meu rabo de porra acumulada de vários dias e permanecendo sobre mim por alguns minutos, respirando ao pé de meu ouvido.  Deitou-se ao meu lado, enquanto seu pau ainda pingava em sua barriga e se desculpou pela reação.  Excitada, não poderia dizer que me senti violentada, já que tudo aconteceu com meu completo consentimento.  Meu rabo doía, mas na verdade sentia orgulho de meu macho me foder com tanta vontade.  

A reação de Paulo me deixou confusa e cheguei a dizer que não iria mais me encontrar com Lucas, porém ele insistiu e como também desejava, acabei mantendo de pé o que havíamos combinado.

Nos encontramos com Lucas em um restaurante sugerido por ele.  Pelo estilo do local, deu para perceber que era um jovem bem-sucedido.  Sua aparência me surpreendeu e talvez tenha deixado Paulo com um certo ciúme.  Era um “gato”, de olhos verdes, malhado na medida certa e com uma voz muito sensual.   A conversa durante o jantar foi muito interessante, mas não falamos sobre sexo, apenas sobre relacionamentos.  Fiquei inconformada ao saber que tinha trinta e cinco anos,  era médico cardiologista e trabalhava em um hospital tradicional da capital, porém ainda solteiro.  Percebi que era tímido, reservado e trabalhava muito, fazendo diversos plantões durante a semana.  Provavelmente seria essa a razão de não estar em nenhum relacionamento.

A expressão de Paulo ao se despedir e apenas dizer “divirtam-se”, estava acompanhada de um olhar no mínimo constrangido.  Parecia que seu desejo naquele momento era desistir de tudo e me levar de volta para nosso hotel, mas se manteve firme e pronto para as consequências de uma ousada aventura.

 Durante o trajeto para o motel, Lucas se aproveitou para saber um pouco sobre nossa vida íntima e principalmente como nos tornamos um casal tão liberal.  Contei em poucas palavras nossa iniciação no Caribe e algumas experiências recentes.  A conversa serviu para deixá-lo mais descontraído, já que visivelmente não estava à vontade com a situação.  Paulo havia sido muito simpático com ele durante o jantar, pareciam dois amigos de longa data e creio que isso de certa forma pesou em sua consciência.  Imaginei que a sensação de foder a mulher de um amigo não devia ser muito confortável para um homem como ele.

O motel era um dos melhores da cidade e havia escolhido sua melhor suíte.  Me fez lembrar o filme “Proposta Indecente”, onde por um milhão de dólares o marido “vende” uma noite com sua esposa para um milionário.  O curioso é que naquela situação eu estava sendo entregue de graça para outro homem foder. 

Inicialmente Lucas se comportou como um cavalheiro, me ajudou a tirar a roupa, que por sinal era bem discreta e nada insinuante.  Retribuí e vi como seu corpo era perfeito.  Além dos atributos físicos, tinha poucos pelos e a virilha depilada.  Notadamente tenso, seu pau ainda não estava completamente ereto.  Era do tamanho do de Paulo, porém com a cabeça pequena.  Me lembrei da vergonha que passei com Rafael e preferi não tomar nenhuma iniciativa idiota.

Meio sem saber o que fazer, partiu para o tradicional roteiro dos filmes pornográficos.  Provavelmente havia visto nas redes sociais sobre as “hot wifes”, que são apresentadas como verdadeiras putas, que se divertem traindo os maridos que curtem ser cornos.  Me segurando pelos cabelos, me fez ajoelhar no chão e foi logo colocando seu pau em minha boca.

Eu até curto homem com uma boa pegada, mas não daquela maneira fria, já no início da transa.  Tem de acontecer após um aquecimento, com certa dose de sedução primeiro.  Movimentava minha cabeça como que quisesse foder minha boca, mas no final das contas não conseguia o resultado esperado, que seria seu pau ficar bem duro.  Logo percebi que não fazia parte de sua personalidade e que realmente não sabia o que fazer comigo.  

Assim que consegui respirar e refletir sobre a situação, decidi tomar as rédeas.  Tirei suas mãos de minha cabeça e as coloquei para trás de seu corpo, para em tom suave, mas de comando, ordenar que ficasse bem quietinho que seria eu a dar as ordens naquela noite.  Meio assustado e com vergonha de sua atitude, olhou para mim com um olhar de menino assustado e apenas balançou a cabeça concordando.

