Contos Eróticos Sexo Livre

Erotismo em forma de Série

Publicado o Episódio 01 da Terceira Temporada

Publicada a ilustração do Episódio 01

Um Novo Casal Liberal

Episódio 17

Com a intenção de apenas conhecer, Paulo e Sara se aventuram em um clube de swing da capital. Porém o clima excitante desperta fortes desejos, levando Sara a uma despudorada experiência na cabine de Glory Hole. 

Depois de uma semana de trabalho exaustante, iniciei um período de quinze dias de merecidas férias.  Paulo sempre planeja com antecedência uma viagem para descansarmos, nos divertirmos e certamente muito sexo.  Inicialmente passaríamos alguns dias na capital e além dos jantares e programas culturais visitaríamos um clube de swing.

A escolhido foi um dos melhores e mais tradicionais da cidade, bem ao lado de um dos hotéis que costumamos nos hospedar.  Obviamente foi esse o hotel que escolheu para nossa estadia de quatro noites.

A princípio, a ideia seria apenas conhecer o local e se inspirar com o que víssemos, mas pretendia ir preparada para algo mais.  Vimos em alguns vídeos que a casa era grande, muito bem-organizada, com seguranças e regras rígidas para garantir a segurança dos clientes.  Tudo preparado para quem quer apenas uma diversão excitante, mas também para os que apreciam uma boa sacanagem.

Na noite da chegada tive de segurar o fogo de Paulo, preferi apenas jantar em um bom restaurante e descansar.  Naquela semana não tive tempo algum para ele, que se encontrava subindo nas paredes.  Ficava com tesão só de encostar em mim ou sentir meu cheiro.

No dia seguinte, fomos ao shopping e fiz questão de comprar uma roupa bem sexy para a balada daquela noite.  Escolhi uma saia curta e uma blusa de estampa discreta com pouco decote, porém transparente para ser usada sem sutiã.  Paulo já saiu da loja de pau duro, principalmente ao me imaginar com ela e a calcinha que havia importado da Europa especialmente para uma ocasião como essa.

A calcinha era completamente indecente, basicamente um enfeite, já que deixava os grandes lábios da buceta de fora.  Conhecidas como crotchless, são extremamente excitantes e nem precisam ser retiradas durante o sexo.  Nos sites chineses são facilmente encontradas, mas de baixa qualidade.  Paulo havia importado diretamente da Alemanha e eram peças sofisticadas e muito bonitas.  Estavam reservadas para ocasiões especiais durante minhas férias.

Decidimos ir mais cedo para observar as pessoas chegarem e entrar no clima.  Bastou eu me vestir para que entrássemos no clima erótico daquela noite.  Quando coloquei a calcinha e me olhei no espelho, fiquei tão excitada quanto Paulo,  que nu, exibiu seu pau reagindo instantaneamente.  Quase não tive coragem de usar com o vestido curto que havia comprado, mas era bem adequado para o local, só devendo ter cuidado ao sair do hotel, já que bastaria me assentar descuidada que mostraria tudo.

Queria levar o celular para tirar umas fotos ou fazer uns filmes, porém Paulo já havia se informado das regras e não seria permitido filmar ou fotografar.  A orientação era deixar celulares e qualquer objetos de valor na chapelaria e como o hotel era ao lado, nem levamos que seria ainda mais seguro.

A local era realmente um lugar fantástico.  O ambiente do bar e pista de dança tinha muitas mesas e alguns espaços para performances eróticas, não sendo permitidos atos sexuais.  Já no que chamavam de área íntima se encontravam os espaços onde a putaria rolava solta.  Em alguns ambientes só era permitida a entrada de casais, para esse controle os homens e mulheres desacompanhados era identificados com pulseiras.  Até a quantidade de homens sozinhos era controlada de acordo com o número de casais presentes.  Para completar, a sugestão do vestuário era esporte fino e possuía restrições, principalmente para os homens.

Dentre os lugares que vi na divulgação do clube, os que mais me interessaram foram o “Ônibus” e as cabines de “Glory Hole”, mas não iria deixar de ver a “Sala do Vale Tudo” e a “Masmorra”.  No máximo me imaginei chupando um pau desconhecido, mas havíamos combinado que ambos estaríamos liberados para fazer o que quiséssemos.

Paulo já havia reservado uma mesa, onde sentamos e pedimos um drinque.  Afinal de contas, melhor não abusar na bebida, me conheço e sei muito bem o que pode acontecer se ficar embriagada.  