Estando no controle, aproveitaria bem daquele garoto inexperiente, mas muito bonito e gostoso.  Segurei com uma das mãos suas bolas e com a outra coloquei devagar em minha boca seu pau inteiro, meio mole, até tocar minha garganta.  Cerrei os lábios e o mantive assim enquanto pude.  Só quando comecei a me engasgar o tirei da boca lentamente.

A reação daquele corpo jovem, no auge da virilidade, foi imediata, e seu pau, que cresceu e endureceu dentro de minha boca, saiu durinho e com uma leve curvatura para cima.  Com a boca inundada de saliva, o percorri com a língua, da base até a cabeça, deixando bem melado o fazendo suspirar de tesão.

Me diverti e me excitei brincando por um bom tempo de lambuzar o bonito membro de Lucas e observar suas reações.  Estava bem gostoso, principalmente sua cabeça lisa e sensível, que ao sentir minha língua o fazia gemer.  Tem uma música da minha época que diz que mulher nova, bonita e carinhosa faz um homem gemer sem sentir dor, mas poderia mudar a letra para mulher experiente, gostosa e atrevida.  

Seu pau agora estava em seu auge.  Ficou mais grosso e bem duro pulsava, pulando a cada lambida em sua cabeça.  Desejei inteiro em minha buceta, ou até mesmo em meu rabinho, já que com sua cabeça pequena penetraria com facilidade.  

Era fácil chupá-lo sem o auxílio das mãos, que ficaram livres para explorar seu corpo lindo, quente e cheiroso.  Primeiro segurei sua bunda e sob meu controle o fiz foder minha boca no ritmo lento que eu queria, enquanto minhas mãos acariciavam seu corpo.  

Lucas entendeu logo e continuou movimentando seus quadris, enquanto minhas mãos percorriam suas coxas, costas, a barriga sarada e o peito forte.  Que homem gostoso de ver e tocar.  A essa altura minha buceta fogosa já queimava e escorria, transbordando os fluídos de minha excitação. 

Percebendo que Lucas acabaria por gozar em minha boca, interrompi seu movimento com as mãos e praticamente o joguei na cama.  Mandei que se ajeitasse nos travesseiros ficando mais próximo da cabeceia e fui logo por cima dele.  Me ajoelhei com os joelhos próximos ao seu peito encaixei seu pau lambuzado de saliva entre os lábios de minha buceta, que sedenta o engoliu completamente.

A penetração fora um deleite para ambos.  Minha buceta ainda contraída se encontrava bem apertadinha.  Bem lubrificada, recebeu o pau lambuzado de Lucas, o deixando deslizar confortavelmente para dentro de meu corpo.  Não consegui me lembrar de uma penetração tão gostosa como aquela.  Sem dor, apenas prazer, minha buceta foi se abrindo e pude sentir a entrada de cada centímetro de um pau com o diâmetro perfeito.  Para completar, apreciei um corpo lindo, de um homem que visivelmente, com os olhos fechados, delirava entorpecido.

Com as mãos apoiadas em seu peito, subia e descia repetidamente, num movimento lento, até que minha buceta se relaxasse.  Me deliciei com o prazer que percorria todo meu corpo e com os suspiros de Lucas.  Sentada em seus quadris, parei por alguns instantes, dobrei meu corpo e assim que abriu os olhos encontrou meus lábios se preparando para um malicioso beijo.

Com o corpo dobrado, a penetração deixou de ser bem profunda, em compensação, o toque de minha barriga na sua e dos meus mamilos em seu peito, completaram o êxtase provocado por aquele beijo molhado.  Suas mãos desceram por minhas costas até encontrarem minha bunda aproveitando para deslizar seus dedos por meu rego tocando levemente as pregas de meu delicado rabinho que se contraiu imediatamente.  Como no exercício da academia,  elevou seus quadris e comprimindo meu corpo contra o seu, obteve novamente uma penetração profunda.

Para mim foi um sinal para que eu continuasse meu movimento, agora forte e impetuoso, de uma mulher selvagem, cheia de tesão.  Na posição em que me encontrava, seu pau massageava meu clitóris me deixando eufórica.

Segurava seus cabelos, mordia seus lábios, seu pescoço e sua orelha, só para ouvir seus gemidos de prazer e dor.  Lucas revidou, cravando suas unhas me minha bunda e entramos em um transe muito louco que só terminou com seu gozo.

Tudo aconteceu sem que nenhuma palavra fosse proferida, apenas ao som de gemidos.  Lucas se encontrava ofegante e durante vários segundos senti os jatos de porra quente inundando minha buceta.  Olhei em seus olhos e assim que percebi que estava se recuperando interrompi o silêncio:

– Ainda não terminei !!

Levantei meu corpo e logo senti sua porra escorrer por minhas pernas.  Rapidamente me movimentei para a direção da cabeceira da cama e praticamente me sentei no seu rosto, quase o sufocando.  Surpreendido pelo gosto forte e odor penetrante de meu fluídos, combinados com os de sua porra ainda quente, quis me afastar levantando meus quadris.  Segurei suas mãos e deixei que o peso de meu corpo pressionasse minha buceta contra sua boca.

Lucas era forte, mas não resistindo ao tesão, lambeu com gosto minha buceta transbordante.  Para ele era uma experiência nova, insensata e ao mesmo tempo excitante e sedutora.  Para a satisfação de suas futuras parceiras, aprendia logo a gostar de chupar uma suculenta buceta lambuzada.  

Muito excitada, me entreguei a sua língua quente e sedenta, que logo me fez gozar.  Gozei gemendo e gritando, deixando Lucas ainda mais assustado, mas ao mesmo tempo maravilhado que o que teria sido o melhor sexo de sua vida.

Depois de quase um minuto de intensas contrações, me deitei ao seu lado para me recuperar.  Lucas me observava com seu pau novamente duro, denunciando sua excitação com meu gozo e meu corpo exposto na cama.  Mesmo cansada não podia perder aquela oportunidade.  Ainda excitada, me ajoelhei novamente, e de quatro exibi para Lucas a visão do paraíso, minha buceta inchada e dilatada e meu rabinho lindo, de pregas perfeitas.  

Lucas logo entendeu o recado e se colocando entre minhas pernas, percorreu com seu pau minha buceta, começando pelo clitóris até meu rabinho que se contraiu ao senti-lo.   Com facilidade, penetrou minha buceta e segurando meus quadris me fodeu com movimentos lentos e ritmados.  Acomodei meu rosto em um travesseiro e procurei sentir cada entrada e saída.  Porém logo ficou eufórico e aumentou o ritmo me incentivando a criar um clima:

– Se sentiu abusado e agora que foder a puta casada que te dominou ?  Me mostra o macho que tem dentro desse corpo lindo e gostoso !

Era o que faltava para que Lucas soltasse seu lado selvagem.  Passou a me foder com o ímpeto de um jovem, me chamou de puta e liberou seu vocabulário de sacanagens.  Recebi inclusive alguns tapas desnecessários, já que suas coxas fortes surravam minha bunda com movimentos fortes e bruscos.

Meu tesão aumentou quando senti seu dedo lambuzar com saliva meu rabinho.  Seu pau saiu de minha buceta e começar a forçar meu buraquinho apertado.  Como toda região se encontrava bem lambuzada, a cabeça pequena não teve dificuldades em ralaxar minhas pregas e logo preencher meu rabo com o pau que possuía a curva perfeita para a penetração.  Correndo o risco de ser novamente arrombada, o provoquei novamente:

– Como é, puta que se preza tem de dar o cu também ?

Achei que ouviria uma sacanagem, mas calmamente me respondeu que o que mais gostava era comer um rabo, seja de mulher ou de homem.   Aquela resposta me deixou curioso sobre as preferências daquele homem sexy e forte.  Seria ele homossexual e estaria me usando para tentar provar para si mesmo o contrário ?

Lucas fodeu meu rabo com maestria, me deixando alucinada.  Alternava movimentos curtos e fortes com manobras lentas, chegando a deixar seu pau sair só para ver meu rabinho se fechar.  À medida que foi relaxando, tirava e entrava de uma só vez com uma mira perfeita.  Se deliciou abrindo minha bunda para ver meu buraquinho apertado se dilatar, implorando por ser fodido.

Somente após saciar completamente seu desejo, contornou meu corpo com seu braço e me apertando, massageou meu clitóris até me fazer gozar.  Sentiu em seu pau as fortes contrações de meu rabo e com mais algumas estocadas fortes, gozou também.

Lucas realmente gostava muito de um rabo.  Tirou com cuidado seu pau de dentro de meu corpo e ficou observando.  Inicialmente não entendi bem o que ele queria, mas ao abrir minha bunda com as mãos, compreendi que ele queria ver a porra saindo de meu buraquinho como um troféu.  O que eu não esperava, era receber gostosas lambidas e ver seu pau reagir, ameaçando ficar duro novamente.