Era uma noite de sábado e logo a casa foi ficando cheia.  Muitos casais, das mais diversas idades, alguns homens sozinhos e muitas mulheres em pequenos grupos.  A noite foi avançando e na pista de dança logo começou muita pegação, inclusive entre as mulheres.  Algumas já se encontravam quase sem roupa, mas a maioria se trajava de forma bem sensual, me deixando mais a vontade com o que vestia.  Após as onze horas, começaram os shows de strippers masculinos e femininos, tornando o ambiente ainda mais erótico e estimulante.

Depois de assistir a alguns shows, resolvemos nos aventurar pela área íntima.  Andamos juntos pelos espaços e as abordagens mais diversas aconteciam.   Em alguns espaços, onde os toques eram permitidos, vinham acompanhadas de uma mão da bunda, na cintura ou em uma conversa no pé do ouvido.  

A pouca luz, o cheiro de sexo, os gemidos e tudo mais, foram me embriagando, mesmo tendo bebido apenas dois drinques.  Meu coração a muito estava acelerado, meu corpo e minha buceta já queimavam de tesão e o mesmo acontecia com Paulo.  O limite para mim foi ver na tal de “masmorra” uma mulher muito gostosa sendo fodida de quatro, enquanto se divertia chupando outros três paus bem duros de homens bem-dotados.

Puxei Paulo para uma cabine de “Glory Hole” e me agachei para chupar o primeiro pau que encontrei.  Estava faminta e fui logo segurando as bolas e colocando tudo na boca.  No nível de excitação que me encontrava, chupei com tanto capricho que o sujeito do outro lado, logo começou a gemer e gozou em minha boca.  Engoli cada jato de porra quente a ainda suguei o remanescente até ficar só pingando.  

Paulo ficou alucinado com minha performance e quando passei para o que se encontrava no buraco seguinte, puxou meus quadris para me foder.  Esse era melhor ainda, negro, grosso e grande me lembrou Rafael.  Dobrei meu corpo aproveitando que Paulo me segurava pela cintura e comecei meu segundo ato.

Desta vez fui com mais calma.  Segurei o membro enorme com uma das mãos e comecei chupando apenas a cabeça que era grande como a de Paulo.  Dava para ouvir suspiros quando lambia o corpo inteiro, inclusive as bolas.  Quando atingiu o máximo da ereção, imaginei que devia ter entre vinte e vinte e cinco centímetros e talvez uns cinco de diâmetro. 

Paulo já fodia minha buceta sem pressa para não me atrapalhar, mas as sensações simultâneas me deixaram alucinada.   Tentei colocá-lo inteiro na boca, mas com pouco mais da metade já tocava minha garganta me fazendo engasgar.  Fiquei imaginando como seria tê-lo preenchendo minha buceta ou até mesmo meu rabo.  

No final não resisti, pedi para que colocasse um preservativo que o deixaria me foder.  Já protegido, chupei mais um pouco para deixá-lo bem lambuzado com a farta saliva que escorria de minha boca.  Levantei meu corpo e de pé virei de costas para sentir aquele membro duro, pronto para penetrar em meu corpo sedento.  

Nem percebendo que interrompia a empolgada penetração de Paulo, fui surpreendida ao vê-lo segurar aquele membro enorme e encaixar em minha buceta umedecida.  Mesmo já estando dilatada, era muito grosso e tinha dificuldade para entrar em meu buraquinho.  Com o corpo levemente dobrado para frente, arrebitando a bunda, fui remexendo os quadris e aos poucos entrou a cabeça.

Algumas pessoas que passavam pararam para assistir a cena e já sem a saia, minha calcinha especial chamava ainda mais a atenção.  Me senti uma estrela de filme pornô e logo assumi o papel gemendo e pedindo para que Paulo o colocasse todo dentro de mim.  Anestesiada pelo tesão, nem percebi a dor da penetração, mas logo o senti preenchendo todos os espaços de minha buceta gulosa.

Me encostei na parede e deixei para que o parceiro oculto me possuísse como quisesse.  Com consciência de seu dote, começou devagar até que minha buceta relaxasse, mas logo intensificou os movimentos e passou a me foder em um ritmo constante que me fazia gemer.