Sem forças para mais nada, me deitei de costas na cama.  Lucas fez o mesmo e levou minha cabeça para se acomodar em seu peito.  Foram alguns minutos de relaxamento, até que iniciei uma conversa para tentar entender seus verdadeiros interesses sexuais.  Tranquilo e satisfeito, Lucas se sentiu à vontade para me contar seus segredos e suas preferências.

Na verdade, se considerava bissexual.  Sentia atração pelo corpo e formas das mulheres, mas sentia mais tesão com homens com características específicas.  Gostava de homens passivos, delicados e com características femininas.  Se sentia poderoso e dominador com eles, sendo seu maior prazer vê-los gozar enquanto fodia seus rabos.  Diferentemente de Paulo,  se interessava por mulheres trans, mas para fodê-las e não para ser fodido por elas. 

Ao perguntar se já tinha tido muitas experiências com mulheres, confessou que não.  Foram poucas e com mulheres de personalidade forte como a minha, se sentia inseguro a ponto de broxar, como quase acontecera naquela noite.  Lucas era bissexual, mas ao contrário de Paulo tinha interesse afetivo por homens.

Tomamos um gostoso banho e Lucas até propôs dormimos no motel.  A suíte era fantástica e seria até bom dormir abraçada com aquele corpo jovem, depois de um bom banho de banheira.  Porém além de ter combinado com Paulo que retornaria, queria mesmo era dormir abraçada com meu marido.  

Ao perguntar quando poderíamos nos encontrar novamente, respondi que o sexo com ele foi muito bom, mas que a principal regra em nossa vida liberal era não se envolver com outros parceiros, evitando repetir os encontros.  Porém o deixei entusiasmado ao deixar aberta a possibilidade de um ménage com a participação de Paulo.

Lucas não deixou de comentar que gostaria muito de se encontrar com os dois, se sentiu atraído por Paulo depois da interessante conversa no restaurante.  Fui obrigada a disfarçar, quando me falou que perceberá nele algo de feminino e que suspeitava que ele gostava de ser passivo comigo.  Pensei até em contar das preferências de Paulo, mas não me achei no direito de expor as intimidades de meu marido e apenas sorri dizendo que era impressão dele.

Havíamos permanecido por quase 3 horas e voltei para o hotel quase uma hora da manhã.  Pedi para que ele não me levasse até o saguão, que seria muito estranho chegar com outro homem a essa hora.  Melhor que fosse no banco de trás, como em uma viagem com motorista de aplicativo.  Ainda me sentia presa às amarras sociais e não gostaria que percebessem o que estava acontecendo, principalmente pela manhã, quando fosse tomar café com Paulo.

Paulo me aguardava acordado, com o notebook no colo, navegando pelas redes sociais.  Se levantou e com um carinhoso beijo me perguntou como foi o encontro.  Pedi que desse tempo para me arrumar para dormir, que na cama lhe contaria tudo em detalhes.  Debaixo dos lençóis, quis que me abraçasse por trás e lhe contei tudo, sem segredos, com todos os detalhes.  Confessei que o sexo foi bom e prazeroso e que não havia me arrependido, mas que ao final não me senti à vontade com a situação e que preferia que ele estivesse junto, participando.  Resumindo, não queria um marido corno.

Paulo também confessou que sentiu tesão em me imaginar com outro e que havia se masturbado no chuveiro com um de seus brinquedos, imaginando estar em meu lugar.  Porém sentiu ciúmes e de certa forma a dor de uma traição.  Concluiu que também não queria  ser corno, mas apenas parte de um casal que gosta de sexo com outros parceiros ou parceiras, sem preconceitos.  Com relação a Lucas, concordou que seria um bom parceiro para um ménage e que até que gostaria de ser fodido por ele e me chupar, como no ménage com Rosana.

Dormimos abraçadinhos, para no dia seguinte aproveitarmos a cidade e a noite o compensei como as duas coisas que ele mais gosta, foder meu rabinho e ser fodido por mim.  Uma coisa é certa, nunca contarei a Paulo meus encontros com Cláudio e tentarei sempre resistir à tentação.  O que não seria difícil, já que Cláudio e Rosana havia iniciado um relacionamento.  Porém minha mente sacana logo pensou que um sexo a quatro com eles seria até bem interessante.