Paulo se encontrava completamente extasiado com o show e resolveu completar a cena.  Se ajoelhou entre minhas pernas abertas e me fez delirar, lambendo meu clitóris vermelho e inchado.  Havia dois casais assistindo a cena e uma das mulheres, uma jovem negra muito bonita se inspirou e fez o mesmo com o pau que já se encontrava disponível no outro buraco.

Logo comecei a gemer mais alto e gozei deixando o sujeito do outro lado ainda mais excitado querendo gozar também.  Naquele clima, continuei excitada, apenas com meu clitóris muito sensível, não permitindo que Paulo continuasse.

Pena que com o preservativo não poderia sentir a porra daquele macho bem-dotado inundar minha buceta, mas assim que percebi que ele iria gozar, me afastei e me ajoelhei a sua frente.  Tirei rapidamente a proteção e iniciei novamente um boquete para que gozasse em minha boca, sedenta por mais porra quente.

Uma mulher loira que assistia, não resistiu e deixando o companheiro de lado, se ajoelhou ao meu lado para compartilhar o gozo daquele homem bem-dotado.  Alternávamos nas chupadas e numa delas senti um jato forte diretamente em minha garganta.  Rapidamente a outra mulher o colocou na boca para receber o jato seguinte.  Foram uns cinco ou seis jatos fortes que deixaram nossa boca escorrendo.  Só daí que vi como era a outra mulher.  Não era muito jovem, mas seu olhar safado e seus lábios vermelhos umedecidos de porra atraíram minha boca para a sua e um beijo longo e indecente, lambuzado de porra, deixou nossos homens sem ação.

Por fim, nos levantamos e enquanto assistia a outra mulher rebolando no pau ao lado, aproveitei para recolocar minha saia.  Atrevidamente, acompanhada pela loira, nos aproximamos e cada uma colocou um dos peitos da morena na boca.  Nos segurou pelos cabelos, demonstrando que estava gostando, deixando os homens ainda mais boquiabertos e excitados.  Sem calcinha, ficou fácil encontrar seu clítoris e com os dedos fazê-la gozar um pouco antes do homem que a fodia em um frenético movimento.  Terminamos o show com um beijo triplo e saímos da cabine com nossos parceiros.

Nos dirigimos para a região das toaletes onde Paulo ficou de fora me esperando.  A toalete feminina era bem grande e lá dentro também rolava pegação entre algumas mulheres.  Realmente era um lugar inimaginável para qualquer iniciante.  De repente, a mulher que se lavava na pia ao lado se virou para mim e pediu para ver minha calcinha.  No primeiro momento não entendi bem o pedido, mas logo ela explicou que havia me visto na cabine de “Glory Hole” e ficou encantada com ela.

Me encostei na pia e levantei minha saia para que ela pudesse apreciar.  Elogiou o modelo e minha buceta, que segundo ela ficava ainda mais atraente com o adorno.  Sem nenhuma cerimônia, aproveitou-se de minhas pernas abertas e se colocando entre elas me beijou, mordiscando meus lábios.  

Ao retribuir o beijo, deixei bem claro meu interesse e logo minha blusa era desabotoada e sua boca se apoderava de um dos meus mamilos, enquanto seus dedos encontravam minha buceta melada.  Foi uma espécie de rapidinha.  Me deixando sem ação, logo se agachou e segurando minha bunda enfiou um dedo no meu rabo para que sua boca habilidosa me fizesse gozar em poucos minutos.  Sua língua era atrevida, enfiava no orifício dilatado de minha buceta para se fartar de meus fluídos e depois espalhar por toda sua extensão.  Deslizava por entre os pequenos lábios, completando com movimentos circulares no clitóris.  Não havia como resistir, fechei os olhos e aproveitei cada segundo do pervertido momento.

Não conseguindo segurar, gozei gemendo alto, nem percebendo que outras mulheres que estavam no local assistiam sorrindo e comentando.  Minhas pernas amoleceram, mas ela se manteve segurando minha bunda, até perceber que as contrações do gozo haviam passado.  Quando ameacei retribuir,  me surpreendeu com um beijo molhado e uma frase curta:

– Nos encontramos outra hora.  Meu companheiro me espera.

Estava atordoada e só então me lembrei que o meu também me esperava do lado de fora.  Depois de me higienizar com um lenço umedecido, saí como se nada houvesse acontecido.  Paulo curioso e preocupado, me questionou pela demora.  Sem perder muito tempo, apenas disse que lhe contaria quando voltássemos ao hotel e o levei para conhecer o “Ônibus”.